Atualizado em 01/01/2020
https://www.youtube.com/watch?v=MnKk1TOUNoQ
Postagem original: https://wp.me/p2kFr3-1tC
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| Paulo Freire, o patrono do fracasso educacional brasileiro Rogério Marinho 04/11/2017 Infelizmente, segundo numerosas pesquisas nacionais e internacionais, o sistema de ensino brasileiro é um dos mais ineficientes do planeta. Crianças e adolescentes sabem muito pouco do que deveriam saber: dominam precariamente a língua portuguesa e não possuem habilidades básicas em matemática. A falta de aprendizado é o nosso maior obstáculo educacional. Tal precariedade é resistente e subsiste à revelia das questões fiscais e de investimento público. É um ensino ruim quando o dinheiro é farto ou escasso. As raízes da precariedade do ensino brasileiro podem ser encontradas na formação de nossos professores. Há muito, cursos universitários, públicos e privados, foram invadidos pela demagogia política mais abjeta. De fato, o ensino pedagógico de nível superior furtou-se a ensinar aos jovens mestres técnicas de aulas, metodologias baseadas em evidências científicas e conhecimento de como as pessoas aprendem. Ademais, há professores que também não dominam os conteúdos de suas próprias disciplinas. O estudante de pedagogia forma-se sem conhecer os elementos fundantes de sua futura profissão e muitos sequer desfrutam de estágios profissionais sérios e sistemáticos. No Brasil, abandonou-se a pedagogia em prol de discursos políticos e formação de militantes. O maior símbolo desse tipo de educação é o famoso, muito comentado e pouco lido, Paulo Freire. O tema não é novo. Desde que estreou no cenário público e político, Paulo Freire causou polêmicas e motivou inúmeros intelectuais brasileiros a denunciar suas artimanhas revolucionárias. Em setembro de 1963, por exemplo, o jornal Estado de São Paulo endossou a análise demolidora de Dulce Salles Cunha Braga, na época vereadora em São Paulo, sobre o “método de alfabetização” do intelectual comunista: “esse método, em si, apresenta sérias lacunas, sendo passível de críticas fundamentais no que se refere à sua oportunidade e eficiência. O mais grave, porém é que segundo depoimentos de pessoas de ilibada idoneidade, o método em causa tem sido veículo de doutrinação marxista, sob pretexto de alfabetização.” A professora Dulce foi a primeira senadora paulista, vereadora por três vezes e deputada estadual também por três vezes. A Pedagogia do Oprimido, livro mais famoso de Paulo Freire, é obra recheada de elogios a Fidel Castro, Che Guevara, Mao Tsé-Tung, Lenin e às revoluções comunistas. Freire ignora o sangue de inocentes derramado por esses tiranos e assassinos, responsáveis por genocídios covardes e produz um panfleto socialista com quase nada de pedagogia. Seu objetivo, coberto por um manto de palavras confusas e desconexas, é estabelecer as bases de uma revolução socialista no Brasil por meio da subversão cultural de estudantes em prol do velho e refutado materialismo marxista. Prega em seu livro sinuoso a revolta dos alunos diante da autoridade do professor e da família. O patrono da educação brasileira esforçasse-se, utilizando uma linguagem tosca e truncada, em demonizar a família e a autoridade paterna: “as relações pais-filhos, nos lares, refletem, de modo geral, as condições objetivo-culturais da totalidade de que participam. E, se estas são condições autoritárias, rígidas, dominadoras, penetram nos lares que incrementam o clima da opressão”. Tudo para ele é opressão, exploração e domínio. De 1989 a 1991, Freire teve a oportunidade de pôr em prática suas ideias copiadas da tradição teórica marxista. Foi secretário de educação de São Paulo na gestão de Luiza Erundina. O legado do idolatrado militante foi a promoção automática dos estudantes. Freire