Autoavaliação – Parte 2

DELINEANDO RUBRICAS PARA UMA AVALIAÇÃO MEDIADORA DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE
Nelly Kazan Sancho Cruz
Lina Cardoso Nunes

A prática avaliativa na modalidade de ensino online ainda permanece centrada em abordagens tradicionais utilizadas em ambientes presenciais. Esta questão mobilizou o presente estudo com o objetivo de investigar a construção de rubricas a serem utilizadas na prática de avaliação da aprendizagem em educação online, a partir do mapeamento de indicadores específicos utilizados na avaliação mediadora preconizada por Hoffmann(2004,2005) construídos no contexto da educação presencial. A proposta de uma avaliação mediadora em um curso online com o emprego de rubricas poderá nos proporcionar um novo entendimento quanto ao sistema de avaliação nesta modalidade de ensino, nos convidando ao rompimento de idéias cristalizadas de avaliação baseada em julgamento de resultados finais e pontuais. Todavia, não temos a pretensão de
esgotar o tema, mas subsidiar e estimular o surgimento de outras pesquisas sobre como efetuar a avaliação da aprendizagem.

Texto completo: artigo avaliação por rubricas na ead sancho e cardoso 2009_pi


Fonte: http://www.abed.org.br/congresso2009/CD/trabalhos/1452009214144.pdf

Autismo funcional em adultos 2

Como identificar um adulto que tenha autismo leve? Ou que tenha síndrome de Asperger? É importante esclarecer o assunto para assim identificar as melhores soluções e abordagens a serem tomadas. Por vezes, passam-se décadas antes de um diagnóstico positivo. Estes dois vídeos tratam desse assunto.

Autismo em Adultos: quando e como saber? – Live NeuroSaber de 04/02/2018

#17 Asperger x Autismo – Qual a diferença? – Live NeuroSaber


Ver também:

https://pedrofigueira.pro.br/2019/03/24/autismo-funcional-em-adultos/

Autoavaliação – Parte 1

CONHECENDO E APLICANDO RUBRICAS EM AVALIAÇÔES
Luiz Cláudio Medeiros Biagiotti
DIRETORIA DE ENSINO DA MARINHA

Este trabalho tem por finalidade apresentar as rubricas, ferramentas bastante úteis para a avaliação de processos e produtos finais na educação. Sua utilização no Brasil ainda é muito restrita, embora em alguns países, do Primeiro Mundo, já seja de utilização constante.
Além do trabalho de pesquisa que venho realizando há algum tempo, este artigo também aborda algumas discussões acontecidas durante um workshop sobre rubricas do qual participei recentemente. Pretendo por este artigo, contribuir para a divulgação do tema.

Texto completo: artigo avaliação por rubricas biagiotti 2005


Fonte: http://www.abed.org.br/congresso2005/por/pdf/007tcf5.pdf

Rotinas de pensamento – Parte 2

Making Thinking Visible

1964 – O Brasil entre armas e livros

Rotinas de pensamento – Parte 1

Mark Church demonstrates the Headlines routine

 

Rubricas na avaliação formativa – Parte 2

METACOGNIÇÃO E SUCESSO ESCOLAR: ARTICULANDO TEORIA E PRÁTICA
Claudia Davis
Marina M. R. Nunes
Cesar A. A. Nunes

Este artigo busca salientar a importância da metacognição para os processos de aprendizagem e para o sucesso escolar. Para tanto, discute a necessidade de se construir, nas salas de aula, uma cultura do pensar, que propicie aos alunos: a. uma forma de explicitar, desde cedo, modalidades de pensamento, tornando-as, assim, passíveis de ser compartilhadas; b. um estímulo ou motivação para pensar, de forma a alcançar decisões acertadas; c. a coragem para enfrentar situações novas; d. a transferência de estratégias e conhecimentos gerados em um dado contexto para outros. Um aspecto central na implementação de uma cultura do pensamento é desenvolver habilidades metacognitivas, pois é por meio delas que se torna possível a elaboração de conhecimentos e formas de pensar que assegurem maior possibilidade de sucesso e generalização, bem como a aquisição da autonomia na gestão da aprendizagem e na construção de uma auto-imagem de aprendiz competente. Exemplos de como implementar essa proposta são fornecidos, destacando como a organização do ensino
torna os alunos sujeitos de sua própria aprendizagem.

