How does a CPU work?
Como funciona uma CPU?
How does a CPU work?
How does a CPU work?
| CRIADO EM: 11/06/2006 MODIFICADO EM: 11/06/2006 |
| : INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO |
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As provas objetivas (mais conhecidas como provas de múltipla escolha), as provas abertas / operatórias, observação e auto-avaliação são ferramentas para levantamento de dados sobre o processo de aprendizagem. São materiais preparados pelo professor levando em conta o que se ensina e o que se quer saber sobre a aprendizagem dos alunos. Podem ter diferentes naturezas. Alguns, como as provas, são instrumentos que têm uma intenção de testagem, de verificação, de colocar o aluno em contato com o que ele realmente estiver sabendo. Esses instrumentos podem ser elaborados em dois formatos: um de questões fechadas, de múltipla escolha ou de respostas curtas, identificado como prova objetiva; outro com questões abertas. Ambos são instrumentos que possibilitam tanto a avaliação de aprendizagem de fatos, como de aprendizagem de conceitos, embora, em relação à construção conceitual, o professor precisará inserir também instrumentos de observação. Outra importante ferramenta é a observação: uma técnica que coloca o professor como pesquisador da sua prática. Toda observação pressupõe registros. É um bom instrumento para avaliar a construção conceitual, o desenvolvimento de procedimentos e as atitudes. Outro instrumento é a auto-avaliação, que é muito importante no desenvolvimento das habilidades metacognitivas e na avaliação de atitudes. Pode-se ainda utilizar questionários e entrevistas quando as situações escolares necessitarem de um aprofundamento maior para levantamento de dados. Provas objetivas São instrumentos de avaliação formulados com questões de múltipla escolha, normalmente de respostas curtas, para completar ou associar colunas, sempre referenciadas pelos objetivos educacionais. Exigem correta elaboração técnica e são de fácil correção. São rápidas para serem feitas pelos alunos e corrigidas pelo professor. Constituem bons instrumentos para avaliar aprendizagem de fatos e são também auxiliares na avaliação da aprendizagem de conceitos. Não são adequadas para avaliar procedimentos nem atitudes. Para elaborá-las, o professor deve seguir princípios básicos, conforme os sugeridos pela professora Nelcy Ramos: 1. Considerar os objetivos do curso que será avaliado; Os tipos de questões para as provas objetivas Perguntas de resposta curtas, perguntas de preenchimento de lacunas, questões de associação, questões de escolha de falso ou verdadeiro, alternativas constantes ou escolha dupla, questões de múltipla escolha, questões de comparação quantitativa, alternativas múltiplas, análise de relações, relação de avaliação, compreensão de textos, mapas, figuras, questões de ordenação, etc. Todas têm vantagens e desvantagens e exigem cuidados na elaboração, aplicação e correção. Exemplo de uma questão de comparação quantitativa: Ex: No desenvolvimento do mundo moderno há uma relação entre:
Responda (ou assinale)
As provas objetivas, desde que corretamente elaboradas e aplicadas, são Instrumentos que possibilitam desde a simples memorização até a avaliação de habilidades mais complexas do pensamento, como a generalização, a crítica, a interpretação, a análise, a síntese. O que definirá essa propriedade do instrumento será o objetivo estipulado e o cuidado técnico de sua elaboração. É importante refletir sobre essa assertiva, uma vez que a elaboração das provas objetivas foi modificadas por intenções muito seletivas, o que precisa ser revisto nas escolas. A intencionalidade do instrumento objetivo não pode ser de confundir e sim de lidar com a situação de evocação ou de reconhecimento na situação de avaliação. PARA SABER MAIS… RAMOS, Nely. Elaboração de provas objetivas (mimeog) MELCHIOR, Maria Celina. Avaliação Pedagógica: função e necessidade. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1994. (Séries Novas Perspectivas) |
Fonte: http://crv.educacao.mg.gov.br/
Jacque Fresco – A story of change
EDUCAÇÃO: UM TESOURO A DESCOBRIR
Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI
A Educação ou a utopia necessária
Ante os múltiplos desafios do futuro, a educação surge como um trunfo indispensável à humanidade na sua construção dos ideais da paz, da liberdade e da justiça social. Ao terminar os seus trabalhos a Comissão faz, pois, questão de afirmar a sua fé no papel essencial da educação no desenvolvimento contínuo, tanto das pessoas como das sociedades. Não como um “remédio milagroso”, não como um “abre-te sésamo” de um mundo que atingiu a realização de todos os seus ideais mas, entre outros caminhos e para além deles, como uma via que conduza a um desenvolvimento humano mais harmonioso, mais autêntico, de modo a fazer recuar a pobreza, a exclusão social, as incompreensões, as opressões, as guerras…
Através de análises, reflexões e propostas, a Comissão deseja partilhar esta convicção com o maior número de pessoas, numa altura em que as políticas educativas enfrentam fortes críticas, ou são relegadas, por razões econômicas e financeiras, para a última ordem de prioridades.
