Autismo funcional em crianças

Série para aprender mais sobre o autismo leve em crianças.

15 SINAIS de AUTISMO LEVE I MARIA CLAUDIA BRITO

AUTISMO LEVE – 7 ERROS NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO I MARIA CLAUDIA BRITO

AUTISMO LEVE ou SUSPEITA: DICAS PRÁTICAS I MARIA CLAUDIA BRITO

Trabalhos de conclusão de curso: material complementar – Parte 2

A DELIMITAÇÃO DO TEMA NA PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS
José D’Assunção Barros

Este artigo busca desenvolver uma reflexão acerca da Pesquisa nas áreas de Ciências Sociais e Humanas, particularmente direcionada para os pesquisadores que se defrontam com este que é primeiro momento de um caminho de pesquisa a ser iniciado: a escolha do Tema. A principal intenção do artigo é trazer uma contribuição para alunos e professores dos campos de conhecimento relacionados às ciências sociais e humanas, oferecendo algumas sugestões práticas e meios para o entendimento e o esclarecimento sobre aspectos relacionado à Teoria e à Metodologia, no que se refere à condução do processo de Pesquisa.

Texto completo: delimitaÇÃo do tema na pesquisa em ciÊncias humanas


Fonte: http://revistas.unipar.br/index.php/akropolis/article/view/4029

Trabalhos de conclusão de curso: material complementar – Parte 1

CURRÍCULO E CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM: INTEGRAÇÃO ENTRE O FORMAL E O NÃO-FORMAL POR MEIO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida
José Armando Valente

Espaços educacionais formais e não-formais podem ser caracterizados como contextos de aprendizagem, que estão sendo integrados por meio das tecnologias digitais. Para que haja esta integração é necessário um denominador comum que, para efeito desse artigo, foi assumido como sendo o currículo. Assim, diversos contextos de aprendizagem foram estudados pelos alunos de uma disciplina do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo da PUC-SP, realizada no 1º semestre de 2014, com o objetivo de identificar se há um currículo e como ele se constitui, uma concepção de currículo subjacente e se é possível estabelecer o diálogo entre o contexto formal da sala de aula e os contextos estudados, bem como a possibilidade de diálogo entre os contextos estudados e as atividades do Ensino Básico. Como parte das atividades, foram estudados artigos relacionados à temática, os alunos visitaram contextos de aprendizagem, as informações colhidas foram discutidas em sala de aula à luz das teorias trabalhadas e, com base nestas informações, cada aluno produziu uma narrativa digital. A análise destas narrativas e do que foi desenvolvido em sala permitiu identificar a existência de um currículo em cada contexto estudado e que a concepção de currículo se aproxima de atos de currículo; que é possível estabelecer o diálogo entre o currículo do contexto formal da disciplina e o currículo dos contextos de aprendizagem visitados; e levantar as possibilidades de diálogo entre o currículo praticado nos contextos de aprendizagem e o currículo do contexto formal da escola, o que sugere uma nova abordagem da inter-relação entre currículo e cultura.

Texto completo: currÍculo e contextos de aprendizagem_ integracao


Fonte: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/20355

2019 – O Brasil entre picuinhas e futricas

Continuando sintonizado no assunto do momento, seguem alguns pensamentos sobre o cenário político atual.

Finalmente chegamos ao centésimo dia de governo. Não foi implantada nova ditadura. ”Esquerdistas” não estão sendo torturados ou censurados. Não há tanques nas ruas. Não vivemos num estado de exceção. O novo presidente é aplaudido de pé por prefeitos e governadores¹. É bem quisto no exterior. Cumpriu promessa de campanha de não haver indicação política para ministérios. E de buscar abertura econômica sem viés ideológico. A bolsa de valores está otimista. Acordos bilaterais e propostas unilaterais para trazer recursos e investimentos estão surtindo efeito. Aumento imediato do interesse turístico e de investimentos estrangeiros. Perspectivas a médio e a longo prazo muito boas.

