Programação em jogos – Conhecendo a história da programação.

A Brief Description and Comparison of Programming Languages FORTRAN, ALGOL, COBOL, and LISP 1.5 From a Critical Standpoint
NATIONAL AERONAUTICS AND SPACE ADMINISTRATION
Technical Memorandum 33-566
JET PROPULSION LABORATORY – CALIFORNIA INSTITUTE OF TECHNOLOGY – PASADENA, CALIFORNIA
Reproduced by NATIONAL TECHNICAL INFORMATION SERVICE – U S Department of Commerce
Author: F. P. Mathur

September 15, 1972

Several common higher level program languages are described. FORTRAN, ALGOL, COBOL, PL/I, and LISP 1.5 are summarized and compared. FORTRAN is the most widely used scientific programming language. ALGOL is a more powerful language for scientific programming. COBOL is used for most commercial programming applications. LISP 1.5 is primarily a list-processing language. PL/I attempts to combine the desirable features of FORTRAN, ALGOL, and COBOL into a single language.

Texto completo: 19720025540


Fonte: https://ntrs.nasa.gov/archive/nasa/casi.ntrs.nasa.gov/19720025540.pdf

Programação de jogos – Didática.

Minha reação ao começar a aprender linguagem de programação. A didática é horrível!

Programação em jogos – Arte gráfica

Top 8 Video Game Art Style Types | WhatTheFnu

漫画家 黒田bb – Drawing with Wacom (DwW) | wacomwcl

Bring any character to life with the Wacom Intuos 3D and ZBrushCore | Wacom

Top 10 Upcoming PIXEL ART Games 2018

Programação em jogos – Conteúdo procedural

Procedural Generation – How Games Create Infinite Worlds – Extra Credits | Extra Credits

Game Maker – Procedural Generation in Level Design | DragoniteSpam

TV UVA – Pedagogia em Ação – Tutoria Online – Prof. João Mattar

Programação de jogos – O que NÃO fazer.

Editado em 25/02/2021: reencontrado vídeo.
Game Design – O jogo que o tempo esqueceu
https://www.youtube.com/watch?v=ARQLvqrkqzo

The Game That Time Forgot | Adam Butcher

 

Os erros sugeridos pelo criador do jogo, que levou tanto tempo para ser finalizado, são

  • Ambição: lidar com múltiplas mecânicas ou desenvolver sozinho um jogo de grande complexidade leva muito tempo;
  • Não saber codificar: começar a criar um jogo sem conhecer o básico de programação e depender somente dos motores de jogos traz muitas dificuldades;
  • Gráficos complexos demais: se além de programar o desenvolvedor optar por gráficos muito complexos, isso dificultará a produção do jogo;
  • Tempo levado para produzir: se a produção levar muito tempo, inevitavelmente haverá avanços tecnológicos e o jogo finalizado terá a aparência de um jogo ”antigo”;
  • Inflexibilidade: não considerar mudar o plano original caso perceba que está tendo dificuldades para finalizar o projeto;
  • Não desistir: se, após iniciado o projeto, o desenvolvedor perceber que o jogo está além de suas capacidades, talvez seja apropriado reconsiderar se vale a pena ou não seguir em frente.

Modelos em EAD – Prof. João Mattar

A pesquisa on-line -Parte 2

EDUCAÇÃO, PESQUISA E INTERNET

Ed. 55

Jarbas Novelino Barato

A utilização de princípios de pesquisa em educação pode ser uma ótima decisão em termos metodológicos. Pesquisa e aprendizagem são processos muito parecidos. Ambos resultam em novos conhecimentos para o pesquisador e para o aprendiz. Por essa razão já há uma tradição de pesquisa no ambiente escolar.

Nos anos de 1970, quando era secretário de educação de Roma, o educador Francesco Tonucci, costumava fazer sérias críticas ao uso do termo pesquisa para designar certas práticas escolares. O educador italiano dizia que muitas vezes as pesquisas escolares eram simples operações de reprodução de informações encontradas em algum livro. Dessa forma, dizia ele, o sentido original da pesquisa como processo de busca de respostas para questões fundamentais para o investigador era deixado de lado. Pior: o aluno saia da experiência pensando que pesquisa era uma atividade livresca e burocrática.

Texto completo: Educação, Pesquisa e Internet


Fonte: https://jarbas.wordpress.com/055-educacao-pesquisa-e-internet/ em 02/10/2016

A pesquisa on-line – Parte 1

Projeto de Pesquisa- O currículo da escola do século XXI

I’m back you weaklings!

7 Minutes of Olympic Squats