É evidente, nem seria necessário recordá-lo, que a Comissão pensou, antes de mais nada, nas crianças e nos adolescentes, naqueles que amanhã receberão o testemunho das mãos dos adultos, os quais tendem a concentrar-se demasiado sobre os seus próprios problemas. A educação é, também, um grito de amor à infância e à juventude, que devemos acolher nas nossas sociedades, dando-lhes o espaço que lhes cabe no sistema educativo, sem dúvida, mas também na família, na comunidade de base, na nação. Este dever elementar deve ser constantemente recordado, para cada vez mais ser tido em conta, quando das opções políticas, econômicas e financeiras. Parafraseando o poeta, a criança é o futuro do homem.
No final de um século tão marcado, quer pela agitação e pela violência, quer pelos progressos econômicos e científicos — estes, aliás, desigualmente repartidos —, no alvorecer de um novo século cuja aproximação nos deixa indecisos entre a angústia e a esperança, impõe-se que todos os responsáveis prestem atenção às finalidades e aos meios da educação. A Comissão considera as políticas educativas um processo permanente de enriquecimento dos conhecimentos, do saber-fazer, mas também e talvez em primeiro lugar, como uma via privilegiada de construção da própria pessoa, das relações entre indivíduos, grupos e nações.
Aceitando o mandato que lhes foi confiado, os membros da Comissão adotaram, explicitamente, esta perspectiva e pretenderam sublinhar, como argumento favorável, o papel central da UNESCO, na linha das idéias que presidiram a sua fundação e que assentam na esperança de um mundo melhor, em que se respeitem os Direitos do Homem, se pratique a compreensão mútua, em que os progressos no conhecimento sirvam de instrumentos, não de distinção, mas de promoção do gênero humano.
Ultrapassar o obstáculo da extraordinária diversidade de situações no mundo, conseguir análises válidas para todos, e obter conclusões igualmente aceitáveis por todos, tornou-se para a Comissão uma tarefa, sem dúvida, impossível. Contudo, a Comissão esforçou-se por elaborar os seus raciocínios num quadro prospectivo dominado pela globalização por selecionar as questões importantes e que se colocam em qualquer parte do mundo, e por traçar algumas orientações válidas, tanto em nível nacional como mundial.
Disponível em:
DELORS, J. ET AL. Educação: um tesouro a descobrir – Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI. Brasília/São Paulo: UNESCO/Cortez, 1996.
http://ftp.infoeuropa.eurocid.pt/database/000046001-000047000/000046258.pdf
Segundo espelho:
Vídeo: Cognitivismo e Humanismo – Aprendizagem Significativa
Resumo comparativo das principais Teorias de Aprendizagem: Behaviorismo, Cognitivismo e Construtivismo
| Behaviorismo | Cognitivismo | Constructivismo | |
| Bases principais | Baseado em mudanças de comportamento.
