Análise de freqüência de letras da Língua Portuguesa (isoladas, digramas e trigramas).

Análise de Freqüências da Língua Portuguesa
Pedro Quaresma
Augusto Pinho

Na actual Aldeia Global da Idade da Informação o estudo/compreensão da criptografia e da criptoanálise (criptologia) afigura-se como muito importante. Nesse contexto desenvolveu-se uma página da Rede que apresenta as cifras mono-alfabéticas de substituição clássicas, permitindo a experimentação das mesmas, assim como o explorar dos métodos cripto-analíticos para as “quebrar”, a saber o estudo de frequências e a procura
exaustiva no espaço das chaves. Neste artigo apresenta-se o estudo estatístico da Língua Portuguesa, nos que diz respeito às suas principais características. É este estudo que suporta os métodos cripto-analíticos para as cifras clássicas, as quais devido ao seu carácter de cifras de substituição mantêm inalteradas as características próprias de uma língua. Apresentam-se de forma gráfica os resultados mais importantes para: a frequência relativa das letras, os digramas, os trigramas, as letras iniciais, as letras finais, e as “palavras curtas”.

Texto completo: interTIC07pqap


Fonte: https://www.mat.uc.pt/~pedro/lectivos/CodigosCriptografia1011/interTIC07pqap.pdf

Processos de avaliação: material complementar – Parte 2

Vídeo: Conversando com Rubem Alves
Professores de espanto para que a educação não chegue ao fim.

Avaliação prognóstica – Parte 4

TAXONOMIA DE BLOOM
Revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais
Ana Paula do Carmo Marcheti Ferraz
Renato Vairo Belhot

Muitos são os instrumentos existentes para apoiar o planejamento didático-pedagógico, a estruturação, a organização, a definição de objetivos instrucionais e a escolha de instrumentos de avaliação. A Taxonomia de Bloom é um desses instrumentos cuja finalidade é auxiliar a identificação e a declaração dos objetivos ligados ao desenvolvimento cognitivo que, no contexto deste artigo, engloba a aquisição do conhecimento, competência e atitudes, visando facilitar o planejamento do processo de ensino e aprendizagem. Embora este seja um instrumento adequado para utilização no ensino superior, poucos educadores fazem uso dele por não conhecerem uma maneira adequada de utilizá-lo. Este artigo tem como objetivo apresentar a Taxonomia de Bloom e as modificações ocorridas nos últimos anos, assim como esclarecer a forma como ela pode ser utilizada dentro do contexto de ensino de engenharia.

Texto completo: art_FERRAZ_Taxonomia_de_Bloom_revisao_teorica_e_apresentacao_2010


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/gp/v17n2/a15v17n2.pdf

Mensagem nº 352

“Não se eleve e rebaixe o outro.
Não se rebaixe e eleve o outro.
Nem se iguale.
Cada um de nós é único.
Essas comparações que fazemos não são benéficas.
Nem para você, nem para o outro.

E de novo eu faço a pergunta: quem é o outro, senão um aspecto de você mesmo?”

Monja Coen
Sacerdotisa budista brasileira

Avaliação prognóstica – Parte 3

SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL
Avanços e novos desafios
Maria Helena Guimarães de Castro

O artigo descreve e analisa os sistemas de avaliação da educação básica brasileira, focalizando a concepção e metodologia, o processo de implementação e as dificuldades de utilização dos resultados para melhorar a qualidade das escolas. Aborda-se o caso de São Paulo, com destaque para a agenda da reforma educacional e as políticas voltadas para a melhoria da qualidade do ensino.

Se há uma política que avançou no Brasil, nos últimos 15 anos, foi a implantação dos sistemas de avaliação educacional. Neste período, inúmeras iniciativas deram forma a um robusto e eficiente sistema de avaliação em todos os níveis e modalidades de ensino, consolidando uma efetiva política de avaliação educacional. Considerada hoje uma das mais abrangentes e eficientes do mundo, a política de avaliação engloba diferentes programas, tais como o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica – Saeb, o Exame Nacional do Ensino Médio – Enem, o Exame Nacional de Cursos – ENC, conhecido como Provão e, posteriormente, substituído pelo Exame Nacional de Desempenho do Ensino Superior – Enade, o Exame Nacional de Certificação de Jovens e Adultos – Enceja, o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – Sinaes, a Prova Brasil e o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb. Em conjunto, estes sistemas, ao lado da Avaliação da Pós-Graduação da Capes – o mais antigo sistema de avaliação do país no setor educação –, configuram um macrossistema de avaliação da qualidade da educação brasileira.

