Documentário sobre a vida dos Amish, feito pela Deutsche Welle

Os Amish são grupos fundamentalistas religiosos cristãos protestantes que moram nos Estados Unidos. Eles vieram emigrados da Alemanha e da Suíça em busca de liberdade religiosa. São muito conhecidos no mundo por rejeitarem a tecnologia e a cultura moderna.

A primeira vez em que tive interesse maior em estudar sobre os Amish foi quando me deparei com o comportamento da comunidade Amish após o fatídico massacre ocorrido em 2006 na escola West Nickel Mines. Foi o comportamento mais cristão de que havia tido notícia.

Os Amish não são perfeitos, no documentário bem é dito que eles têm seus problemas. Mas o fundamento sobre o qual sua comunidade é constituída é algo sobre o que se pensar: “Too much technology disrupts family life.

The lives of the Amish in the US | DW Documentary

A life just as it was 300 years ago: the Amish in the US. They live according to their own rules, reject technological advances, wear old-fashioned clothing and drive horse-drawn carts. An encounter with the Amish is like traveling back in time. Originating from southern Germany and Switzerland, the Amish community brought its culture and language to the New World. Deeply rooted in their faith, the Amish adhere to strict codes and reject modern technology. For outsiders, these rules can sometimes appear strange. They traverse their rural communities in horse-drawn carts, but if a distance is too far, they’re allowed to use a shuttle service. They don’t use telephones unless it’s for business purposes and the device is located outside of the home. Children are expected to help with housework even when they’re attending school. But before they’re baptized as young adults and finally become part of the Amish community, they’re allowed to try what’s called the rumspringa: a period of time when they’re encouraged to behave like regular teenagers – before deciding on which lifestyle they prefer. But those who opt for a conventional, modern existence are exiled. The film sheds light on a fascinating world governed by tradition.

A polarização entre Ocidente e Oriente

Cavando nas profundas minas digitais em meu computador, encontrei um artigo de 2012 falando sobre parte da origem da animosidade de muçulmanos (e outros povos orientais) para com o ocidente. Achei pertinente compartilhar.


Autor: Antônio Gonçalves Filho
27 de julho de 2012
Dois historiadores discutem origens e evolução do domínio europeu sobre o restante do mundo, propondo uma reflexão sobre o fim de uma era marcada pela supremacia da civilização ocidental.

A desconfiança de que estejamos chegando ao fim de 500 anos de supremacia ocidental fez com que dois historiadores da Grã-Bretanha publicassem simultaneamente dois livros que tratam do choque traumático entre duas civilizações, a ocidental e a oriental. Lançados no ano passado [2011], na Inglaterra, esses dois títulos – Guerra Santa, de Nigel Cliff, e Civilização, de Niall Ferguson – chegam agora traduzidos ao mercado brasileiro. No primeiro, seu autor, um jovem crítico inglês que trabalha para o jornal The Times, reconta a história das três viagens de Vasco da Gama ao Oriente no fim do século 15, retratando-o como um aventureiro ambicioso e cruel que buscou não só uma rota alternativa para as Índias. A mando do rei Manuel I, ele embarcou numa cruzada marítima que tinha como objetivo expandir o domínio português e massacrar muçulmanos, então senhores do comércio de especiarias.

No segundo livro, Ferguson afirma que o navegador português e seus homens, vivendo num mundo polarizado pela fé, se dedicaram a um espetáculo de violência inaudita – mutilação de tripulantes de navios capturados, incêndio de naus com fiéis a caminho de Meca – por acreditar que a melhor defesa é o ataque. Havia, segundo Ferguson, um traço de crueldade em Vasco da Gama e nos 170 homens que seguiram esse jovem de 28 anos na aventura de abrir uma rota marítima da Europa à Ásia. Atrás de um mítico rei cristão, que governaria um reino oriental e poderia servir de aliado, eles lutaram contra fortes correntes marítimas para torturar antípodas e banir o Islã, que havia bloqueado o acesso da Europa ao Oriente. Ferguson diz que os homens de Lisboa demonstraram uma brutalidade que até mesmo os chineses raras vezes manifestaram.

