Papel do professor no ensino superior – Parte 1

Ser professor hoje:

Identidade docente profissional – Parte 1

A GESTÃO DA AULA UNIVERSITÁRIA NA PUCRS

Marlene Correro Grillo
Ana Lúcia Souza de Freitas
Rosana Maria Gessinger
Valderez Marina do Rosário Lima (Org.)

Por que o professor faz o que faz na sala de aula? O que o professor precisa saber para ensinar? Como mobilizar o aluno para aprender? Como a avaliação pode contribuir para a aprendizagem? E na prática, o que fazer? Tais questionamentos encontram-se referendados ao longo das páginas desta obra, uma produção teórica que as autoras, com base no diálogo permanente com os professores e gestores em assessorias pedagógicas, em cursos de qualificação da gestão da aula oferecidos pela PROGRAD, em eventos de capacitação docente e em manifestações de professores nos encontros do Projeto Reflexões oferecem à comunidade da PUCRS. Os textos relacionam-se entre si pelo alinhamento com as concepções teórico-pedagógicas expressas no Projeto Pedagógico Institucional PUCRS 2007, que fundamentam a ação pedagógica na Universidade.

O livro expressa a preocupação por parte da PROGRAD com a qualidade da aula de graduação, com a qualificação dos professores em seu tempo e em seu amanhã, razão por que esta Pró-Reitoria elegeu como meta prioritária de suas ações a qualidade da aula.

Texto completo: agestaodaaula


Fonte: www.pucrs.br/edipucrs/agestaodaaula.pdf

Perfil dos alunos do ensino superior – Parte 5

RITMO DA TECNOLOGIA É DECISIVO PARA FORMAR A PERSONALIDADE DA GERAÇÃO Z
Fábio Turci

O mundo desses jovens, nascidos em meados de 1990, sempre teve internet, e-mail, celular, e, a toda hora, aparece uma novidade. A tecnologia também molda uma geração em que a comunicação é instantânea e nem sempre depende do olho no olho.

Texto completo: Ritmo da tecnologia é decisivo para formar a personalidade da geração Z


Fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/11/ritmo-da-tecnologia-e-decisivo-para-formar-personalidade-da-geracao-z.html

Perfil dos alunos do ensino superior – Parte 4

O DESENVOLVIMENTO HUMANO NA TEORIA DE PIAGET
Márcia Regina Terra

O estudo do desenvolvimento do ser humano constitui uma área do conhecimento da Psicologia cujas proposições nucleares concentram-se no esforço de compreender o homem em todos os seus aspectos, englobando fases desde o nascimento até o seu mais completo grau de maturidade e estabilidade. Tal esforço, conforme mostra a linha evolutiva da Psicologia, tem culminado na elaboração de várias teorias que procuram reconstituir, a partir de diferentes metodologias e pontos de vistas, as condições de produção da representação do mundo e de suas vinculações com as visões de mundo e de homem dominantes em cada momento histórico da sociedade.

Dentre essas teorias, a de Jean Piaget (1896-1980), que é a referência deste nosso trabalho, não foge à regra, na medida em que ela busca, como as demais, compreender o desenvolvimento do ser humano. No entanto, ela se destaca de outras pelo seu caráter inovador quando introduz uma ‘terceira visão’ representada pela linha interacionista que constitui uma tentativa de integrar as posições dicotômicas de duas tendências teóricas que permeiam a Psicologia em geral – o materialismo mecanicista e o idealismo – ambas marcadas pelo antagonismo inconciliável de seus postulados que separam de forma estanque o físico e o psíquico.

Texto completo: O DESENVOLVIMENTO HUMANO NA TEORIA DE PIAGET


Fonte: https://www.unicamp.br/iel/site/alunos/publicacoes/textos/d00005.htm

Perfil dos alunos do ensino superior – Parte 3

GERAÇÕES APRESENTAM DIFERENTES PERSPECTIVAS E METAS PROFISSIONAIS
Fábio Turci

Nos últimos 50 anos, o intervalo entre uma geração e outra ficou mais curto. Isso significa que pessoas de diferentes idades estão convivendo cada vez mais seja em casa ou no trabalho. Entenda como pensa cada grupo de idade.