Dá ênfase a mudanças de comportamento que de tão repetidamente ensaiadas se tornam automáticas. |
Baseado no processo de pensamento de acordo com o comportamento. São observadas mudanças no comportamento, mas só como um indicador para o essencial da aprendizagem do aluno. | Baseado na premissa que todos nós construímos a nossa própria perspectiva do mundo, em experiências individuais e “Schema” (1). Concentra-se na preparação do aluno para a resolução de problemas em situações ambíguas. |
| Formas de processar a aprendizagem | O aluno adapta o comportamento a contingências de eventos e de objectivos.
Aprender é um fortalecimento gradual da relação instruída entre sugestão e comportamento, dirigido por um padrão de consequências (reforço). Com bastante prática, a ligação fica tão forte que o tempo entre sugestão e comportamento se esbate. Todos nós temos uma história de reforço. Que é a soma de todas as nossas experiências passadas, com todas as ligações entre sugestões, comportamentos, e consequências. Estes influenciam o que é provável que o aluno faça quando encontra um padrão de pistas observado antes. O aluno fica em condições de praticar um comportamento novo, baseado em sugestões ” novas “, até que esse comportamento se torna automático. |
São cuidadosamente estudadas as mudanças de comportamento, mas como indicadores para o que está a constituir-se como a aprendizagem do aluno.
O aluno reflecte a realidade objectiva, usando a realidade externa como um modelo mental. O aluno processa símbolos e o significado dos símbolos. Ele pode distinguir entre o conhecimento de conceitos e o conhecimento dos passos processuais que envolveram esses conceitos. O conhecimento é organizado no Schema (1) de dada um. Primeiro há uma regra. Em seguida há uma acção. |
Há uma ligação entre sugestões e comportamento, mas o comportamento é um indicador indirecto do estado da estrutura de conhecimento do aluno.
Este tipo de conhecimento sobre pensar e aprender, determina as estratégias a usar pelo aluno para a resolução de problemas. O aluno interpreta a realidade externa com base na sua experiência individual. A realidade é interiormente controlada. Isso dá ao aluno o controlo do que aprende e da forma como aprende. A interpretação da realidade objectiva é feita por cada um, com base no seu próprio Schema (1). |
| Diferenças de base | A instrução visa condicionar o comportamento do aluno.
O formador promove as mudanças de comportamento usando o reforço selectivo. As realidades dos alunos são convergentes. Quer dizer, as suas várias realidades tendem a convergir para uma única realidade. A aprendizagem está baseada naquela realidade. |
A aprendizagem concentra-se na transmissão do processo de pensamento do estudante.
O formador manipula o processo de pensamento do aluno provendo um modelo mental que o aluno tem que seguir. As realidades dos alunos são convergentes. |
A aprendizagem promove a construção mental da realidade do aluno.
O formador facilita a modelação conceptual do aluno. O formador leva em linha de conta que o aluno “funciona” em estruturas cognitivas diversas, e fornece-lhe actividades de aprendizagem apropriadas, que ajudarão o aluno a construir o seu próprio conhecimento. Usa múltiplos contextos, estratégias, e métodos de aprendizagem. Promove um conjunto diferenciado de ambientes de modo a permitir ao aluno raciocinar em moldes também diferenciados. O resultado será um aluno que melhor preparado para controlar situações diferentes. As realidades dos alunos são divergentes. Os alunos são encorajados a desenvolver realidades diferentes. |
| Dificuldades e forças da teoria | O aluno poderá ser confrontado com situações a que precisa de dar resposta, mas as sugestões ” mentais ” que aprendeu poderão não dar resposta a essas situações.
O aluno concentra-se numa meta clara, e o seu comportamento responde automaticamente às sugestões daquela meta |
O aluno aprende um modo para fazer as coisas, que poderá não ser, necessariamente, o melhor modo para as fazer.