O troco pode vir agora, cinco séculos depois: Ferguson não só acredita como aposta no ocaso da supremacia ocidental. Para chegar a essa conclusão, a exemplo do colega Nigel Cliff, fez acurada pesquisa histórica, concluindo que o passado não está morto, mas vivo e atuante no presente. O verdadeiro significado da história, defende, vem justamente dessa justaposição. Cliff parece concordar. Em entrevista por telefone, de Londres, ele identifica certa semelhança entre a auto-imagem que Vasco da Gama alimentou de super-herói lutando contra “infiéis” muçulmanos e aquela que os fanáticos do Islã devem ter de si mesmos, ao declarar uma “guerra santa” contra o Ocidente cristão.

O livro de Cliff recebeu sérias críticas por isso lá fora. Eric Ormsby, numa resenha para o jornal The New York Times, refuta essa idéia de “choque de civilizações”, termo emprestado de um livro de Samuel P. Huntington (O Choque de Civilizações, Editora Objetiva, 1997). Para ele, o verdadeiro conflito do mundo contemporâneo não seria entre o mundo cristão e o Islã, mas entre nossa secular cultura consumista e um esquema mental rígido e absolutista como o muçulmano. O antagonismo entre cristãos e muçulmanos, na época de Vasco da Gama, teria sido puramente mercantilista, acrescenta Ormsby. Afinal, os portugueses, argumenta, caíram de joelhos diante da exuberância das cortes muçulmanas que visitavam. Os muçulmanos, ao contrário, desprezaram a cultura européia, por considerá-la “inferior”.

Nessa viagem em busca de aliados cristãos, os portugueses fizeram, portanto, mais inimigos que amigos. Os muçulmanos haviam penetrado o continente africano e a Índia de maneira mais profunda do que imaginavam Vasco da Gama e seus homens. Ainda assim, quando o navegador chegou ao Oceano Índico, fundando colônias e plantando igrejas em cada ponto do território, a supremacia do Islã foi posta em discussão. A vasta riqueza em recursos naturais – metais preciosos e especiarias -, ao cair nas mãos dos portugueses, diz Cliff, fez Vasco da Gama disparar o “tiro de partida nos longos e plenos séculos de imperialismo ocidental na Ásia”. O historiador classifica de “sonho louco” o da última cruzada – marítima, no caso -, mas diz acreditar que Vasco da Gama e seus seguidores foram movidos por “sincera” fé religiosa.

Essa crença, garante Cliff, era também a do jovem rei Manuel – “ele imaginava que a mão divina impelia as explorações portuguesas”. Portugal, por ser uma terra nascida das Cruzadas, teria injetado na veia messiânica do rei a crença de que o próprio Espírito Santo o tinha inspirado “a inaugurar uma nova era global do cristianismo” em pleno limiar do século 16. Conclusão: o rei expulsou os muçulmanos de Portugal, embora sem conseguir apagar os traços de sua passagem pelo país (que vão das muralhas do castelo de São Jorge às paredes caiadas de branco).

O livro de Cliff não trata apenas do espírito belicoso de Vasco da Gama. Há também passagens engraçadas. Os portugueses nunca tinham ouvido falar de hindus – nem de budistas ou jainistas – até pisar em solo indiano. Já na África, em Mombaça, a cidade queniana fundada por mercadores árabes, os emissários de Gama, segundo o livro, viram na figura de um deus pombo uma representação do Espírito Santo. Em Calcutá, o grupo de desembarque confundiu templos hindus com igrejas cristãs, mesmo com falos esculpidos nas paredes externas. O fato é que sabiam da abominação do culto à forma humana pelos muçulmanos – e respiravam aliviados por não serem aqueles indianos submissos ao Islã e adorar partes do corpo interditas à veneração no mundo islâmico. O resto era detalhe, até mesmo porque as autoridades indianas censuravam discussões sobre religião em Calcutá.