Texto completo: v23n01_01


Fonte: http://produtos.seade.gov.br/produtos/spp/v23n01/v23n01_01.pdf

Superman – A Era de Ouro da animação

Superman – The Golden Age of Animation

Desgosto intelecual

Estou profundamente chateado com o fato de que neste país atrasado, em especial nesta arrogante e presunçosa cidade, não temos nada (ou quase isso…).

Sinto-me agastado/enfadado ao deparar-me com a dificuldade em obter informações para aprender coisas novas. Para um autodidata, a carência de boas fontes é muito desagradável. Sempre que procuro conhecimento ou boas referências sobre assuntos “alternativos”, só acho em inglês. E coisas nos EUA. Eu realmente não consigo encontrar (com a facilidade esperada) informação fidedigna vinda de terras tupiniquins.

A exceção foi marcenaria, que realmente dispõe de informação muito boa em português. Mas de resto, é lixo em demasia. Tem que garimpar muito para achar algo que preste. Oásis no deserto intelectual de mediocridade e/ou vulgaridade chamado Brasil… A quantidade de gente que resolve colocar um inútil vídeo que se resume a “Fala, galera! Beleza?” é enorme. Alcunhar a produção de conteúdo intelectual ou informativo como deficitária é elogio. O nível de analfabetismo funcional específico é assustador.

Por hora, estou aprendendo programação de computadores.  Daí descobri um sujeito que diz ensinar Python e chama ‘*’ de “Astrelisco”. Apenas um exemplo dentre os incontáveis que há na rede. Pessoas que nem ao menos dominam seu próprio idioma, querendo ensinar o que também não entendem.

Não espero que tais “programadores” chamem o símbolo “&” de eitza (pronúncia: “éitssa”), ou que reconheçam o “¬” como negação lógica. Já concluí que isso seria pedir demais. Mas, ao menos que entendam minimamente do que estão falando, ou estudem um pouco o assunto antes de se exporem como ignorantes perante o resto do mundo.

Quer aprender sobre ciência? O sujeito tenta “lacrar” (verbo da moda) falando de política.
Quer aprender como se trabalha com Arduino? Não tem.
Quer aprender como se trabalha com Rapsberry? Não tem.
Quer aprender a personalizar seu teclado mecânico? Não tem.
Quer aprender algo de alguma comunidade legal? Não tem.
Quer aprender mais sobre artes clássicas (pintura, escultura, música)? Não tem.
Quer aprender mais sobre caravanas e rulotes? Muito pouco.
Quer aprender mais sobre esportes que não sejam futebol? Praticamente não tem.
Levantamento de peso? Nem pensar!
Levantamento básico? O que é isso?!

Quer aprender mais sobre qualquer coisa? Procure em inglês.

Antes de criticar-me: é claro que há conteúdo. E há fontes realmente muito boas, saliento. Minha queixa é ao fato de esse conteúdo ser muito escasso e/ou pouco aprofundado se comparado ao conteúdo em inglês. Em português, a didática também peca em vários pontos. Cogito isso ser reflexo da inópia de nosso sistema educacional…

A falta de cultura deste país me enoja. E ainda pior é a invisível barreira quase metafísica para obter os recursos, caso eu queira experimentar algum desses “inusitados” projetos. Entenda isso como entraves ou empecilhos para descobrir uma nova afecção (ou se preferir o termo em inglês: hobby). Simplesmente “não tem no Brasil”. E “se tiver no Brasil, só em São Paulo”. E “se tiver no Rio de Janeiro, só nos confins da cidade”.

Meu breve contato com o Levantamento de Peso findou infrutuoso em parte por causa disso. Encontrei um treinador que estava disposto a me treinar gratuitamente, mas não segui no esporte pela distância física até os centros de treinamento.

Não sendo isso bastante, se você se interessar por qualquer coisa que não faça parte da vidinha comum, da mesmice em que a sociedade chafurda e em que o homem comum se contenta, além de ter de aprender a lidar com os olhares de menoscabo / curiosidade / desdém / repúdio (caso dê valor à opinião alheia) e com a ignorância coletiva previamente mencionada, também terá de lidar com a imperante escassez de acesso a recursos e o exorbitante preço das ferramentas/materiais.