Pôs em prática diversas ações antes restritas às cartas de intenções. Obras emergenciais nas estradas, grande sucesso na concessão de aeroportos, revogação de decretos inúteis, bom exemplo de abordagem em casos de desastres, cortes de gastos e de cargos. A meta dos 100 dias será apresentada em breve com excelentes resultados a despeito de todos os empecilhos encontrados. E a caixa-preta do BNDES vem aí…²

Mas, porém, contudo, entretanto, todavia, não obstante tudo isso, é impossível agradar todos. Quem tentou ”ou está preso, ou com processo nas costas, ou estocando vento em algum lugar”. Durante muitos dos mais recentes anos, a ”direita” e a ”falsa direita” foram a oposição do governo. E durante todo esse tempo, quase que diariamente algum escândalo surgiu. Mensalão, petrolão, mensalinho, petrolinho (talvez) um sem número de aberrações contábeis, jurídicas e jornalísticas invariavelmente inundando os noticiários com o descalabro dos governos de ”esquerda”.

E vemos exatamente nisso a principal diferença entre o governo atual e o anterior.

Partidos e seus políticos, a grande mídia e mais de “340 artistas” se calam quando:
1 – Battisti admite ser assassino;
2 – Descobrem quem matou Marielle;
3 – Haddad é condenado por irregularidade eleitoral;
4 – Temer (chamado golpista) é preso. E é solto logo em seguida;
5 – Lula confessa que é criminoso.

Mas gritam a plenos pulmões sobre:
1- Azul x Rosa;
2- Hino nacional;
3- Pessoas urinando;
4- Março de 1964;
5- Horário de verão.

Tais atitudes colocam a imagem da ”esquerda” ou ”resistência” numa pífia e ridícula posição de insignificância e irrelevância. Nenhum indivíduo que se declare pró-governo nem ao menos considera essas alegações. É o que chamamos ”mimimi”. Não estão apresentando ações que realmente façam diferença. Levantando questões que efetivamente contribuam com o progresso do país. Ao ponto de estarem sendo comparados a crianças mimadas que perderam a chupeta! Para ser um oponente de peso, é necessário obter respeito de seu adversário. Respeito que a ”esquerda” não tem mais. Perdeu-o por suas próprias ações indevidas (ou inatividade quando precisava agir).

Pois ao que parece, para eles esses são os assuntos realmente importantes para o país… Que resistência é essa que não reage nem resiste? Onde estão as passeatas contra os ”desatinos” do governo? Contra o racismo, homofobia, machismo, nazismo, fascismo etc. etc. etc.? Onde estão as propostas? Onde estão os argumentos? Estariam turistando na Europa? Ou talvez nos opressores Estados Unidos?

Isso demonstra a meus olhos a hipocrisia, a incompetência, a leviandade e a imoralidade do projeto de ”esquerda” neste país. Hipocrisia por mentirem abertamente, sem reservas ou pudores, e sem reconhecer seus próprios erros. Incompetência por não argumentarem sobre os possíveis defeitos do atual governo. Oposição incapaz de levantar argumentos contumazes, restringindo-se a bradar sobre amenidades como se isso representasse alguma ”resistência”. Leviandade por agirem sem nem ao menos perceber sua própria insensatez ou volubilidade; momentos que quem estiver em seu juízo minimamente perfeito chamará de ”vergonha alheia”. E imoralidade de um projeto em que agem por perfídia quando seus mentores traem o crédito depositado por seus apoiadores.

Entretanto, por mais que não haja espaço para eles no cenário político atual, e eu já tenha me declarado absolutamente contrário ao marxismo e seus movimentos, sou obrigado a convir que eles são bons em duas coisas: são muito bem organizados e são bastante barulhentos.

Além disso, há outra questão importante: e quanto à massa enganada? Afinal, sabemos muito bem que os mentores conseguiram gramscianamente convencer uma imensa quantidade de pessoas de bem de que a ”esquerda” é ”a solução”. E estão tão convencidos disso a tal ponto que mesmo com todas as provas, mesmo com todos os argumentos, mesmo com todas as evidências, não percebem o engano ao qual foram estrategicamente e maldosamente submetidos.

Cogitei sobre como utilizar a força das pessoas de bem cooptadas pela ”esquerda” para interesses que sejam, de fato, bons para todos (e não só para seus mentores, como estes assim o desejam e Lênin assim o diria). Pois bem, a solução é instigá-los a conhecer a Auditoria Cidadã da Dívida Pública.