A meta é treinar os alunos para fazerem algo, todos do mesmo modo. Como resultado, o comportamento deles será entre si consistente |
Numa situação onde os alunos são treinados para pensar e responder exactamente da mesma maneira, é bastante produtivo conseguir abarcar diferentes realidades.
Dado que o aluno é treinado para interpretar realidades múltiplas, também fica melhor preparado para lidar com situações diversas da vida real. |
| O desenho do projecto | Administra uma análise de tarefa.
Usa a informação da análise de tarefa para determinar as mudanças de comportamento necessárias para a gestão da tarefa. A partir daí determina os objectivos para o aluno alcançar essas metas. Essas metas devem ser predeterminadas. Prescreve pois uma sucessão de eventos para alcançar as metas. Dado que o aluno reage a sugestões mentais, essas sugestões terão que ser previstas e consideradas nas tarefas de aprendizagem, bem como a forma da sua sequência. Esta sequência determinará o padrão de sugestões capaz de levar à resposta automática do aluno. A avaliação deve ser fundamentada em critérios. Devem ser avaliados todos os alunos envolvidos através da predeterminação de critérios. A instrução deve ser programada e controlada com uma única perspectiva. Esta perspectiva deverá estar baseado nas sugestões de comportamento envolvidas. |
Administra uma análise de tarefa (CTA de tarefa cognitivo) para determinar a melhor sucessão de operações mentais.
Usa problemas complexos com metas bem definidas, bem como objectivos de desempenho básicos para as metas que se deseja alcançar. Prescreve uma sucessão de actividades de aprendizagem que permitirão aos alunos alcançar as referidas metas. A avaliação é baseada em critérios. O estudante é dirigido pelos objectivos. A instrução serve-se de simulações para reflectir as situações da vida real |
Analise as ferramentas a ser usadas pelo aluno e o ambiente nos quais ele os usa.
Os objectivos da aprendizagem são negociados com o aluno. Ele incorpora este conhecimento novo no seu Schema mental. A partir daí, ele ajusta a sua compreensão da realidade para fazer encaixar o novo conhecimento. Como resultado, o seu Schema mental passa a incorporar a nova realidade. Os alunos têm que fazer duas perguntas a si próprios: – O que é que eu preciso de saber? – O que fazer para consegui-lo? Avaliação está baseado no desempenho do aluno – avaliação e auto-avaliação. A resposta a problemas deve ser feita em contextos reais. Pode recorrer-se à narração como forma de aprendizagem ancorada, embutindo todas as respostas para as diversas questões, na própria narrativa. |
| O perfil do aluno | O aluno é um participante passivo no processo de aprendizagem.
O aluno adapta o comportamento dele a contingências de eventos e a objectivos. |
O aluno adopta as representações mentais de eventos e objectos.
Ele é passivo nesta interpretação de realidade, que é imposta e social e universalmente aceite. Mas é parte activa na decisão de adoptar novas formas de comportamento. Com as novas práticas de comportamento o aluno absorve mentalmente novos conceitos e aprendizagens, e adapta-se a responder a novas sugestões mentais. |
O aluno é mais activo, enquanto ser em constante construção e reestruturação do seu Schema, que tem que adaptar a novas realidades.
O aluno produz a sua própria concepção de eventos e objectos. O seu comportamento adapta-se automaticamente para um novo e reestruturado Schema mental. |
(1) Schema – uma estrutura de conhecimento interna. Cada pessoa ajusta o seu modelo mental para incorporar experiências novas e tornar compreensível essa nova informação. O Schema de cada pessoa está em constante reajustamento.
JAMA
21Jul04
Fonte: http://www.prof2000.pt/users/toalves/modulo1_actividade7_teorias_de_aprendizagem_analise_comparativa.htm
TEORIAS DA APRENDIZAGEM
Ana Lúcia Portella Staub
ENFOQUES TEÓRICOS À APRENDIZAGEM E AO ENSINO
O ensino visa aprendizagem. Schimitz a descreve como sendo “um processo de aquisição e assimilação, mais ou menos consciente, de novos padrões e novas formas de perceber, ser, pensar e agir”. Alguns preferem definir aprendizagem como sendo a aquisição de novos comportamentos. Existem hoje muitas teorias sobre a aprendizagem.