Texto completo: Gerações apresentam diferentes perspectivas e metas profissionais


Fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/11/geracoes-apresentam-diferentes-perspectivas-e-metas-profissionais.html em 07/10/2016

Perfil dos alunos do ensino superior – Parte 2

CONCEPÇÃO DE CARL ROGERS SOBRE APRENDIZAGEM
Elisa de Mello Kerr Azevedo

Estudar a teoria de Rogers é muito importante para o educador, pois este perceberá, através dela, que há um grande trajeto a ser percorrido por todos. Um caminho repleto de esperança, conquistas, respeito, desafios, ousadia e, principalmente, muito trabalho.

Sua teoria convida a todos a refletir sobre as mudanças necessárias e que devem ser buscadas, tanto dentro como fora da sala de aula. Ela aponta para uma profunda mudança no relacionamento entre professor e aluno, relacionamento esse capaz de provocar transformações intensas, tanto no comportamento de ambos como na busca dos saberes.

Texto completo: Concepção de Carl Rogers sobre aprendizagem


Fonte: https://elisakerr.wordpress.com/concepcao-de-aprendizagem-de-carl-rogers/ em 07/10/2016

Perfil dos alunos do ensino superior – Parte 1

ENSINO SUPERIOR E DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES PARA A EMPREGABILIDADE: EXPLORANDO A VISÃO DOS ESTUDANTES
Mônica Zulauf

Este artigo examina a postura dos estudantes em relação ao desenvolvimento das habilidades de empregabilidade no ensino superior. A análise se baseia em um questionário de pesquisa apresentado a 60 alunos de graduação, os quais cursaram bacharelado em políticas sociais e bacharelado combinado em políticas sociais e sociologia em uma universidade londrina, criada depois de 1992. A pesquisa examina a opinião que os estudantes têm sobre as habilidades desenvolvidas e sobre suas preferências no que diz respeito ao desenvolvimento das habilidades para a empregabilidade. Os resultados mostram que a maioria dos estudantes considera de igual importância o conhecimento sobre matérias variadas e o desenvolvimento de habilidades relacionadas à empregabilidade. Há total apoio para uma estratégia institucional e um modelo integrado que reforcem as habilidades para a empregabilidade. Os resultados finais endossam a necessidade do desenvolvimento de habilidades para a empregabilidade, no contexto da aprendizagem.

Texto completo: a06n16


Fonte: Sociologias, Porto Alegre, ano 8, nº 16, jul/dez 2006, p. 126-155
http://www.scielo.br/pdf/soc/n16/a06n16.pdf

TV UVA – Pedagogia em Ação – Tutoria Online – Prof. João Mattar

Modelos em EAD – Prof. João Mattar

A pesquisa on-line -Parte 2

EDUCAÇÃO, PESQUISA E INTERNET

Ed. 55

Jarbas Novelino Barato

A utilização de princípios de pesquisa em educação pode ser uma ótima decisão em termos metodológicos. Pesquisa e aprendizagem são processos muito parecidos. Ambos resultam em novos conhecimentos para o pesquisador e para o aprendiz. Por essa razão já há uma tradição de pesquisa no ambiente escolar.

Nos anos de 1970, quando era secretário de educação de Roma, o educador Francesco Tonucci, costumava fazer sérias críticas ao uso do termo pesquisa para designar certas práticas escolares. O educador italiano dizia que muitas vezes as pesquisas escolares eram simples operações de reprodução de informações encontradas em algum livro. Dessa forma, dizia ele, o sentido original da pesquisa como processo de busca de respostas para questões fundamentais para o investigador era deixado de lado. Pior: o aluno saia da experiência pensando que pesquisa era uma atividade livresca e burocrática.

Texto completo: Educação, Pesquisa e Internet


Fonte: https://jarbas.wordpress.com/055-educacao-pesquisa-e-internet/ em 02/10/2016