considerava a autoridade do professor em avaliar os alunos como algo opressor. A libertação é promover estudantes mesmo que não tenham aprendido a contento o conteúdo programado. É a perpetuação da falta de qualidade do ensino. Precisamos urgentemente promover uma profunda revisão na formação de nossos professores. Jamais poderemos superar nossas dificuldades sem introduzir no ensino superior pedagogias realmente científicas e calcadas em evidências empíricas. Não podemos continuar apenas com a politização canhota e que tanto mal faz ao ensino nacional. Precisamos de mais ciência e menos ideologia barata e mistificadora. Fonte: http://www.ilisp.org/artigos/paulo-freire-o-patrono-do-fracasso-educacional-brasileiro/ – |
INTERDISCIPLINARIDADE, MÚSICA E EDUCAÇÃO MUSICAL
Rita de Cássia Fucci Amato
Este artigo apresenta algumas reflexões sobre as possibilidades de exploração das inter-relações entre saberes e práticas musicais e de outras áreas. Para tanto, elucida inicialmente alguns termos congêneres que identificam modalidades e abordagens de pesquisa baseadas no relacionamento entre diferentes campos do conhecimento, tais como interdisciplinaridade, multidisciplinaridade, transdisciplinaridade, pluridisciplinaridade e multirreferencialidade. A seguir são apresentadas algumas possibilidades de explorações interdisciplinares envolvendo a música e a educação musical. O estudo é realizado com base
em uma revisão de literatura envolvendo áreas como música, educação musical, educação, sociologia, gestão e ciências da saúde, além da filosofia, da teoria do conhecimento e da epistemologia. Conclui-se apontando reais caminhos de integração interdisciplinar na música e na educação musical.
Texto completo: artigo interdisciplinaridade musica edmus Amato RevOpus16n1-2010
Fonte: https://www.anppom.com.br/revista/index.php/opus/article/download/224/203
CONTRIBUTOS PARA A ELABORAÇÃO DE UMA TESE INTERDISCIPLINAR
Carlos Pimenta
Os conceitos e a terminologia da interdisciplinaridade são ambíguos, com utilização múltipla. Começamos por precisá-los. A interdisciplinaridade nem sempre é epistemologicamente superior à disciplinaridade, mas apresenta manifestas vantagens explicativas em vários projectos de investigação, contribuindo decisivamente para o progresso científico. A sua utilização exige ter consciência das dificuldades (ontológicas, epistemológicas, organizativas e psicológicas) e saber superá-las. Apresentam-se algumas formas de as superar durante a realização de uma tese, tomando como referência o doutoramento.
Texto completo: artigo interdisciplinaridade Pimenta 2008
Fonte: http://e-revista.unioeste.br/index.php/ideacao/article/view/4144
A ABORDAGEM SISTÊMICA NA PESQUISA EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Alfredo Iarozinski Neto
Maria Silene Leite
A Engenharia de Produção está afeta a problemas que se caracterizam pela complexidade. Para serem resolvidos, esses problemas demandam conhecimentos que vão além da matemática e da física, como ocorre nas engenharias mais clássicas. Eles necessitam de uma abordagem que permita o acesso ao conhecimento de várias disciplinas simultaneamente, ou seja, uma abordagem interdisciplinar. Para praticar a interdisciplinaridade e sistematizar o processo de pesquisa na Engenharia de Produção é apresentada a abordagem sistêmica. Ela é capaz de levar em conta o conjunto das variáveis que caracterizam os problemas considerados complexos. A base metodológica escolhida para implementar a abordagem sistêmica é a sistemografia, que permite ampliar o horizonte de pesquisa para aproximar a realidade do fenômeno observado. Finalmente, será mostrada como a abordagem sistêmica permite que o pesquisador trabalhe em um nível maior de subjetividade sem perder a tão necessária “objetividade” científica.