A ignorância acabou levando os portugueses ao outro lado do mundo”, resume Cliff, descrevendo os horrores pelos quais passaram os homens de Vasco da Gama. O comandante não foi capaz de deixar a Índia quando decidiu partir. Seus homens morriam como gado, com pernas e coxas gangrenadas e gengivas infectadas. “Eles tiveram mortes terríveis, mas acreditavam, como o comandante do navio, que eram cruzados de Cristo”, conta. “Esse sacrifício os livraria da mancha do pecado”, lembra o autor, relatando o cotidiano nessas naus dos insensatos, em que fungos tóxicos contaminavam o pão, provocando vômitos e diarréia, e vermes corroíam os traseiros dos navegantes, que inutilmente tentavam se livrar dos bichos lavando o ânus com limão.

Ventos favoráveis, afinal, impediram que todos morressem nessa aventura atrás de especiarias como cravo, canela e gengibre, que esfregavam nas partes íntimas em busca de comichão erótico – se bem que é impossível imaginar tanto sacrifício por um Viagra natural. Não era o caso do comandante, que teve sete filhos.

Vasco da Gama foi de fato um comandante respeitado, por ser intransigente, firme com o inimigo e astuto na hora de fazer barganhas comerciais com os estrangeiros”, define Cliff, revelando que o título Guerra Santa lhe foi imposto por seu editor. “O original era simplesmente As Viagens de Vasco da Gama, mas a editora considerou-o sem apelo”, diz o escritor, afirmando que o objetivo inicial de seu livro, mais que discutir fanatismo religioso, era o de colocar em discussão as diferenças culturais que provocam as grandes tragédias no mundo.

Se você considerar a fundação de Roma, por exemplo, verá que há sempre a força do mito por trás da união de pessoas em torno de um causa.” Com os portugueses, acrescenta, não foi diferente. “Foi a procura de cristãos do outro lado do mundo que motivou Vasco da Gama a descobrir uma cultura diferente, mas foi também sua certeza religiosa que o levou à ruína”, conclui. De fato, o homem que elevou Portugal a um papel de liderança no comércio de especiarias, morreria longe de sua terra natal. Em Cochim. Na véspera de Natal, como convém a um cristão. E de malária, como era comum na Índia.

Por que cada vez mais homens têm o pênis amputado?

Meu tio faleceu de câncer de pênis. Foi um evento horrível. Cuidemo-nos.

“Me sinto decapitado”: por que cada vez mais homens têm o pênis amputado no Brasil? | BBC News Brasil
Brasil é o terceiro país onde mais homens morrem de câncer de pênis – e cerca de 27% dos casos resultam em amputação. Ouça áudio de reportagem de Rone Carvalho.

Mensagem nº 360

Ser lei não é o mesmo que ser moral. Ser um “cidadão de bem” não é o mesmo que seguir leis cegamente.
Regras, normas, mandamentos e leis são meros guias, orientações que indicam o caminho a ser seguido.
O homem consciente (lúcido de sua ação social), racional (que submete à razão sua ação) e responsável (que demonstra habilidade de resposta) pode e deve adequar sua ação a cada caso.
Um homem que obedece as leis apenas por serem leis é o tipo de indivíduo que após o fato consumado dirá: ” — Eu estava apenas seguindo ordens”.

Mensagem nº 359

Ainda que milhares, milhões ou bilhões de pessoas acreditem em uma mentira, ela continuará sendo uma mentira. Ela não se tornará verdade apenas porque querem que ela seja verdade.

