Mecanismos de busca
Não tenho vínculo com a empresa que fez a propaganda no vídeo da RedeTV.
Material referente à docência no ensino superior. Sou formado, pós-graduado, continuo estudando e sou especializado em docência. Mas não exerço a profissão. Eu saí da faculdade de Direito para começar outra e me tornar professor, mas quando chegou a hora e vi as condições de trabalho, já não era mais como na época do Salesiano, onde os professores eram a extensão de nossa família. Hoje sou formado, capacitado, porém não tenho coragem de trocar meu emprego burocrático de nível médio para ser professor. Aqui compartilho material pertinente aos meus estudos, a quem interessar.
Mecanismos de busca
Não tenho vínculo com a empresa que fez a propaganda no vídeo da RedeTV.
MECANISMOS DE BUSCA NA INTERNET
Patrick Scripilliti Bahia de Almeida
Neste capítulo serão detalhados os conceitos relativos aos mecanismos de busca, com o objetivo de apontar a importância desta ferramenta de recuperação de informações para os usuários. Estes conceitos serão explicados de forma breve, com o objetivo de inserir o usuário dentro deste assunto específico.
Capítulo:
Clique para acessar o 0510332_07_cap_03.pdf
ou
Texto completo:
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=10375@1
Fonte: PUC-RJ
Tutorial Pesquisa Bibliográfica – Metodologia da pesquisa científica
COMO FAZER PESQUISA BIBLIOGRÁFICA
Agma Juci Machado Traina
Caetano Traina Jr.
Por onde devo começar quando quero iniciar uma pesquisa bibliográfica? Este artigo visa responder a essa questão, apresentando ao jovem pesquisador os passos principais para realizar uma pesquisa bibliográfica que contemple seu objetivo, bem como as ferramentas básicas amplamente disponíveis para ser bem sucedido.
Texto completo: comoFazerPesquisasBibliograficas
Fonte: http://www.univasf.edu.br/~ricardo.aramos/comoFazerPesquisasBibliograficas.pdf
QUAL A DIFERENÇA ENTRE RESUMO E RESENHA?
Valmir Costa
Considerando que muitos acadêmicos, e alunos em geral, (e executivos) alegam desconhecer a diferença entre resumo e resenha, resolvi tecer alguns comentários sobre a temática. E para tanto, busquei embasá-los na literatura voltada para tal, como também em sites e profissionais da educação que se ocupam da questão.
Texto completo: QUAL A DIFERENÇA ENTRE RESUMO E RESENHA
Fonte: http://profvalmirh.blogspot.com.br/2011/03/qual-diferenca-entre-resumo-e-resenha.html
PRODUÇÃO DE RESENHAS ACADÊMICAS:
Os recursos lingüísticos e a apropriação do gênero
Ana Virgínia Lima da Silva
Neste trabalho analisamos a apropriação das características do gênero resenha, focalizando os recursos linguísticos empregados em produções desse gênero. As resenhas analisadas foram produzidas por graduandos em Letras da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais e coletadas em situação de ensino-aprendizagem. Os pressupostos que orientam a análise dizem respeito principalmente à teoria sobre gêneros textuais apresentada por Marcuschi (2008) e por Bazerman (2006); à noção de comunidade discursiva apresentada por Swales (1990) e ao conceito e caracterização da resenha apresentados por Machado (2005). Os resultados mostram que a apropriação do gênero resenha é mais eficaz em produções textuais que possuem uma maior diversidade de recursos linguísticos, ao passo que em produções textuais em que são utilizados recursos linguísticos menos variados a função da resenha não se efetiva.
PALAVRAS-CHAVE: Resenha; Apropriação; Recursos linguísticos.
Texto completo: producao_de_resenhas_academicas
Fonte: http://www.ucs.br/ucs/tplSiget/extensao/agenda/eventos/vsiget/portugues/anais/textos_autor/arquivos/producao_de_resenhas_academicas_os_recursos_linguisticos_e_a_apropriacao_do_genero.pdf
REDIGIR COM CLAREZA
GUIA DE REDAÇÃO DA
Comissão Europeia
Os funcionários da Comissão Europeia redigem variadíssimos tipos de documentos. Seja qual for a natureza do texto – legislação, relatórios técnicos, actas, comunicados de imprensa ou discursos –, uma redacção clara permite ser mais convincente e facilita a compreensão. O presente guia pretende auxiliá-lo a redigir com mais clareza tanto na sua própria língua como nas outras línguas oficiais, que são, todas elas, línguas de trabalho da Comissão segundo o Regulamento n.º 1/1958 do Conselho (que vigora até hoje!).
Este guia apresenta sugestões, sem carácter obrigatório; ao aplicá-las, tenha em conta os destinatários e o objectivo do seu documento.
Texto completo: HC3010536PTC_002
Fonte: https://crcvirtual.iefp.pt/wp-content/uploads/2017/06/HC3010536PTC_002.pdf
DIFERENÇAS ENTRE RESENHA CRÍTICA E RESUMO
Mariana do Carmo Pacheco
A resenha crítica e o resumo são bastante comuns no dia a dia de quem estuda. Seja no ensino fundamental, seja no ensino médio, em universidades ou em cursos livres, esses gêneros textuais marcam presença.
Por ser algo tão comum e que nos acompanha por, praticamente, toda a nossa vida, o esperado era que produzir uma resenha ou um resumo não fosse um problema para a maioria das pessoas. Mas, infelizmente, são corriqueiros os impasses encontrados ao produzir esses textos.
Pensando nisso, o Brasil Escola preparou um texto para esclarecer todas as questões que se relacionam com a definição e caracterização desses gêneros textuais. Estão preparados?
Texto completo: Diferenças entre resenha crítica e resumo
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/redacao/diferencas-entre-resenha-critica-resumo.htm
PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA:
primeiras aproximações
Celso Sidinei Balzan
O livro Pedagogia Histórico-Crítica: primeiras aproximações foi publicado em 1991 pelo professor Dermeval Saviani. Nesta obra, o autor reúne textos escritos durante a década de 1980 (resultantes de conferências, seminários, debates) com o objetivo de oportunizar aos educadores brasileiros uma sistematização inicial de seu pensamento pedagógico, principalmente no que se refere à concepção educacional da pedagogia histórico-crítica.
Texto completo: 9714-27017-1-PB
Fonte: https://portalseer.ufba.br/index.php/revistagerminal/article/view/9714
DA FALA PARA A ESCRITA:
atividades de retextualização
Dinéa Maria Sobral Muniz
Maria de Fátima B. da Cruz
Luiz Antônio Marcuschi, professor titular da Universidade Federal do Pernambuco, pós-doutor pela Universitat Freiburg na Alemanha e Doutor em Letras pela Universitat Erlangen-Nurnberg, também na Alemanha, vem desenvolvendo a pesquisa “Fala e escrita: características e usos”.
A obra de sua autoria, intitulada Da fala para a escrita: atividades de retextualização, compõe-se de duas partes. A primeira, que o autor intitula de “Oralidade e Letramento”, está dividida em oito tópicos. No primeiro, “Oralidade e letramento como práticas sociais”, o autor inicia afirmando ser impossível investigar oralidade e letramento sem vinculá-los às práticas sociais da civilização contemporânea.
Texto completo: 2699-5997-1-PB
Fonte: https://portalseer.ufba.br/index.php/entreideias/article/view/2699/1909