Estratégias pedagógicas para cursos à distância
Estratégias didáticas na EAD – parte 2
Estratégias pedagógicas para cursos à distância
Estratégias pedagógicas para cursos à distância
PRÁTICAS DE ENSINAR A DISTÂNCIA MEDIADAS POR AMBIENTE VIRTUAL
Guaracira Gouvêa
Atualmente, a existência de discursos expressos nas leis educacionais e em parte da produção acadêmica contemporânea, colocando as tecnologias como relevantes e necessárias aos processos educacionais, exige, antes de qualquer filiação, um exame crítico das questões que envolvem as relações que se estabelecem entre sujeitos em práticas educativas nas quais as tecnologias de informação e comunicação (TICs) se fazem presentes. No caso deste estudo, estou interessada em discutir como os professores conduzem sua prática quando propõem situações didáticas mediadas por uma plataforma, em um contexto de disciplinas de um curso presencial, ministradas parcialmente a distância. Para tal, optei por estudar a implantação de módulos baseados em EaD em disciplinas de curso de graduação em Pedagogia de uma universidade pública e realizar acompanhamento dos momentos a distância. Neste trabalho, considero como ferramentas metodológicas a observação participante das reuniões de preparação da implantação das disciplinas, as gravações em áudio dessas reuniões; o caderno de registros do professor da disciplina onde todas as ocorrências eram anotadas, inclusive as associadas à plataforma. A análise realizada indica que o ato de elaboração do material didático para ser disponibilizado na plataforma fez surgir questões que envolvem a escolha da plataforma e dos procedimentos didáticos e que estes e o desenho da plataforma descaracterizaram o uso dos meios digitais, pois os parâmetros espaços-temporais foram fixados e a linguagem multimídia e formas de comunicação diferenciadas não foram utilizadas.
Texto completo: 491-1766-2-PB
Fonte: http://online.unisc.br/seer/index.php/reflex/article/viewFile/491/398
The Box [Omeleto]
Tecnologia e Educação Entrevista Profª Vani Kenski USP
NOVAS QUESTÕES QUE A EDUCAÇÃO ON-LINE TRAZ PARA A DIDÁTICA
José Moran
A Internet e as tecnologias conectadas nos trazem questões pedagógicas específicas com desafios novos para a educação a distância e para a presencial. Existe hoje no Brasil uma grande variedade de cursos on-line: cursos para poucos e para muitos alunos, cursos com pouca interação e com muita interação, cursos centrados no professor e cursos centrados nos alunos; cursos que utilizam uma tecnologia (Internet, videoconferência, teleconferência) e outros que integram várias tecnologias. Para cursos com grandes grupos, o processo de organização do ensino-aprendizagem on-line é muito mais complexo do que o que realizamos no presencial, exigindo uma logística nova, que está sendo testada com mídias telemáticas pela primeira vez. Os papéis do professor se multiplicam, diferenciam e complementam, exigindo uma grande capacidade de adaptação, de criatividade diante de novas situações, propostas, atividades.
Texto completo: questoes
Fonte: http://www.eca.usp.br/prof/moran/site/textos/educacao_online/questoes.pdf
QUALIDADE E PESQUISA NA UNIVERSIDADE
Pedro Demo
A Universidade poderia ser uma das instituições mais relevantes da sociedade e da economia, desde que fosse o lugar privilegiado da construção do conhecimento e da educação de novas gerações. Enquanto permanecer na condição de centro de treinamento de recursos humanos, pode até satisfazer o ego da classe média e alta em termos de acesso a diploma, mas pratica a subalternidade do conhecimento meramente copiado. Transmitir conhecimento é fundamental para a sociedade e a economia, mas não passa de insumo. E mais: para fazer somente isto, não necessitamos de universidade, porque o uso inteligente dos meios modernos de comunicação a substitui com ampla vantagem. Insubstituível seria, se fosse o lugar privilegiado da construção do conhecimento e referência inequívoca da aprendizagem reconstrutiva política, o fator decisivo da oportunidade de desenvolvimento. A ligação com o mercado é necessária, por certo, mas instrumental. Sua referência central sempre será a cidadania, ou, o espectro das necessidades e potencialidades humanas da sociedade.
Texto completo: qualidade e pesquisa na universidade pedro demo
Fonte: http://www.facec.edu.br/seer/index.php/docenciaepesquisaemadministracao/article/viewPDFInterstitial/11/25
ENTRE O REAL E O VIRTUAL: A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA (EAD) COMO ESPAÇO PARA O EDUCAR (APRENDER E ENSINAR) PELA PESQUISA.
