O uso de recursos didáticos tecnológicos no Ensino Superior – Parte 1

DISSECANDO O ENSINO SUPERIOR ATÉ 2018
Horizon Report para universidades traz 6 tecnologias, 6 tendências e 6 desafios que educação enfrentará em 5 anos
Porvir.org

Acaba de sair do forno o Horizon Report 2013 voltado ao ensino superior. Já tradicional e esperado, o documento anual identifica seis tecnologias emergentes que deverão se tornar populares até 2018, seis tendências e seis desafios que as universidades devem ter no seu dia a dia para um período de até cinco anos. O grupo que ajudou a elaborar o relatório foi composto por 51 especialistas em educação, tecnologia e futuro, além de escritores e pensadores. Eles foram reunidos pelo NMC (New Media Consortium) e pela Educase Learning Initiave, ambas organizações localizadas nos EUA e dedicadas ao estudo das tendências na educação. Confira, a seguir, as três listas.

Texto completo: Dissecando o Ensino Superior


Fonte:

Fonte: http://porvir.org/dissecando-ensino-superior-ate-2018/ em 26/09/2016

Inuyashiki – Conclusões.

Atualizado em 26/08/2019

Após assistir a toda a série animada, ter lido todo o mangá e assistido ao filme, posso tecer algumas considerações.

Se você é como eu e procura uma abstração mais filosófica, Inuyashiki pode lhe parecer um fiasco. O autor teve em mãos uma raríssima oportunidade e não soube explorá-la. Um personagem principal atípico, questões como o trans-humanismo, a digitalização da vida humana, a perda de valores, o afastamento emocional e a falta de afeto na contemporaneidade, questões sobre o que é a vida, o que é a alma e qual o sentido de nossa existência. Nada disso foi abordado, o que torna um espectador mais rigoroso e exigente frustrado com o desenvolvimento e o resultado da obra.

Mas se você não tiver interesse em assuntos filosóficos e buscar apenas entretenimento, Inuyashiki é uma obra ímpar e exemplar. Um enredo instigante, bem elaborado naquilo a que se propõe, aventura, comédia, drama e ficção.

Em ambos os casos, vale a pena ver.

https://www.youtube.com/watch?v=JaIuU3b84dc

Opening:

Eis o motivo pelo qual eu larguei a faculdade de Direito

Maurício Dieter – Voz Ativa | Programa Voz Ativa

Inteligência coletiva – Parte 2

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS NO BRASIL:
um estudo de caso longitudinal sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação em 12 escolas públicas
Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI .br
São Paulo 2016

A disseminação acelerada das tecnologias de informação e comunicação (TIC) nas últimas décadas, em especial da
Internet, traz consigo diversos desafios e oportunidades tanto no nível individual quanto no da sociedade, na medida
em que novos modos de se relacionar com a informação e o conhecimento são estabelecidos.

Essas mudanças afetam, em particular, a educação, que se vê frente à necessidade de lidar com diversas questões desencadeadas pela presença cada vez mais intensa das TIC no cotidiano: seja preparar as pessoas para aproveitar plena e conscientemente todo o potencial dessas tecnologias, seja desenvolver metodologias e práticas capazes
de promover a incorporação das TIC como instrumento pedagógico.

Texto completo: https://www.nic.br/media/docs/publicacoes/7/EstudoSetorialNICbrTICEducacao.pdf


Fonte: https://www.nic.br/media/docs/publicacoes/7/EstudoSetorialNICbrTICEducacao.pdf

Jordan Peterson – Exemplos.

Editado em 01/10/2022: adicionada transcrição do terceiro vídeo.

Após a grande polêmica ocasionada pelo seu último debate, acabei conhecendo brevemente o trabalho do psicólogo e professor universitário Jordan B. Peterson. Gostaria eu que houvesse esse nível de discussão e debate aqui no Brasil. Não concordo com algumas coisas que ele defende, mas respeito o profissionalismo que vi de si até agora.

Jordan Peterson | Best Moments | Clash of Ideas

Jordan Peterson debate on the gender pay gap, campus protests and postmodernism | Channel 4 News

How to shut up a marxist (Jordan Peterson speech) | rvanstel

Transcrição:

The fact that the postmodernists dare to be marxist is also something that I find, I would say, not so much intellectually reprehensible as morally repugnant. And one of the things that the postmodernists — postmodern neo-marxists — continually claim is that they have nothing but compassion for the downtrodden. I would say that anybody with more than a cursory knowledge of twentieth century’s history who dares to claim simultaneously that they have compassion for the downtrodden and that they’re marxists are revealing either an ignorance of history that’s so astounding that it’s actually a form of miracle; or a kind of malevolence that’s so reprehensible that it’s almost unspeakable.

Because we already ran the equity experiment over the course of the 20th century, and we already know what the the marxist doctrines have done for oppressed people all around the world, and the answer that mostly was imprisoned, enslave, imprison them, enslave them, work them to death or execute them, and, as far as I can, tell that’s not precisely commensurate with any message of compassion.

So I don’t think that the postmodern neo-marxists have a leg to stand on ethically or intellectually or emotionally. I think that they should be going after as hard as possible from an intellectual perspective — an informed intellectual perspective… This is fundamentally a war of ideas, and that’s the level of analysis that it should be fought upon. Not only it is a war of ideas, I think it’s one that can be won, because I think that […] especially the French intellectual postmodernists are a pack of… what would you call them… well, we could start with charlatans, that’s a good one. So, pseudo-intellectual would be good, resentful would be another.

Then I would also consider they’re highly deceptive in their intellectual strategies, because almost all of them were marxist student intellectuals, and they knew by the time the Gulag Archipelago came out — and even before — that the nightmares of the Soviet Union and Mao’s China were of such magnitude that they had completely invalidated any claim to ethical justification that the fundamental marxist doctrines had ever managed to manifest.