 

A imagem do despreparo das forças armadas no Brasil

Conforme escrevi anteriormente, não faço mais postagens políticas. Logo, não escreverei aqui sobre as conseqüências políticas da decadência da imagem das forças armadas, em especial do Exército Brasileiro. Pontuo apenas que após os eventos de 2022 a credibilidade das forças armadas pela população foi gravemente abalada. Conforme é possível encontrar facilmente nas redes sociais, a perspectiva de muitas pessoas é a de que os mesmos que afirmaram defender a democracia, olvidaram o clamor popular e não vislumbraram óbice em se submeter a corruptos e a prestar continência a ditadores.

Essa é a opinião que vejo nos outros. A minha é que não estou nem aí. Por mim, tanto faz como tanto fez. Que me importa a política na caserna? Só o que me interessa agora é a farinha do meu pirão, o que inclui a segurança pública e, por derivação, minha segurança própria. E é sobre segurança que segue este texto.

Durante a tragédia no Rio Grande do Sul, que ora ameaça seguir para Santa Catarina, a atuação das forças armadas está se demonstrando insatisfatória (para dizer o mínimo). Excepto nos casos excepcionalmente excepcionais de autodidatas, um profissional somente é capaz de fazer aquilo para o qual ele foi previamente, adequadamente e efetivamente capacitado para fazer:

  • Um bom soldador precisa ter feito um bom curso de solda (preferencialmente no SENAI);
  • Um bom juiz precisa ter feito os cursos de magistratura (na EMERJ se aqui no Rio);
  • Um bom docente precisa ter feito os cursos de extensão no SENAC, como eu ( ͡° ͜ʖ ͡°);
  • Um bom dentista precisa ter feito uma boa faculdade;
  • Um bom pedreiro precisa ter feito um bom curso técnico.

Etc., etc., etc…. Isso vale para qualquer profissão. Mesmo durante o exercício profissional, o indivíduo precisa de formação continuada, atualizações, reciclagens. A gente nunca pára de se qualificar. E temos ciência de que o mesmo se dá no oficialato das forças armadas. Desde os cobiçadíssimos cursos na Escola Superior de Guerra, aos incontáveis cursos internos às suas divisões, os oficiais também têm ao seu dispor uma ampla possibilidade de capacitação.

Mas e os praças? Sabe, aqueles que irão de fato por mãos à obra (incluindo capinar um roçado ou pintar o meio-fio). Conforme o que estamos vendo nas redes sociais, os meninos não estão nem um pouco qualificados a executar as operações necessárias neste tempo de tragédia. Nós vemos os meninos totalmente desorientados, despreparados e desamparados no fronte.

Um profissional só pode dar o que tem. Se ele não teve instrução sobre o que fazer, como fazer, quando fazer, por que fazer, ele vai fazer o quê? Estamos vendo claramente que nossos soldados não foram preparados para lidar com situações de crise. Foram enviados às cegas para uma região devastada por uma catástrofe natural, com um tapinha nas costas e votos de ”se vira aí”.

Se não estamos preparados para lidar com uma crise civil, o que há de acontecer em caso de guerra? O Brasil vive uma situação de relativa tranqüilidade no cenário internacional local e há pouquíssima probabilidade de um conflito à distância. Não precisamos nos preocupar com a defesa nacional em larga escala, apenas com traficantes nas fronteiras ou nos portos. Isso nos deixa numa terrível posição de conforto, de acomodamento. O resultado disso se mostra na patética atuação do Exército no Rio Grande do Sul.

Os meninos não podem continuar sendo treinados com se estivéssemos no século passado. Marchar por horas, tiro de boca, ficar em pé no Sol e na chuva não formam ninguém, quando as tropas ordinárias de um país de dimensões continentais deveriam ser totalmente mecanizadas. E quanto aos adestramentos que realmente precisavam ter sido feitos? Salvamentos anfíbios, logística em terreno não mapeado, construções emergenciais, operação de material para comunicações analógicas e digitais off-grid. Cadê essas instruções?

Além da visível (e risível) desorganização das tropas, recebemos pelas redes sociais inúmeras denúncias de que os órgãos governamentais estão atrapalhando os resgates com bloqueio do trânsito de pessoas e veículos, recusa no recebimento e/ou distribuição de donativos, recusa em resgatar/transportar desabrigados, e a atuação da imprensa para acobertar a gravidade dessas denúncias. Tudo isso também pesa contra a credibilidade das forças armadas.

