Curso Aula Expositiva – Princípios da Didática e da Aprendizagem – Cursos CPT
A aula expositiva dialogada e os estudos de texto – Parte 3
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Análise das ações docentes realizadas em ambiente presencial, discussão das práticas educativas para subsidiar a elaboração do plano de aula.
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A SALA DE AULA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO DO SÉCULO 21
Márcia Marques de Morais
Em que medida a linguagem poderia ter um papel estratégico diante dos desafios que devem ser enfrentados pela educação, personificada na figura do professor, na sala de aula? Para a autora, sua função é significativa, considerando, no mínimo, duas vertentes em que a linguagem, em sentido lato, e a linguagem verbal, em sentido estrito, conformam os saberes, no sentido não só de referenciá-los, expressá-los, representá-los ou comunicá-los. A primeira vertente é que, como código verbal, a linguagem é instrumento de produção de sentidos, concretizados tanto em textos escritos quanto no registro oral. A segunda vertente, a da recepção de sentido, menos tecnicamente chamada leitura, é também ela, estratégica, diante dos desafios do aprender. Ler é multiplicar pontos de vista; ler é distinguir no texto, como dispersão de sujeitos e orquestração de vozes, a diversidade que caracteriza a realidade; ler é potencializar habilidades diversas e, sobretudo, aquela de transferir e associar, indispensáveis ao próprio aprender.
Texto completo: a sala de aula no contexto da educação do século 21
Fonte: http://portal.inep.gov.br/documents/186968/485287/A+sala+de+aula+no+contexto+da+educação+do
+século+21/36fd2bc4-713a-4c6e-9eb6-fb2cd060b1fc?version=1.0
D-04 – Lev Vigotski – Desenvolvimento da linguagem
O JORNAL NA SALA DE AULA: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR EM AULAS DE METODOLOGIA DA PESQUISA
Maria Sueli Ribeiro da Silva
O presente estudo tem por objetivo relatar a utilização de leitura de jornais, na disciplina de Metodologia da Pesquisa, no ensino superior. A estratégia do jornal na sala de aula, nesta disciplina, foi utilizada a fim de promover o hábito de ler e de pesquisar entre os alunos. De acordo com Gil (2002), a pesquisa requer informações suficientes para responder determinado problema. Assim, a experiência não somente se manifestou favorável aos objetivos descritos, mas também favoreceu a motivação espontânea da busca pelo conhecimento e por informações que, até então, não eram relevantes para os alunos, fazendo-os interagir e analisar os problemas e as soluções apresentados pelas notícias dos jornais lidos.
Texto completo: aula 2 artigo jornais es
Fonte: SILVA, M. S. R. . O uso de jornal na sala de aula: uma experiência educativa no ensino superior em aulas de Metodologia da Pesquisa. In: I Seminário de Educação, 2006, São José do Rio Preto. Caderno de Resumos do I Seminário de Educação – UNESP/SJRP. São José do Rio Preto – SP: IBILCE, 2006. v. 0. p. 12-12.
RODA DE CONVERSAS – EXCELÊNCIA ACADÊMICA É A DIVERSIDADE
Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva
Nara Maria Guazzelli Bernardes
Em roda de conversas, professores e pesquisadores de universidades nacionais, do Mali e dos Estados Unidos, trocaram idéias, levantaram indagações e ensaiaram encaminhamentos visando à redefinição do que seja excelência acadêmica, na perspectiva da diversidade social e étnico-racial que compõe as sociedades.
Texto completo: 540-1962-2-pb
Fonte: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/faced/article/viewFile/540/376
Roda de Conversa – Tema: Espaços não-formais do conhecimento: a escola além da escola
A SALA DE AULA SOB O OLHAR DO CONSTRUTIVISMO PIAGETIANO: PERSPECTIVAS E IMPLICAÇÕES
Gisele Rizzoni
Resumo: O presente artigo aborda um assunto bastante recorrente nos últimos anos: o processo de conhecer e suas implicações no agir docente. Uma das premissas deste artigo é o entendimento de que todo pensar pedagógico está impregnado por uma crença epistêmica. Dito de outra maneira, seria o mesmo que afirmar que há uma repercussão direta na ação pedagógica, conforme é compreendido o processo de aquisição do conhecimento. A Epistemologia Genética é o ancoradouro teórico do estudo apresentado neste texto. Tal epistemologia foi criada pelo pensador suíço Jean Piaget (1896- 1980), e ele, mesmo não sendo um pedagogo, mas por várias vezes envolvido em estudos de tal natureza, defende que além do direito a educação, cada sujeito aprendente deve ter a possibilidade de acesso ao desenvolvimento pleno de suas funções cognitivas.
Texto completo: construtivismo_piagetiano
Fonte: http://www.ucs.br/site/midia/arquivos/Construtivismo_Piagetiano.pdf
ALFABETIZAÇÕES: DESAFIOS DA NOVA MÍDIA
Pedro Demo
O desafio da alfabetização ganhou nova dimensão com o mundo digital, em particular com novos textos virtuais. A alfabetização tradicional – ler, escrever e contar – torna-se mero pressuposto, já que nenhuma criança deixa de usar o computador por não saber ler e escrever. Em conseqüência, o termo é usado no plural, primeiro, para indicar o contexto sócio-histórico da alfabetização (não apenas técnico), e, segundo, para assinalar novos desafios da iniciação para a vida e para o mercado. De fato, a linguagem usada na escola hoje vai tornando-se apenas uma parte das linguagens de que necessitamos para organizar, construir e reconstruir as oportunidades sociais. A alfabetização deveria ser feita, desde logo, com computador, já na 1ª série, para proporcionar esta habilidade crucial a todas as crianças. Computador, no entanto, é apenas ferramenta. Não substitui o professor. Para que o computador se torne motivo de aprendizagem, é imprescindível a presença de um professor que saiba unir duas habilidades essenciais: saber alfabetizar e saber lidar com a máquina para construir nela o melhor ambiente possível de alfabetização, em especial usando as simulações virtuais.
Texto completo: a06v5715
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v15n57/a06v5715.pdf
Favor ignorar o marxismo dela. E a cara de ”Dilma”. E a forma de falar similar.
Se conseguir, o tema em análise é importante.
De fato, nos poucos momentos de lucidez, ela falou coisas importantes.
Academia de Professores – Viviane Mosé