Genealogia de Jeová.

Antigo panteão mesopotâmico. Javé, irmão de Baal. Filho de El, o altíssimo e Asherah, a mãe terra. Derrotou o irmão, destronou o pai e devorou a própria mãe/esposa. Deus da guerra dos proto-hebreus, vingativo, cruel e ciumento, não aceita coexistência pacífica com outros deuses nem que estes também sejam objetos de adoração (mais parece mulher do que homem – seria um deus ”trans”?). A trindade original, pai, mãe e filho, símbolo da família tradicional, tripé de qualquer sociedade, torna-se posteriormente pai, filho e espírito santo (literalmente ”eu, eu mesmo e minha sombra”).

A seguir, excelente vídeo da BBC sobre a mãe/esposa/filha de Jeová. Careceu apenas falar sobre a semelhança entre o culto a Asherah e o culto a Deméter (grego) / Eostre (nórdico) / Ceres (romano) / e Ísis (egípcio), mãe de Hórus (cuja mitologia é extremamente associada a de Jesus).

Quem é Asherah, ‘esposa de Deus’ que ficou fora da Bíblia | BBC News Brasil
Figura importante em antigo panteão israelita e judaico, esposa de Javé teria sido ‘cancelada’ [sic] com advento do monoteísmo patriarcal ainda no mundo antigo. Ouça áudio de reportagem de Edison Veiga.

Mensagem nº 358

Os regentes de vícios hodiernos são uma vergonha aos olhos dos monarcas de virtude de outrora. Ignotos, inaptos, inconseqüentes e débeis, movidos por egoísmo e orgulho, não governam para o bem do corpo social, mas sim segundo seus mesquinhos interesses.

μούσα μου

Insatisfação existencial

Quando eu era mais jovem, como qualquer jovem que não conhece nada da vida, eu queria mudar o mundo. Tinha o sonho de que poderia fazer a diferença, de que minhas ações deixariam alguma marca na história. Mas os sonhos são a primeira coisa a morrer quando descobrimos a realidade da vida. Conforme venho amadurecendo, hoje tenho outra visão das coisas.

Eu queria mudar o mundo, mas quem disse que o mundo quer ser mudado? Faltou combinar com o resto da humanidade meus infalíveis planos para resolver os milenares flagelos que a assolam. Faltou considerar que cada pessoa, uma a uma, tem (ou deveria ter) uma opinião sobre como as coisas deveriam ser. Faltou considerar também aqueles que não querem que as coisas mudem, pois lhes é interessante manter o mundo como ele está.

Faltou saber que vivo num mundo egoísta, onde ninguém está disposto a sair de sua zona de conforto em prol de algo maior do que elas mesmas. E faltou saber que vivo numa sociedade de retardados mentais com preguiça de pensar que acreditam estar aptos a fazer escolhas por si mesmos enquanto são guiados como gado espiritualmente desnutrido pelos estéreis campos do materialismo mercadologicamente consumista. Falta arte, falta beleza, faltam ideais. Sobram telas, sobram compras, sobra solidão.

O mundo é assim, as pessoas são assim, e isso não vai mudar só porque eu gostaria que as coisas fossem diferentes.

Desgosto intelecual

Brasil, um país de gente estúpida.

Vida e morte num mundo de solidão: Hikikomori e Kodokushi

Insatisfação existencial | Publishing company Vida & Consciência

Receba este recado especial do nosso querido e sábio Luiz Gasparetto. Saiba que você nunca está sozinho e é perfeitamente normal passar por altos e baixos na vida. Afinal, a vida é uma eterna escola repleta de aprendizados valiosos.

 

O embrião humano é uma pessoa.

Publicado originalmente em 18/07/2019

Defendo que a concepção não ocorre no momento da fertilização, mas sim quando o embrião se instala no útero materno. Muitos óvulos fecundados são expelidos naturalmente por não se instalarem no útero materno numa forma de ”aborto de gestação”. Se considerarmos que a concepção ocorre no momento da fecundação, todos os embriões congelados não desenvolvidos serão considerados seres humanos independentes. Ninguém pode ser independente, todo mundo nasce de um pai e de uma mãe. Não dá para ter gravidez sem a mãe. Considerar o óvulo fecundado como um ser humano independente retira da mulher sua parte em gerar filhos… A base da sociedade é a família, e a base da família é a mulher. A partir da instalação do embrião, passa a haver uma nova vida humana e, para mim, cercear seu desenvolvimento equivale a assassinato.