And so, it’s a no-go zone, as far as I’m concerned. Intellectually the game’s over: we’ve already figured out that there are finite constraints on interpretation, and we also understand why those exist, how they evolved, and, from the perspective of political argumentation, there’s absolutely no excuse whatsoever in the 21st century to put forth marxist doctrines as if they’re the bomb that’s needed by the  compassionate, and by the bomb that’s administered by the compassionate to the downtrodden.

Sorry: tried, that didn’t work. We’ve got a hundred million corpses to prove it and that’s plenty for me, and if it’s not enough for you, well, then you should do some serious thinking either about your historical knowledge, or about your moral character. So that’s the first thing.

Inteligência coletiva – Parte 1

INTELIGÊNCIA AFLUENTE E AÇÃO COLETIVA
A expansão das redes sociais e o problema da assimetria indivíduo/grupo
Rogério da Costa

Nos últimos 30 anos, alguns estudiosos vêm se dedicando à tarefa de pensar os coletivos, as redes sociais e sua dinâmica própria (M. Granovetter1, M. Olson2, B. Wellman, M. Authier3 , K. Arrow4). Pesquisas desenvolvidas no cruzamento da economia com a sociologia têm apresentado resultados importantes para a reflexão sobre a ação coletiva. Elas tratam da forma como os indivíduos atuam em grupo e de como suas preferências e interesses pessoais podem não ser determinante para sua ação na dimensão do coletivo. Sociólogos e economistas clássicos acreditam, como o senso comum, num prolongamento naturaldos interesses individuais no contexto de grupos. No entanto, como nos lembra Mancur Olson: “Não é fato que só porque todos os indivíduos de um determinado grupo ganhariam se atingissem seu objetivo grupal eles agirão para atingir esse objetivo, mesmo que todos eles sejam pessoas racionais e centradas nos seus próprios interesses”5. Isso pode ser verificado, por exemplo, em problemas envolvendo a tomada de decisão. Indivíduos tomam decisões sobre sua participação numa ação coletiva determinados por fatores que não se reduzem a seus próprios interesses e preferências (M. Granovetter6). Outro aspecto correlato é o da aderência dos indivíduos às inovações (idéias, comportamentos, regras…), fato que não depende exclusivamente de preferências pessoais, mas requer, além disso, uma negociação dentro da dinâmica do coletivo no qual estão inseridos (E. Rogers7, T. Valente8, M. Granovetter).

Texto completo: Inteligência Afluente e Ação Coletiva


Fonte: http://www.razonypalabra.org.mx/anteriores/n41/rdacosta.html

Redes Sociais – Parte 1

POR UM NOVO CONCEITO DE COMUNIDADE:
Redes sociais, comunidades pessoais, inteligência coletiva
Rogério da Costa

Este texto trata basicamente da transmutação do conceito de “comunidade” em “redes sociais”. Esta mudança se
deve em grande parte à explosão das comunidades virtuais no ciberespaço, fato que acabou gerando uma série
de estudos não apenas sobre essa nova maneira de se fazer sociedade, mas igualmente sobre a estrutura
dinâmica das redes de comunicação. No centro dessa transformação, conceitos como capital social, confiança e
simpatia parcial são invocados para que possamos pensar as novas formas de associação que regulam a atividade
humana em nossa época.

PALAVRAS-CHAVE: redes de comunicação de computadores; redes comunitárias; inteligência coletiva.

Texto completo: Porumnovoconceitodecomunidade


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/icse/v9n17/v9n17a03.pdf

Conscientização sobre a saúde mental.

Nada e ninguém nos preparam para ver como lenta e inexoravelmente se apaga a vela da pessoa que você mais amou, aquela que lhe deu a vida.
Ver os seus olhos perderem o brilho, o olhar divagar nos cantos mais remotos do subconsciente, estranhos a tudo o que a rodeia… Não há palavras para descrever a dor que sentimos ao cuidar dos nossos pais, no sofrimento da perda de sua saúde mental (demência senil, Alzheimer, etc.).
Que tristeza, quando aqueles que deram tudo para a sua família um dia te perguntam: “Quem és?” Não por um esquecimento voluntário, mas por degradação mental que, aos poucos, os faz perderem todas as suas lembranças. Os problemas de saúde mental são devastadores e paralisam as pessoas doentes, desestabilizando os familiares ao seu lado.
Além da demência, a depressão, a psicose, a desordem bipolar, etc. Condições que ninguém escolhe, simplesmente se apresentam e não só a pessoa sofre, mas também a família.
Vamos buscar ajuda! A perda da saúde mental não é “fraqueza”, mas sim um problema que todos nós poderemos ter um dia.

Este é o mês da consciência sobre doenças mentais.

 

O aluno e as novas tecnologias – parte 2

LEV VYGOTSKY

Lev Semyonovich Vygotsky (em russo Лев Семёнович Выготский, transliteração: Lev Semyonovich Vygotskij, sendo o sobrenome também transliterado como Vigotski, Vygotski ou Vygotsky; Orsha, 17 de novembro de 1896 – Moscou, 11 de junho de 1934), foi um psicólogo, proponente da Psicologia cultural-histórica.

Pensador importante em sua área e época, foi pioneiro no conceito de que o desenvolvimento intelectual das crianças ocorre em função das interações sociais e condições de vida. Veio a ser descoberto pelos meios acadêmicos ocidentais muitos anos após a sua morte, que ocorreu em 1934, por tuberculose, aos 37 anos.

Texto completo: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lev_Vygotsky

B E A U T Y – dir. Rino Stefano Tagliafierro