Inteligência ou cultura? 1989

Dr. Enéas – Diferença entre inteligência e cultura –
Ferreira Neto 1989

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 4

Indicadores de instituições e cursos da Educação Superior no Brasil

Acesso: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17246

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 3

Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia

Texto completo: CES0492


Fonte: http://portal.mec.gov.br/mais-educacao/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/12991-diretrizes-curriculares-cursos-de-graduacao

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 2

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES
Colônia – Império – Primeira República
Tânia Regina Broeitti Mendonça

Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde o século XVI. No Brasil, só teve início a criação de instituições de ensino superior a partir dos meados do século XIX. Só no próximo século, em 1920 é que foi criada a Universidade no Brasil.

Em relação aos espanhóis, os portugueses tomaram atitudes diferentes no que se refere à implantação das universidades no Brasil e em terras colonizadas por eles. Encontramos em estudos realizados fatores de relevância que contribuíram para o lento avanço das universidades, desde o período da Colônia até a Primeira República. Demonstrando dentro das questões de ordem política-religiosa, a preocupação de estabelecer um ensino que atendesse aos interesses da elite colonial portuguesa, filhos de portugueses nascidos no Brasil.

Texto completo:pedu07


Fonte: http://cac-php.unioeste.br/projetos/gpps/midia/seminario2/poster/educacao/pedu07.pdf

Mensagem nº 339

“Aquele que puser as mãos sobre mim, para me governar, é um usurpador, um tirano. Eu o declaro meu inimigo.”

>> Possivelmente apócrifo, não encontrei a fonte. Atribuído a:

Pierre-Joseph Proudhon
* Besançon, 15/01/1809 + Passy, 19/01/1865
Economista, sociólogo e filosofo francês.

Possivelmente inspirado por:

“Ser governado significa ser observado, inspecionado, espionado, dirigido, legislado, regulamentado, cercado, doutrinado, admoestado, controlado, avaliado, censurado, comandado; e por criaturas que para isso não tem o direito, nem a sabedoria, nem a virtude… Ser governado significa que todo movimento, operação ou transação que realizamos é anotada, registrada, catalogado em censos, taxada, selada, avaliada monetariamente, patenteada, licenciada, autorizada, recomendada ou desaconselhada, frustrada, reformada, endireitada, corrigida. Submeter-se ao governo significa consentir em ser tributado, treinado, redimido, explorado, monopolizado, extorquido, pressionado, mistificado, roubado; tudo isso em nome da utilidade pública e do bem comum. Então, ao primeiro sinal de resistência, à primeira palavra de protesto, somos reprimidos, multados, desprezados, humilhados, perseguidos, empurrados, espancados, garroteados, aprisionados, fuzilados, metralhados, julgados, sentenciados, deportados, sacrificados, vendidos, traídos e, para completar, ridicularizados, escarnecidos, ultrajados e desonrados. Isso é o governo, essa é a sua justiça e sua moralidade! … Oh personalidade humana! Como pudeste te curvar à tamanha sujeição durante sessenta séculos?”

Conforme texto original:

Être gouverné, c’est être gardé à vue, inspecté, espionné, dirigé, légiféré, réglementé, parqué, endoctriné, prêché, contrôlé, estimé, apprécié, censuré, commandé, par des êtres qui n’ont ni le titre, ni la science, ni la vertu… Être GOUVERNÉ, c’est être, à chaque opération, à chaque transaction, à chaque mouvement, noté, enregistré, recensé, tarifé, timbré, toisé, coté, cotisé, patenté, licencié, autorisé, apostillé, admonesté, empêché, réformé, redressé, corrigé. C’est, sous prétexte d’utilité publique, et au nom de l’intérêt général, être mis à contribution, exercé, rançonné, exploité, monopolisé, concussionné, pressuré, mystifié, volé ; puis, à la moindre résistance, au premier mot de plainte, réprimé, amendé, vilipendé, vexé, traqué, houspillé, assommé, désarmé, garrotté, emprisonné, fusillé, mitraillé, jugé, condamné, déporté, sacrifié, vendu, trahi, et pour comble, joué, berné, outragé, déshonoré. Voilà le gouvernement, voilà sa justice, voilà sa morale !

In: Idée Générale de la Révolution au XIX Siècle 1851

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 1

HISTÓRIA DO ENSINO SUPERIOR

“O real significado do termo “Ensino Superior” vai muito além do de ensino de terceiro grau, como ficou popularizado principalmente após as reformas das décadas de 60 e 70. O saber superior deve ser adquirido mediante o uso de codificações, sistemas, modelos e símbolos da semântica científica e, por isso, foge à praticidade do dia-a-dia e se reserva aos que disponham de condições especiais para abordá-lo. Por isso, como muitos querem, não pode ser democraticamente acessível a todos. É um ensino, por natureza, elitista, para uma minoria capacitada intelectual e culturalmente e não no sentido trivial de pessoas sócio-economicamente bem postas na comunidade.”

(Estrutura e Funcionamento do Ensino Superior Brasileiro – Paulo Nathanael P. Souza)

Texto completo: CES0492


Fonte: Universia, 2008.

Currículo no Ensino Superior e diretrizes curriculares nacionais – Parte 2

O CURRÍCULO NO ENSINO SUPERIOR
Princípios epistemológicos para um design contemporâneo

GESSER, Veronica
Pedagoga, Mestre em Educação pela PUC/SP, Doutora em Educação pela Florida
International University, USA.
Professora e Pesquisadora do PPGE, UNIVALI, SC.

RANGHETTI, Diva Spezia
Pedagoga, Mestre e Doutora em Educação: Currículo pela PUC/SP.
Professora e Pesquisadora da UNERJ.

Este artigo apresenta princípios norteadores para a organização de um design contemporâneo de currículo para o Ensino Superior. Tem como objetivo problematizar os atuais modelos de organização curricular ainda dominante na escola e, em particular, no ensino superior. Que princípios são fundamentais na organização de um design curricular para a contemporaneidade, ou seja, um currículo adequado à formação humana e profissional para atuar numa sociedade em que a complexidade, a incerteza e a individualidade constituem a trama sobre a qual se desenvolve a própria vida? De qualquer modo, indicaremos princípios que tem como foco uma formação como produtora de sentido, tanto no âmbito pessoal quanto
profissional, humano.

Texto completo: 6775-16457-1-SM


Fonte: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/6775

Síndrome de Estocolmo.

1º Seqüestrar a garota;
2º Submetê-la à tortura psicológica (possivelmente com alucinógenos);
3º Esperar pelo mindbreak;
Profit.

E todo mundo acha normal…
Por que não voltamos de uma vez à época do tacape? Era muito mais simples e objetivo.

Currículo no Ensino Superior e diretrizes curriculares nacionais – Parte 1

APRENDENDO COM OS ERROS E OS ACERTOS DO PASSADO:
Pontos essenciais para a definição de políticas públicas de educação superior
Simon Schwartzman

Texto completo: Aprendendo com os erros e os acertos


Fonte: www.schwartzman.org.br/simon/2010particular.pdf

Checkpoint!!! LT 151 Kg