Pesquise você também! São 6 trilhões em dívidas: https://auditoriacidada.org.br/

Esse movimento aponta vários fatos sobre modo como os governos anteriores lidaram perniciosamente com a dívida pública. Os papéis das dívidas são uma verdadeira caixa-preta e há claros indícios de que o dinheiro de nossos tributos é desviado por meio de papéis de mercado para bancos privados e não chega aos cofres públicos. Se os cálculos estiverem certos, a reforma da previdência seria absolutamente desnecessária, pois haveria recursos muito mais do que suficientes para cobrir todas as despesas públicas atuais e muito mais. Desvios no sistema financeiro interbancário em uma sucessão de acordos espúrios com os impostos do contribuinte. Seria isso verdade? Até que ponto o governo atual tem poder para fazer a devassa? Que restrições eles encontraram e não podem falar?

Neste ponto e deste modo, distribuindo esse tipo de informação para ambos os lados (governo e oposição), podemos alinhar eleitores em um objetivo comum. Se conseguirmos finalmente a devassa irrestrita das contas públicas, teremos uma bela vitória em prol de nosso país. Afinal, independentemente de se ”de esquerda” ou ”de direita”, todas as pessoas de bem concordam com isso: para onde vai nosso dinheiro?

Vamos nos unir para o bem de todos nós!

Fattorelli explica PLP 459/2017 ao programa Direto de Brasília.

Autoavaliação – Parte 2

DELINEANDO RUBRICAS PARA UMA AVALIAÇÃO MEDIADORA DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE
Nelly Kazan Sancho Cruz
Lina Cardoso Nunes

A prática avaliativa na modalidade de ensino online ainda permanece centrada em abordagens tradicionais utilizadas em ambientes presenciais. Esta questão mobilizou o presente estudo com o objetivo de investigar a construção de rubricas a serem utilizadas na prática de avaliação da aprendizagem em educação online, a partir do mapeamento de indicadores específicos utilizados na avaliação mediadora preconizada por Hoffmann(2004,2005) construídos no contexto da educação presencial. A proposta de uma avaliação mediadora em um curso online com o emprego de rubricas poderá nos proporcionar um novo entendimento quanto ao sistema de avaliação nesta modalidade de ensino, nos convidando ao rompimento de idéias cristalizadas de avaliação baseada em julgamento de resultados finais e pontuais. Todavia, não temos a pretensão de
esgotar o tema, mas subsidiar e estimular o surgimento de outras pesquisas sobre como efetuar a avaliação da aprendizagem.

Texto completo: artigo avaliação por rubricas na ead sancho e cardoso 2009_pi


Fonte: http://www.abed.org.br/congresso2009/CD/trabalhos/1452009214144.pdf

Autismo funcional em adultos 2

Como identificar um adulto que tenha autismo leve? Ou que tenha síndrome de Asperger? É importante esclarecer o assunto para assim identificar as melhores soluções e abordagens a serem tomadas. Por vezes, passam-se décadas antes de um diagnóstico positivo. Estes dois vídeos tratam desse assunto.

Autismo em Adultos: quando e como saber? – Live NeuroSaber de 04/02/2018

#17 Asperger x Autismo – Qual a diferença? – Live NeuroSaber


Ver também:

https://pedrofigueira.pro.br/2019/03/24/autismo-funcional-em-adultos/

Autoavaliação – Parte 1

CONHECENDO E APLICANDO RUBRICAS EM AVALIAÇÔES
Luiz Cláudio Medeiros Biagiotti
DIRETORIA DE ENSINO DA MARINHA

Este trabalho tem por finalidade apresentar as rubricas, ferramentas bastante úteis para a avaliação de processos e produtos finais na educação. Sua utilização no Brasil ainda é muito restrita, embora em alguns países, do Primeiro Mundo, já seja de utilização constante.
Além do trabalho de pesquisa que venho realizando há algum tempo, este artigo também aborda algumas discussões acontecidas durante um workshop sobre rubricas do qual participei recentemente. Pretendo por este artigo, contribuir para a divulgação do tema.

Texto completo: artigo avaliação por rubricas biagiotti 2005


Fonte: http://www.abed.org.br/congresso2005/por/pdf/007tcf5.pdf

Rotinas de pensamento – Parte 2

Making Thinking Visible

1964 – O Brasil entre armas e livros

Rotinas de pensamento – Parte 1

Mark Church demonstrates the Headlines routine