A imagem das tropas (que já estava ruim) desabou:

“— O Exército está esperando as águas baixarem para poderem fazer seu trabalho: capinar o roçado e repintar o meio-fio.”.
“— Do jeito que está, seria melhor terem mandado os escoteiros.”
“— Mas teve barco da Marinha para o espetáculo de vulgaridades da Madonna.”

Nossos meninos não mereciam isso.

Editado em 02/06/2024: Encontrei hoje este vídeo. Sugiro ver no Youtube e ler os comentários.
O EXERCITO BRASILEIRO ACABOU DE VEZ | COBRA – SOBREVIVENTE BRASILEIRO | COPCAST

Problemas no SISPATRI RJ 2024

Editado em 26/06/2024: Muitas pessoas estão caindo aqui por conta de outros problemas não relacionados ao que escrevi. Se você estiver tendo problemas com o SISPATRI, tente o seguinte: sempre use o Microsoft Edge (o navegador padrão do Windows). Parece que o SISPATRI não funciona direito com Chrome ou Firefox. Use um PC com Windows 10 ou 11 e abra o MS Edge. Não use nenhum bloqueador de cookies, anúncios etc., use o Edge ”como veio de fábrica”. Para todas as coisas de governo (gov.br, Receita, RJ etc.) só consigo acessar direito com o MS Edge. Também tive muito problema com outros navegadores.


E na aventura de hoje, conto como consegui fazer a impressão de meu IR2. Do início:

Sou servidor público do Estado do Rio de Janeiro. Significa que o governo tira do contribuinte e paga meu salário (muito obrigado, caro leitor). Mas também me cobra imposto de renda, ou seja, imposto sobre o salário que me paga. Por isso, sou obrigado a declarar o imposto de renda, como todo brasileiro. Tenho que dizer ao governo que me pagou quanto me pagou e quanto me taxou. Duas vezes: uma para o governo federal e outra para o estadual.

Por que a gente tem que pagar pelo salário que recebe?

Seja como for, após fazer a declaração para a Receita Federal, fiz a declaração para o sistema Estadual. Só que na hora de imprimir meu comprovante, não foi possível. Diferentemente dos outros anos, não apareceu para mim a opção de imprimir o recibo da declaração de bens ao Estado. Tentei no dia seguinte e nada. Perguntei a colegas de trabalho que me disseram haver conseguido. Então fui até o RH da UERJ perguntar o que se passava. A atendente disse para eu seguir por outro caminho, segui o tal caminho e… nada.

Ó, raios! Eu declarei! Quero o comprovante de que eu declarei! Ainda mais por saber que houve casos de colegas que declararam e depois ouviram que não haviam declarado…

Então resolvi fuçar. E vejamos o que encontrei:

Fuçando o código fonte da página do SISPATRI, descobri que o Ronaldo tirou a opção de imprimir o recibo da declaração de bens. Quem é o Ronaldo? Não faço idéia. Por que ele tirou? Também não sei. Mas dá para consertar.
É só remover o estilo “oculto” do código fonte…
… que aparece a opção para imprimir!

Espero que isso possa ajudar algum colega desavisado que seja tomado de surpresa pelas travessuras do Ronaldo.

Isso lembra até a vez que encontrei uma macumba no código do G1

Por que um Byte tem 8 Bits?

Compartilhando vídeo de um professor de ciência da computação da UERJ.
Você pode encontrar mais sobre o trabalho dele aqui: http://www.araujo.eng.uerj.br

Por que um Byte tem 8 Bits? | João Araujo
Um Byte podia ter 6, 7, ou até 20 bits. Por que então ele tem 8 bits?
Neste vídeo eu explico isso e também de onde vem o nome Byte.
Se você se interessa em aprender a programar, no meu livro “Introdução à programação e aos Algoritmos” eu ensino a programação partindo do zero, e ainda presto uma homenagem aos personagens e às histórias que nos permitiram chegar até aqui.