Texto completo: a1135125


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/cp/v35n125/a1135125.pdf

Vida e morte num mundo de solidão: Hikikomori e Kodokushi

Editado em 24/01/2021: adicionado vídeo sobre o fenômeno de Manboo
Editado em 26/02/2022: adicionado vídeo.
Editado em 30/04/2022: dois vídeos (documentários RT) foram removidos para visualização no Brasil. É necessário usar VPN para assisti-los no Youtube. Os links são: https://www.youtube.com/watch?v=wE1UIK85E3E e https://www.youtube.com/watch?v=gep6UGZm6h4
Editado em 07/04/2023: adicionado vídeo.

De que adianta tanta tecnologia para ”conectar” as pessoas, se estamos cada vez mais longe uns dos outros?

Estes três documentários mostram o resultado da vida moderna no Japão, um fenômeno que está aos poucos se espalhando para todo o mundo. Pessoas de todas as idades estão cada vez mais isoladas, seja por problemas psiquiátricos, seja por abandono familiar.

O isolamento social está criando verdadeiros eremitas urbanos, pessoas com pouco ou nenhum contato com outras pessoas. Vivem e morrem em seus privados mundos de solidão.

E você? Já parou para notar as pessoas ao seu redor? Ou também está anestesiado e ”sem tempo” para o próximo por causa da vida contemporânea?

Japan: The Age Of Social Withdrawal | 101 East | Al Jazeera English

Japan’s modern-day hermits: The world of hikikomori | FRANCE 24 English

Os japoneses que vivem em 4 metros quadrados: “Lost in Manboo” | euronews (em português)

Living Lonely and Loveless in Japan | Foreign Correspondent | ABC News In-depth

Hikikomori Loveless: What causes young Japanese hermits to give up on real life | RT Documentary

Dying Alone: Kodokushi, Japan’s epidemic of isolation through the eyes of a ‘lonely death’ cleaner | RT Documentary

Rubricas na avaliação formativa – Parte 1

POR QUE APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS?
Cesar A. A. Nunes

Vale a pena pensarmos um pouco o que queremos quando falamos em aprendizagem por projetos.
Tudo que fazemos que tenha certo grau de complexidade precisa ser projetado para ser bem feito. Produtos complexos em geral precisam de planejamento para várias etapas, divisão de tarefas, relação de recursos a serem buscados, etc.
Um projeto de aprendizagem é um projeto no qual o aluno vai aplicar o que está aprendendo enquanto cria um produto. Porém, diferentemente de um projeto para gerar apenas um produto complexo, um projeto de aprendizagem é projetado para que aconteça a aprendizagem. Portanto, ao invés de ter apenas divisão de tarefas, etapas, previsão de recursos, tempos, etc., o projeto de aprendizagem também prevê paradas para reflexão, feedback, autoavaliação e avaliação de pares, discussão com outros grupos e atividades para “melhoria de ideias” …
Diferentemente de uma sequência didática, num projeto de aprendizagem há preocupação em gerar um produto. Porém, esse produto não precisa ser um objeto concreto. Pode ser uma ideia, uma campanha, uma teoria, etc. A grande vantagem de gerar esse produto é criar oportunidades para o aluno aplicar o que está aprendendo e também desenvolver algumas habilidades e competências. Para que essas oportunidades de aprendizagem aconteçam o professor precisa desenhar/ projetar uma sequência de atividades adequada.

Texto completo: 1581124


Fonte: http://livrozilla.com/doc/1581124/textos-de-subsídio-para-o-curso-de-aprendizagem-baseada-em

Processos de avaliação: material complementar – Parte 11

Alfabetização Midiática e Informacional: currículo para formação de professores

Estas páginas contêm informações relevantes para a formação de professores. Sugiro adicioná-las às suas fontes de referências.

http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information
http://www.unesco.org/new/en/education/themes/
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/media_information_literacy_curriculum_for_teachers_in_

Ver também:
http://www.nmc.org

https://www.educause.edu/

http://www.cgi.br