Plano Nacional de educação trará benefícios a médio prazo, acredita especialista em educação da Unesp
Planejamento didático
Reflexão sobre o planejamento didático como ferramenta indispensável para uma ação docente responsável.
Os níveis de planejamento – Parte 1
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL NO PERCURSO FORMATIVO
Inajara de Salles Viana Neves
O planejamento precisa ser uma prática constante no trabalho docente, em especial no ensino superior. Mas o que fazer com a ementa e a bibliografia, como organizar as unidades programáticas? Precisamos refletir sobre o planejamento educacional para o reconhecimento de sua importância no resultado de cada semestre, ou seja, que os alunos desenvolvam minimamente os conhecimentos que são imprescindíveis naquela área de conhecimento. Discutiremos o conceito de planejamento, elementos que envolvem o processo de planejamento no ensino superior e as questões que foram discutidas no decorrer do percurso formativo 2010/2 no que concerne ao tema planejamento.
Texto completo: 970-2737-1-pb
Fonte: https://seer.ufmg.br/index.php/rdes/article/view/970/737
A importância do planejamento didático – Parte 1
PLANEJAMENTO DE ENSINO: PECULIARIDADES SIGNIFICATIVAS
Regina Barros Leal
Planejar e pensar andam juntos. Ao começar o dia, o homem pensa e distribui suas atividades no tempo: o que irá fazer, como fazer, para que fazer, com o que fazer etc. Nas mais simples e corriqueiras ações humanas, quando o homem pensa de forma a atender suas metas e seus objetivos, ele está planejando, sem necessariamente criar um instrumental técnico que norteie suas ações. Essas observações iniciais estão sendo expressas, apenas para chamar atenção sobre o aspecto cotidiano da ação de planejar e como o planejamento faz parte da vida. Aquele que não mais planeja, talvez já tenha robotizado suas ações, portanto, quem sabe, não tem a consciência do que está fazendo, nem se ainda pode construir alguma coisa. Alguns até dizem: “Nem preciso mais pensar, vou fazendo o que me mandam fazer… Eu não necessito planejar, já vou fazendo, porque sei onde vai dar…”. E assim por diante.
Nessa circunstância, parece estar presente a alienação do homem como sujeito, na medida em que assume a atitude de dominado, fazedor dócil e outras tantas denominações que podem ser imprimidas no sujeito, quando este se torna objeto nas mãos de outrem. Todavia, o objetivo deste estudo não é discutir tais questões, muito embora elas estejam presentes nas atividades habituais do homem.
Texto completo: 1106barros
Fonte: http://www.rieoei.org/deloslectores/1106Barros.pdf