Leociléa Aparecida Vieira Vieira.
O estudo que ora se apresenta, insere-se na linha de pesquisa: Novas Tecnologias em Educação, do Programa de Doutorado em Educação: Currículo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. A pesquisa teve como objetivos: a) identificar as facilidades e as dificuldades encontradas pelos professores-alunos dos cursos de pós-graduação em “Tecnologias e Educação a Distância” e “EaD e as Novas Tecnologias”, na realização de suas pesquisas nos ambientes virtuais de aprendizagem; b) analisar os princípios norteadores de práticas pedagógicas articuladas ao processo de construção do conhecimento e a maneira como a disciplina de Metodologia da Pesquisa Científica contribui para a formação do “aluno pesquisador” enquanto produtor de conhecimento. O marco conceitual introdutório foi estruturado ao se fazer o entrelaçamento entre tecnologia e currículo, enquanto a revisão da literatura discorreu sobre a história do conhecimento; a pesquisa como princípio educativo e como princípio científico. A investigação que se caracteriza pelo estudo de caso possibilitou que emergissem as categorias de análise “educar e aprender pela pesquisa” e a “autonomia” na concepção freireana. Para a interpretação dos instrumentos de coleta, utilizou-se da análise do conteúdo na fala dos vinte e um professores-alunos e oito professores da disciplina de Metodologia da Pesquisa Científica e Orientação de Trabalhos de Conclusão de Curso, a fim de entender os enfrentamentos e os desafios virtuais e reais dos sujeitos da pesquisa. Durante o desenvolvimento desta, observou-se que algumas barreiras precisam ser superadas, tanto por parte dos discentes quanto dos docentes, entre elas: a) plágios; b) deficiência na leitura; c) entendimento de que pesquisar se distancia das teclas do copiar e colar; d) ausência da cultura de que o aluno aprende, quer seja no virtual ou real; e) resistência ao novo; f) dialogicidade na escrita do material didático; g) a própria distância virtual que não permite o focar “olho no olho” de quem aprende e de quem ensina. Ao finalizar o presente estudo, procurou-se mostrar que o educar e aprender pela pesquisa, especialmente na EaD, deve propiciar ao aluno, sujeito da aprendizagem, o desenvolvimento de sua autonomia sustentada em uma proposta educativa que permita a leitura crítica do mundo, visando um fazer social e político, que conduza educandos e educadores à liberdade.
Disponível em: http://www.pucsp.br/gepi/downloads/RESUMO_DISSERTACOES_GEPI/2011_TESE_LEOCILEA.pdf
Pesquisa revela que jovens não percebem depressão como doença | SBT Brasil (28/08/19)
Veja também:
Suicídios na UERJ – Uma questão ainda não solucionada.
Drauzio Varella no Fantástico – Não tá tudo bem, mas vai ficar
Conscientização sobre a saúde mental.
O PLÁGIO, A CÓPIA E A INTERTEXTUALIDADE NA PRODUÇÃO ACADÊMICA
Ivy Judensnaider
A ocorrência cada vez mais frequente do plágio nos trabalhos discentes enseja a discussão sobre a sua prática, em especial quando resultante da falta de compreensão sobre o real significado do caráter intertextual da produção acadêmica. Na investigação sobre os possíveis diálogos entre as várias camadas do texto cientifico, esse artigo procura estabelecer distância entre eles e a prática do plágio ou da cópia, assim o fazendo por meio da análise
da construção de sentido a partir da leitura e da escrita como exercício da leitura de mundo e do processo dialógico entre discursos e sujeitos.
Texto completo: 14244-58533-2-pb
Fonte: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/14244
POSSÍVEIS SIGNIFICADOS DA PESQUISA NA PRÁTICA DOCENTE: IDÉIAS PARA FOMENTAR O DEBATE
Júlio Emílio Diniz Pereira
Mitsi Pinheiro de Lacerda
Com o propósito de fomentar o debate em universidades e escolas brasileiras, abordaremos, neste artigo, possíveis significados da pesquisa na prática docente. Trazemos para a discussão perguntas, tais como: quais os possíveis significados da pesquisa na prática docente? Quais as dificuldades e os desafios, em nosso país, para a realização da investigação na escola pelos próprios profissionais que lá trabalham? Qual a relevância desse tipo de pesquisa para a introdução de inovações no currículo escolar e para a formação docente? Ainda em termos da formação, não seria o enfoque na pesquisa mais uma escolha arbitrária que estaria negando outras possibilidades formativas também relevantes?
Texto completo: v30n109a15
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/es/v30n109/v30n109a15.pdf