Texto completo: http://www.scielo.br/pdf/prod/v20n1/aop_200804040
Fonte: N/A
METODOLOGIA DE PROJETOS E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UMA EXPERIÊNCIA SIGNIFICATIVA NA PRÁTICA DE ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS
Elizabeth Cardoso Gerhardt Manfredo
Trata-se de um estudo que analisa as perspectivas da metodologia de projetos na formação de professores reflexivos e pesquisadores, entendendo tal prática como uma estratégia formativa que apóia de um lado a formação docente e de outro contribui com os contextos locais em que se insere. Tal estudo envolveu graduandos do curso de Licenciatura em Ciências Naturais, Habilitação em Biologia e Química de uma universidade pública no município de Marabá-Pará, no ano de 2005. Os dados foram produzidos a partir das observações durante a experiência e do conteúdo dos relatórios da disciplina Prática de Ensino, sendo agrupados em dois eixos (1) valor formativo da experiência com projetos, e (2) intervenção na realidade local. As análises evidenciam aspectos relevantes dos projetos didáticos para a formação do professor de ciências, e ainda seu potencial de intervenção em problemas concretos, provocando ações, reflexões e práticas educativas que fortalecem a identidade docente dos futuros professores.
Texto completo: artigo Manfredo_metodologiadeprojetos licenciatura ciências
Fonte: http://if.ufmt.br/eenci/artigos/Artigo_ID26/pdf/2006_1_3_26.pdf
PROJETOS DE APRENDIZAGEM BASEADOS EM PROBLEMA NO CONTEXTO DA WEB 2.0: POSSIBILIDADES PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA
Daiana Trein
Eliane D. R. Schlemmer
O artigo apresenta uma reflexão sobre as possibilidades das práticas pedagógicas, no contexto do uso das Tecnologias Digitais Virtuais Emergentes – TDVEs, especificamente no que se relaciona com as ferramentas da Web 2.0. Estabelece uma relação entre a Web 1.0 e a cultura do ensino e a Web 2.0 e a cultura da aprendizagem, abordando os projetos de aprendizagem baseados em problemas, como uma alternativa para os currículos disciplinares.
Texto completo: artigo projetos aprendizagem curso licenciatura pedagogia Unisinos
Fonte: Revista E-Curriculum, São Paulo, v. 4, n. 2, jun 2009.
http://www.pucsp.br/ecurriculum
Acervo completo: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/issue/archive
Repasso a quem interessar possa, em especial professores, para acompanhamento, votação e inteiro teor.
Projeto de lei 7.180/2014
Proposta de inclusão do parágrafo abaixo na Lei de Diretrizes e Base:
XIII – respeito às convicções do aluno, de seus pais ou responsáveis, tendo os valores de ordem familiar precedência sobre a educação escolar nos aspectos relacionados à educação moral, sexual e religiosa, vedada a transversalidade ou técnicas subliminares no ensino desses temas.” (AC)
À época desta postagem, poucos dias após as novas eleições presidenciais, o tema está para ser discutido e analisado mais uma vez na câmara de deputados, com possibilidade de votação ainda este ano.
Disponível em:
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=606722
A discussão do plano das idéias em contraposição com a realidade factual vem desde o ideologismo de Platão contra a materialidade de Aristóteles.
Uma coisa é o que discutimos filosoficamente. No campo das idéias, podemos falar de tudo, questionar tudo e interpretar livremente numa hermenêutica infinda acerca daquilo que seria o melhor ordenamento político ou a melhor linha de ação frente a um problema social. Outra coisa é o que é possível na realidade, quais ações são realmente factíveis e eficientes dentro do campo das ações em políticas públicas.
Indago, portanto: na realidade e no contexto em que vivemos, as outras opções efetivamente resolvem o problema? Nas últimas décadas desde Brizola, as outras opções têm sido utilizadas (diálogos, programas públicos, conscientização etc.) e não funcionaram. E enquanto não funcionam, dezenas, centenas, milhares de pessoas inocentes são penalizadas pela teimosia míope de continuar insistindo no que não está funcionando. ”Porque é filosoficamente correto.” ”Porque é ético.” ”Porque é juridicamente legal.”