Imagem com citação de Cardeal Ratzinger

Educação bilíngüe desde o berço

Repostado originalmente em 18/07/2017

(WordPress não permite integração gratuita com o Bitchute, é necessário clicar no link acima.)

O maior centro para crianças superdotadas da América Latina

‘Não falava sobre astronomia por vergonha’: o maior centro de superdotados da América Latina | BBC News Brasil
Em escola na Cidade do México, crianças são reunidas em turmas não por sua idade (variando de 2,5 a 17 anos), mas por capacidade e desenvolvimento intelectual.

Educação pós-pandemia

O vídeo a seguir trata dos seguintes assuntos: mostras de que o futuro da educação e da tecnologia sempre foi um tema considerado por estudiosos; a importância da gestão da informação no mundo digital; a crise da criatividade, efeito Dunning-Kruger e a replicação de desinformação na atualidade; o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e a BNCC; os exemplos da Escola do Trabalhador e da Escola para Cidadania e outros modelos de educação à distância em massa; o desafio do trabalho colaborativo por meio do livro didático dentro da BNCC; a movimentação para a educação aberta na era digital; reflexão da educação pós-pandemia; a questão da educação inclusiva continuada; o problema da carga horária limitada dos estudantes no Brasil; o licenciamento de materiais educativos e os direitos autorais (recursos educacionais abertos — REA’s); o legado e as perspectivas positivos e negativos da pandemia; a desigualdade e o processo de exclusão; o fortalecimento dos sistemas municipais e estaduais; a necessidade de mudança do sistema de apoio escolar, hoje voltado para questões não relacionadas ao ensino, mas sim aos processos de gestão; a compreensão de que a situação emocional dos alunos é importante para a educação; a questão da obsolescência da escola e o advento do paradigma da aprendizagem remota.

O legado à educação pós-pandemia | Aprendizagem Remota
Tema: O legado à educação pós-pandemia: mediação tecnológica, recursos educacionais abertos  e educação mais aberta e flexível
Mediador: Carlos Alberto Oliveira
Debatedores: Thérèse Hofmann Gatti Rodrigues da Costa,  Cristine Martins Gomes de Gusmão e José Henrique Paim
Data: 29 de maio de 2020 – 10h às 11h
Sessões abertas:
O cenário da educação mundial, diante da pandemia de Covid-19, experimenta, neste momento, uma realidade totalmente nova, trazendo, a reboque, desafios enormes para toda a sociedade.
No Rio de Janeiro, o grupo de especialista se organiza, no sentido de prover aos alunos da rede de Educação Pública Estadual a aprendizagem remota, por meio de mediação tecnológica, sem deixar de lado a importância da relação professor-aluno.
Esse grupo estará disponível para empreender, junto às equipes da rede de Educação Pública Estadual, debates relacionados a temas aderentes ao mote que rege as ações do estado, de acordo com a Unesco.