Uma teoria é uma tentativa humana de sistematizar uma área de conhecimento, uma maneira particular de ver as coisas, de resolver problemas. Uma teoria de aprendizagem é, então, uma construção humana para interpretar sistematicamente a área de conhecimento que chamamos aprendizagem (Moreira, 1999). O conceito de aprendizagem tem vários significados não compartilhados. Algumas definições incluem: condicionamento, aquisição de informação, mudança comportamental, uso do conhecimento na resolução de problemas, construção de novos significados e estruturas cognitivas e revisão de modelos mentais. Estes conceitos de aprendizagem e ensino são expressos em três principais enfoques teóricos: Comportamentalista, Cognitivista e Humanista.
A familiarização com as principais teorias de aprendizagem, salientando principalmente a influência das mesmas no processo ensino-aprendizagem, pode auxiliar na compreensão das causas das dificuldades reveladas pelos alunos, identificando os fatores que para elas contribuem. Além disso, um melhor entendimento das teorias de aprendizagem pode contribuir com uma formação mais adequada de todos aqueles que participam do sistema educacional. É importante compreender o modo como as pessoas aprendem e as condições necessárias para a aprendizagem, bem como identificar o papel do professor nesse processo. Estas teorias são importantes porque possibilita a este mestre adquirir conhecimentos, atitudes e habilidades que lhe permitirão alcançar melhor os objetivos do ensino.
Na aprendizagem escolar, existem os seguintes elementos centrais para que o desenvolvimento escolar ocorra com sucesso: o aluno, o professor e a situação de aprendizagem. As teorias de aprendizagem buscam reconhecer a dinâmica envolvida nos atos de ensinar e aprender, partindo do reconhecimento da evolução cognitiva do homem, e tentam explicar a relação entre o conhecimento pré-existente e o novo conhecimento. A aprendizagem não seria apenas inteligência e construção de conhecimento, mas, basicamente, identificação pessoal e relação através da interação entre as pessoas.
ENFOQUE COMPORTAMENTALISTA – Jonh B. Watson (1878-1958) cunhou o termo behaviorimo para deixar claro que sua preocupação era com os aspectos observáveis do comportamento. O behaviorismo supõe que o comportamento inclui respostas que podem ser observadas e relacionadas com eventos que as precedem (estímulos) e as sucedem (conseqüências). São também chamadas teorias estímulo-resposta. Watson, Pavlov, Guthrie, Skinner e Thorndike, são os autores que mais se destacaram nesta linha de pensamento. O enfoque comportamentalista:
ENFOQUE COGNITIVISTA – As teorias cognitivas tratam da cognição, de como o indivíduo “conhece”; processa a informação, compreende e dá significados a ela. Dentre as teorias cognitivas de aprendizagem mais antigas, destacam-se a de Tolman, a da Gestalt e a de Lewin. As mais recentes e de bastante influência no processo instrucional são as de Bruner, Piaget, Vygotsky e Ausubel. O enfoque cognitivista:
ENFOQUE HUMANÍSTICO – A idéia que norteia esta teoria está baseada no princípio do ensino centrado no aluno. Este possui liberdade para aprender, e o crescimento pessoal é valorizado. O pensamento, sentimentos e ações estão integrados. O autor humanista mais conhecido é Rogers. A teoria humanista:
DISCUSSÃO
O processo civilizatório e de humanização está em contínuo movimento, daí por que, de tempos em tempos, surgem novas idéias, novos conceitos que, não apenas representam esse movimento, mas também servem para impulsioná-lo. O ensino, que recebe a responsabilidade social de promover a formação para a cidadania dos membros da sociedade, defronta-se com a necessidade de promover sua própria reorganização. Por outro lado, os educadores também vêem a necessidade de superar a fragmentação do ensino, e buscar uma atuação mais humana. Dentro deste contexto agradeço a oportunidade de ter cursado a disciplina de prática educativa, que contando com o brilhantismo de seus organizadores, disponibilizaram momentos de reflexão acerca do papel de cada um de nós na (re)organização do ensino e a forma de praticá-lo.