O que é belíssimo no campo das idéias nem sempre funciona na vida real.
É como a visão do Batman que se recusa a matar o Coringa. Batman, vigilante louco duma cidade em que a lei não funciona. Coringa, assassino imprevisível e irrecuperável. Mas Batman mantém-se convicto de que quer ”ajudar” o Coringa. De que ele tem salvação. De que pode ser recuperado. E a cada fuga, mais tragédias. Assim, ao não tomar uma solução eficiente, Batman torna-se o maior cúmplice do Coringa.
Filosoficamente a vida é santa em todas as suas formas, da concepção ao fim natural. Ninguém tem o direito de tirar a vida de outrem em hipótese alguma. Do aborto à pena de morte, toda supressão da vida doutrem é hedionda. Isso chama-se ”razão”. E numa guerra, a primeira coisa que morre é a razão.
Abater criminosos é um crime contra a humanidade? Que seja, então.
Na realidade em que estamos, é possível resolver de outra forma? Não agüentamos mais a vida em barbárie que já vivemos. Quanto tempo mais temos que esperar para que as outras ”soluções” comecem a surtir efeito? Quantas mães mais precisam chorar? Quanto mais medo precisamos ter? Até quando?
Por 22 anos morei na favela do Jacarezinho, uma das mais violentas e imundas favelas do Rio de Janeiro. Eu bem sei como é: eu vivenciei. E a insatisfação minha e da maioria das demais pessoas chegou ao ponto máximo. Não queremos mais condescendência. Os tempos de tolerância e de belos discursos só nos trouxeram tristeza, medo e dor. Já não falamos mais com a razão. Falamos agora com nossos corações partidos e ressentidos, magoados com tudo o que sofremos, clamando por uma solução não bela ou ética, mas que resolva.
Não queremos banho de sangue. Não queremos chacina. Não queremos o mal alheio. Não queremos mais mortes. Queremos apenas que ao menos os homens de bem possam lutar em iguais condições. Que os soldados dessa guerra saibam que ao menos podem revidar. E que os homens de bem possam continuar vivos. É simplório defender que os homens de bem não possam revidar, usando a força necessária para tanto, bem como as mesmas armas de nossos algozes.
Conversa entre o Demolidor e Justiceiro – DEMOLIDOR
Parte 1
Parte 2
PEDAGOGIAS DE PROJETOS: FUNDAMENTOS E IMPLICAÇÕES
Maria Elisabette Brisola Brito Prado
Atualmente, uma das temáticas que vêm sendo discutidas no cenário educacional é o trabalho por projetos.Mas que projeto? O projeto político-pedagógico da escola? O projeto de sala de aula? O projeto do professor? O projeto dos alunos? O projeto de informática? O projeto da TV Escola? O projeto da biblioteca? Essa diversidade de projetos que circula freqüentemente no âmbito do sistema de ensino muitas vezes deixa o professor preocupado em saber como situar sua prática pedagógica em termos de propiciar aos alunos uma nova forma de aprender integrando as diferentes mídias nas atividades do espaço escolar.
Texto dentro da coletânea ”Tecnologia, currículos e projetos”
Este capítulo traz uma coleção de artigos referentes às novas maneiras de ensinar, aprender e desenvolver o currículo ao integrar diferentes tecnologias à prática pedagógica voltada à aprendizagem significativa do aluno, especialmente quando se trabalha com projetos. Sob essa ótica, o aluno, sujeito ativo da aprendizagem, aprende ao fazer, levantar e testar
idéias, experimentar, aplicar conhecimentos e representar o pensamento. Cabe ao professor criar situações que provoquem os alunos a interagir entre si, trabalhar em grupo, buscar informações, dialogar com especialistas e produzir novos conhecimentos.
Texto completo: Articulações entre áreas de conhecimento e tecnologia
Fonte: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/1sf.pdf