O desafio da permanência dos alunos na escola

O vídeo abaixo trata sobre os seguintes assuntos: a preocupação com o impacto da pandemia e quarentena obrigatória na formação da geração atual de crianças, bem como suas conseqüências futuras; três dimensões de risco para educação: desigualdade social, importância da escola, permanência vs evasão; a desigualdade estrutural brasileira no acesso a bens culturais e a bens econômicos de ascenção social; levantamento da questão sobre como trabalhar com os fatores intra-escolares dentro dessa estrutural de desigualdade; o ”efeito escola” e a individualização de cada escola em si; a importância atual da escola não apenas como possibilidade de acesso à cultura, mas também como fator de garantia de dignidade humana; a necessidade de atribuir sentido à escola, diferentemente do mero acesso à informação; a diferença entre disponibilidade de informação e construção de conhecimento; a importância da motivação; a garantia do acesso à escola e permanência nela; o déficit de instituições nos municípios brasileiros; apresentação de dois instrumentos burocráticos para auxiliar o trabalho de permanência, a Ficha de Comunicação de Aluno Infreqüente (FICAI) e a Busca Ativa Escolar; o problema da freqüência durante a pandemia especialmente na rede pública, cujos alunos não têm acesso à internet ou mesmo aos correios; os fatores familiares modificados durante o tempo de quarentena; a participação da UNDIME no processo de permanência dos alunos; a discrepância do processo em municípios diferentes; o papel dos dirigentes durante a quarentena e no retorno às atividades presenciais; a necessidade da articulação intersetorial (educação, saúde e assistência social); a questão do impacto psicológico da pandemina nos alunos e docentes; os motivos intraescolares e extraescolares da evasão escolar; reflexão sobre o papel da escola e dos gestores escolares em seu papel de difusão de informações e diagnóstico de necessidade das famílias dos alunos; a função da escola na comunidade em que está inserida; o papel do servidores designados para acompanhar a freqüência escolar; o papel dos grêmios estudantis; as expectativas quanto ao retorno às atividades normais da escola após a quarentena.

Escola e o desafio da permanência | Aprendizagem Remota
Mediador: Carlos Alberto Pereira de Oliveira, Vice-diretor do IFHT/UERJ e Membro do Comitê Executivo do ICDE
Debatedores:
Ana Lara Casagrande, professora da UFMT, doutora em Educação, pesquisadora com ênfase no ensino médio.
Jaqueline Antunes Farias, Professora Docente II e – da SEEDUC. Mestre em Gestão e Avaliação da Educação Pública pela UFJF. Superintendente de Gestão das Regionais Pedagógicas da SEEDUC.
Stella Salomão, Secretária de Educação de Angra dos Reis, Presidente da UNDIME RJ Secretária de Articulação da UNDIME NACIONAL.
Sessões abertas:
O cenário da educação mundial, diante da pandemia de Covid-19, experimenta, neste momento, uma realidade totalmente nova, trazendo, a reboque, desafios enormes para toda a sociedade.
No Rio de Janeiro, o grupo de especialista se organiza, no sentido de prover aos alunos da rede de Educação Pública Estadual a aprendizagem remota, por meio de mediação tecnológica, sem deixar de lado a importância da relação professor-aluno.
Esse grupo estará disponível para empreender, junto às equipes da rede de Educação Pública Estadual, debates relacionados a temas aderentes ao mote que rege as ações do estado, de acordo com a Unesco.

ONU: mundo deve ‘redesenhar’ a educação em meio à pandemia| ONU Brasil
Em meio à maior crise jamais vista na educação global, provocada pela pandemia de COVID-19, temos uma “oportunidade geracional” para “redesenhar” a área. A avaliação é do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em uma mensagem em vídeo ao lançar nesta terça-feira (4) um relatório sobre o tema.
“A educação é a chave para o desenvolvimento pessoal e o futuro das sociedades. Desbloqueia oportunidades e reduz desigualdades. É o alicerce das sociedades informadas e tolerantes e o principal impulsionador do desenvolvimento sustentável”, disse Guterres.
Segundo a ONU, até meados de julho, as escolas estavam fechadas em mais de 160 países, afetando mais de 1 bilhão de estudantes. Além disso, pelo menos 40 milhões de crianças em todo o mundo não tiveram acesso à educação pré-escolar. E os pais e responsáveis – e especialmente as mulheres – foram forçados a assumir os encargos mais pesados de cuidados em casa.
Quatro áreas prioritárias de ação são sugeridas pelas Nações Unidas; saiba aqui quais são: bit.ly/covid-edu-onu
(Foto de capa do vídeo: um menino de dez anos estuda com a ajuda de sua mãe em casa no assentamento informal de Mathare, em Nairóbi, Quênia. Crédito da foto: UNICEF/Translieu/Nyaberi)