Devo concordar com Moreira (1999) que as teorias de Ausubel, Novak e Gowin que propõe uma relação triádica entre aluno, materiais educativos e professor com objetivo de compartilhar significados, é um referencial para o dia-a-dia da sala de aula.
Referências Bibliográficas
– Zoboli, Graziela. Práticas de ensino. Ed Ática, 1991
– Gauthier, Chermont. Por uma teoria de pedagogia. Ed. Unijuí, 1998.
– Elkind, David- Crianças e adolescentes- ensaios interpretativos sobre Jean Piaget. Rio de Janeiro, Zahar, 1972.
– Moura, A. M.; Mohlecke, A. M. P. Q – As teorias de aprendizagem e os recursos da internet auxiliando o professor na construção do conhecimento. http://www.uel.br/seed/nte/as_teorias_de_aprendizagem_e_a_internet.htm
– Lück, Heloisa – Pedagogia interdisciplinar – Fundamentos teóricos- metodológicos. Ed. Vozes, 1999.
Fonte: http://pedagogiadidatica.blogspot.com.br/2008/11/teorias-da- aprendizagem.html
TEORIAS DA APRENDIZAGEM: COMPORTAMENTALISTA, COGNITIVISTA E HUMANISTA
José Alex Soares Santos
A Psicologia adquire status de ciência no alvorecer da modernidade e busca, a partir desse momento histórico, compreender as manifestações da alma ou psique, inerentes à vida mental e emocional do ser humano.
Semelhante a toda área do conhecimento, esta ciência representa um vasto campo de saberes a ser explorado, abrangendo, especificamente, o desenvolvimento humano nos seus aspectos motor, afetivo e cognitivo, além daqueles provenientes da relação do ser humano com o mundo que o rodeia, isto é, a capacidade de adaptar-se, modificar e entender seu meio. Características que o diferenciam dos demais seres da natureza.
Representando esse vasto campo de saberes, a Psicologia tem como um de seus objetos de estudo a aprendizagem humana, ou seja, os diversos fatores que levam os ”seres racionais” a apresentarem um comportamento que antes não apresentavam. Tomando por fundamento esse significado tornou-se consenso, do ponto de vista psicológico, que a aprendizagem é uma característica inerente a todos os seres que raciocinam. Entretanto, muitas são as questões que ocasionam controvérsias entre os teóricos que a discutem. Entre estas questões se destacam as discussões sobre sua natureza, seus limites e o papel do aprendiz na constituição de seu tirocínio.
Texto completo: teorias_da_aprendizagem_comportamentalista_cognitivista_e_humanista-pages-1-15
Fonte: www.alex.pro.br/teorias_aprend3.pdf
ABORDAGENS DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Roberto Vatan dos Santos
Considerando que o processo de ensino e aprendizagem tem sido visto de forma integrada à sociedade-cultura, a suas crenças e valores dominantes em uma determinada época, este trabalho analisa e compara os referenciais teóricos desse processo em quatro aspectos relevantes: escola, aluno, professor, e processo de ensino e aprendizagem. As abordagens educacionais objeto de análise são: abordagem tradicional, abordagem comportamentalista, abordagem humanista, abordagem cognitivista e abordagem sociocultural. Apresenta-se no final um quadro sintetizando tanto as características diferenciadoras como as semelhantes desses aspectos em cada uma das abordagens relacionadas.
Texto completo: abordagens_de_processo_de_ensino_e_aprendizagem
Fonte: http://social.stoa.usp.br/articles/0034/1812/abordagens_de_processo_de_ensino_e_aprendizagem.pdf