Uma ou outra marca por aqui ou acolá comparado com dúzias de dúzias de marcas variadas no exterior. Preços surrealmente aleatórios, completamente desvinculados do valor de uso das mercadorias, capazes de enrubescer o mais avarento dos atravessadores. Isso se tem e quando tem. Na maior parte das vezes, terás de aprender como funciona o maravilhoso processo de importação e fiscalização alfandegária.

Conheci uma empresa americana que exporta para o mundo todo. Menos para o Brasil. Alegam que o mercado consumidor daqui é prejudicial aos negócios de lá. As taxas são abusivas e para eles não vale a pena comercializar. Eles até fazem, mas você, caro brazuca, precisa aceitar termos especiais.

Informações, produtos e serviços. Parece que nada que procuro tem fácil acesso!

Normal indagar a partir de minha personalíssima dificuldade em lidar com a sociedade a que involuntariamente pertenço se o problema estaria em mim… Por minha vida até o presente momento já fui surpreendido por questões vindas doutrem que demonstram minha estranheza a seus olhos. Já me perguntaram se eu era testemunha de jeová, rabino, japonês, autista e tantas outras coisas que nem lembro!

No que pergunto: será que sou tão diferente assim? Será que o problema sou eu? Por várias vezes, em relação a outros temas, cheguei à mesma conclusão e, em ato por sinal satisfatoriamente benéfico à minha saúde, mudei de hábitos. Porém, neste caso é diferente. O problema não está em mim. Está na anestesia coletiva que enfrento diariamente. Que seja: mesmo com todas as dificuldades, não deixarei de lado as coisas de que gosto para adequar-me à deplorável exigüidade dos demais.

Avaliação prognóstica – Parte 2

HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO: DO EXAME À AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Jussara Gabriel dos Santos

O presente trabalho, HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO: DO EXAME À AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA, é resultado de um estudo realizado através do levantamento bibliográfico sobre os instrumentos avaliativos e sobre a avaliação na disciplina de Didática do curso de Pedagogia, que pretende resgatar o histórico da avaliação, mencionando sua origem, sua função, seus desafios e suas perspectivas no âmbito escolar, para entender o motivo da sua atual configuração que se encontra em bases anti-democráticas e também tentar (re)significar o conceito, a posição e a prática avaliativa, tendo como subsídio a avaliação diagnóstica – instrumento de avaliação – que atua como proposta esquivadora, a fim de vencer o atual sistema avaliativo por meio da inclusão e da democracia.

Texto completo: SA08-20949


Fonte: https://ssl4799.websiteseguro.com/swge5/seg/cd2008/PDF/SA08-20949.PDF

Retroprogramming Games – Uma arte (não) esquecida

Vídeo demonstrando as dificuldades técnicas de se programar com poucos recursos. Um lembrete para respeitarmos e admirarmos o trabalho dos programadores do passado.

How we fit an NES game into 40 Kilobytes – Morphcat Games


Ver também: https://pedrofigueira.pro.br/2018/12/22/como-eram-feitos-os-graficos-e-sons-nos-jogos-eletronicos-de-primeira-geracao/

Avaliação prognóstica – Parte 1

AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UMA DISCUSSÃO DE ALGUMAS QUESTÕES CRÍTICAS E DESAFIOS A ENFRENTAR NOS PRÓXIMOS ANOS
Domingos Fernandes

Neste artigo discutiram-se quatro questões críticas da avaliação: a) avaliação formal e informal; b) a avaliação como (trans)disciplina; c) avaliação e qualidade; e d) avaliação e discernimento pragmático. A finalidade da discussão era contribuir para desenvolver práticas de avaliação que pudessem responder melhor aos desafios dos sistemas educacionais. A discussão pareceu mostrar que a avaliação a desenvolver nos próximos anos tem que ser um processo com melhor integração teórica e melhor articulação entre diferentes visões epistemológicas e metodológicas que influenciam as práticas avaliativas. De igual modo, mostrou que, cada vez mais, a avaliação tem que ser um esforço partilhado por investigadores e avaliadores da diversidade de disciplinas que sejam indispensáveis para descrever, analisar e interpretar a realidade a avaliar.

Texto completo: aop_0113


Fonte: www.scielo.br/pdf/ensaio/v21n78/aop_0113.pdf