Avaliação sob a perspectiva de novas metodologias educacionais – Parte 1

O vídeo a seguir trata sobre os seguintes temas: os tipos de avaliação a que todas as instituições estão submetidas (avaliação institucional e avaliação do aprendizado); INEP e o Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis); Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade); a recente regulamentação da educação à distância em 2005~2017 e a questão da avaliação no ensino à distância segundo as DCN; a obsolescência da prova tradicional nos ambientes virtuais de aprendizagem; o acesso deficitário às tecnologias de comunicação na realidade atual; a falta de formação andragógica para docentes de nível superior (consoante ao meu TCC); o excesso de alunos em sala de aula/turma/grupo impede a avaliação formativa dos alunos; a diferença entre educação à distância e educação remota; como observar como o aluno demonstra o conhecimento adquirido; os motivos e usos das avaliações; a Portaria 419/2013 que estabelece os critérios de avaliação no Rio de Janeiro ; a necessidade de adaptar a avaliação quando de momentos excepcionais, saindo da avaliação somativa para uma avaliação formativa de aprendizagem; críticas ao modelo de ensino básico atual; questões relacionadas à época da pandemia.

Avaliação sob a perspectiva de novas metodologias educacionais | Aprendizagem Remota
Mediadora: Claudia Capello
Debatedores: Ana Valéria, Luis Otoni e Cacilda Andrade

Sessões abertas:
O cenário da educação mundial, diante da pandemia de Covid-19, experimenta, neste momento, uma realidade totalmente nova, trazendo, a reboque, desafios enormes para toda a sociedade.
No Rio de Janeiro, o grupo de especialista se organiza, no sentido de prover aos alunos da rede de Educação Pública Estadual a aprendizagem remota, por meio de mediação tecnológica, sem deixar de lado a importância da relação professor-aluno.
Esse grupo estará disponível para empreender, junto às equipes da rede de Educação Pública Estadual, debates relacionados a temas aderentes ao mote que rege as ações do estado, de acordo com a Unesco.

Escola e avaliação da aprendizagem no contexto atual – Parte 1

O seguinte vídeo trata sobre os seguintes tópicos: avaliação dos alunos durante o ensino remoto emergencial; conceitos básicos de avaliação: formativa, somativa e prognóstica; processo de avaliação como reflexão do processo de ensino-aprendizagem (construção do conhecimento); a diferença entre a trajetória do aluno e os instrumentos de avaliação (provas e testes); a importância da definição de critérios de avaliação; a avaliação por competências desenvolvidas no ano letivo; o problema do processo de inclusão digital, tanto dos professores quanto dos alunos, e seu impacto no processo de aprendizagem e avaliação; a contraposição da proposta da cultura do educando autônomo e realidade escolar atual; o processo de adaptação para sair do ensino presencial para ingressar no ensino remoto; nem todos os professores têm competência para o ensino remoto; a interação entre a escola e a família, bem como a definição de seus papéis; o problema da falta de assiduidade dos alunos no ensino remoto; as questões emocionais relacionadas ao isolamento social; a avaliação é uma forma de mensuração de juízo de valor; a perplexidade dos profissionais de educação em relação a esse período e ao retorno às atividades; a questão da tecnofobia e da tecnofilia; a oportunidade que a crise trouxe de trazer para a normalidade a mediação tecnológica em formato híbrido; detalhamento da avaliação: onde avaliar, como avaliar, para que avaliar, quem avaliar, quando avaliar e o que avaliar; a personalização da avaliação e seu impacto psicológico nos alunos; a questão burocrática da avaliação; reflexão sobre os marcos legais não estarem preparados para eventos como o isolamento social; a diferença entre a teoria pedagógica e a prática escolar, bem como sua aplicabilidade; novas possibilidades de avaliação mediadas pelas plataformas virtuais; o uso de plataformas digitais como instrumento para aumentar o engajamento dos alunos; a ferramentalização das plataformas digitais como meio de trabalho, não apenas como meio de comunicação; os ganhos de aprendizagem profissional durante o tempo do isolamento social.

Escola e avaliação da aprendizagem no contexto atual | Aprendizagem Remota
Mediador: Claudia Capello – UERJ
Debatedores
Eloiza da Silva Gomes de Oliveira – UERJ
Márcia de Medeiros Aguiar – Cesgranrio / FGV
Ana Valeria Dantas – SEEDUCRJ