(PDF) Adaptação Curricular, de Rosana Glat e Eloiza da Silva Gomes

Há algum tempo, em meu trabalho na UERJ, fiz o levantamento de bibliografia para compra de acervo para o curso de Medicina, que você pode conferir aqui: https://pedrofigueira.pro.br/bibliografia-basica-para-o-curso-de-medicina/ O processo já correu e a biblioteca já faz parte do corpo da instituição.

Durante aquele levantamento, observei que há diversos artigos que são amplamente utilizados durante o curso, dentre eles o artigo abaixo. Acontece que é um artigo muito citado, especialmente por ser de docentes de nossa instituição, porém o repositório original (cnotinfor) não existe mais. O hyperlink está quebrado. Resolvi compartilhá-lo aqui, pois pode ajudar quem estiver procurando-o.

GLAT, Rosana; OLIVEIRA, Eloiza da Silva Gomes de. Adaptação Curricular. Educação Inclusiva no Brasil. Banco Mundial, 2003, Cnotinfor: Portugal. Disponível em: <http://cnotinfor.imagina.pt/inclusiva/pdf/Adaptacao_curricular_pt.pdf>.

O texto completo pode ser baixado no link a seguir: Adaptacao-curricular-Rosana-Glat-Eloiza-Oliveira-UERJ

Autismo em apenas um (1) de gêmeos idênticos.

Esta história é um fragmento da vida de Josie. Irmã gêmea de Carrie, Josie possui autismo com certo grau de severidade. Nos vídeos a seguir, veja como foi feito parte de seu tratamento, ministrado pelo Dr. Kamp, e como sua vida seguiu dos 4 aos 10 anos de idade. O Professor Doutor L. N. J. Kamp, professor de psiquiatria infantil da Universidade de Utrecht, Holanda, demonstra as técnicas que era usada à época, muito similares às técnicas usadas atualmente.

E não: você não pode dar os remédios do vídeo para seu filho. O vídeo é da década se 1960, quando estavam ainda descobrindo medicamentos.

A primeira parte do documentário está em um canal e as três seguintes noutro. Embora haja trechos repetidos, cada parte tem ênfase em determinado aspecto do autismo de Josie. As quatro partes seguem em ordem abaixo:

Na primeira parte, vemos as principais diferenças no comportamento entre Josie e sua irmã Carrie. O evidente comportamento estereotipado de repetição, falta de interesse em pessoas, incompreensibilidade da fala, maior interesse na forma do objeto do que em sua função, fobias, ansiedade e ambivalência de sentimentos quanto a suas próprias ações.  Esta primeira parte trata com mais ênfase dos primeiros anos de Josie e sua dificuldade com ações básicas.

Na segunda parte, vemos algumas outras estereotipias. O a fobia de Josie com relação a pedaços e seu relacionamento com isso é mais evidente. Também vemos mais uma vez sua fixação por dentes e objetos destrutivos. Na terceira parte, vemos algumas formas de tratamento, bem como a relação de Josie com a água. Vemos como ela passou por fases de fobia e interesse, fases em que teve medo de sair da cama, fases em que sentia muita insegurança. Na quarta parte, vemos com mais detalhe o interesse fixo de Josie em roupas, bem como o jogo de Crocolin, onde podemos perceber a inadequação de seu comportamento e sua ansiedade/dificuldade em  lidar com as próprias ações.

Autism in one of two identical twins 1961 documentary Part 1 of 4 | Snacky Grape Pika Mirror

Autism in one of two identical twins. 1961 documentary part 2 of 4 |Mental Health Treatment

Autism in One of Two Identical Twins | 1961 Documentary (Pt. 3 of 4) | Mental Health Treatment

Autism in One of Two Identical Twins | 1961 | Mental Health Treatment