Mensagem nº 339

“Aquele que puser as mãos sobre mim, para me governar, é um usurpador, um tirano. Eu o declaro meu inimigo.”

>> Possivelmente apócrifo, não encontrei a fonte. Atribuído a:

Pierre-Joseph Proudhon
* Besançon, 15/01/1809 + Passy, 19/01/1865
Economista, sociólogo e filosofo francês.

Possivelmente inspirado por:

“Ser governado significa ser observado, inspecionado, espionado, dirigido, legislado, regulamentado, cercado, doutrinado, admoestado, controlado, avaliado, censurado, comandado; e por criaturas que para isso não tem o direito, nem a sabedoria, nem a virtude… Ser governado significa que todo movimento, operação ou transação que realizamos é anotada, registrada, catalogado em censos, taxada, selada, avaliada monetariamente, patenteada, licenciada, autorizada, recomendada ou desaconselhada, frustrada, reformada, endireitada, corrigida. Submeter-se ao governo significa consentir em ser tributado, treinado, redimido, explorado, monopolizado, extorquido, pressionado, mistificado, roubado; tudo isso em nome da utilidade pública e do bem comum. Então, ao primeiro sinal de resistência, à primeira palavra de protesto, somos reprimidos, multados, desprezados, humilhados, perseguidos, empurrados, espancados, garroteados, aprisionados, fuzilados, metralhados, julgados, sentenciados, deportados, sacrificados, vendidos, traídos e, para completar, ridicularizados, escarnecidos, ultrajados e desonrados. Isso é o governo, essa é a sua justiça e sua moralidade! … Oh personalidade humana! Como pudeste te curvar à tamanha sujeição durante sessenta séculos?”

Conforme texto original:

Être gouverné, c’est être gardé à vue, inspecté, espionné, dirigé, légiféré, réglementé, parqué, endoctriné, prêché, contrôlé, estimé, apprécié, censuré, commandé, par des êtres qui n’ont ni le titre, ni la science, ni la vertu… Être GOUVERNÉ, c’est être, à chaque opération, à chaque transaction, à chaque mouvement, noté, enregistré, recensé, tarifé, timbré, toisé, coté, cotisé, patenté, licencié, autorisé, apostillé, admonesté, empêché, réformé, redressé, corrigé. C’est, sous prétexte d’utilité publique, et au nom de l’intérêt général, être mis à contribution, exercé, rançonné, exploité, monopolisé, concussionné, pressuré, mystifié, volé ; puis, à la moindre résistance, au premier mot de plainte, réprimé, amendé, vilipendé, vexé, traqué, houspillé, assommé, désarmé, garrotté, emprisonné, fusillé, mitraillé, jugé, condamné, déporté, sacrifié, vendu, trahi, et pour comble, joué, berné, outragé, déshonoré. Voilà le gouvernement, voilà sa justice, voilà sa morale !

In: Idée Générale de la Révolution au XIX Siècle 1851

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 1

HISTÓRIA DO ENSINO SUPERIOR

“O real significado do termo “Ensino Superior” vai muito além do de ensino de terceiro grau, como ficou popularizado principalmente após as reformas das décadas de 60 e 70. O saber superior deve ser adquirido mediante o uso de codificações, sistemas, modelos e símbolos da semântica científica e, por isso, foge à praticidade do dia-a-dia e se reserva aos que disponham de condições especiais para abordá-lo. Por isso, como muitos querem, não pode ser democraticamente acessível a todos. É um ensino, por natureza, elitista, para uma minoria capacitada intelectual e culturalmente e não no sentido trivial de pessoas sócio-economicamente bem postas na comunidade.”

(Estrutura e Funcionamento do Ensino Superior Brasileiro – Paulo Nathanael P. Souza)

Texto completo: CES0492


Fonte: Universia, 2008.

Currículo no Ensino Superior e diretrizes curriculares nacionais – Parte 2

O CURRÍCULO NO ENSINO SUPERIOR
Princípios epistemológicos para um design contemporâneo

GESSER, Veronica
Pedagoga, Mestre em Educação pela PUC/SP, Doutora em Educação pela Florida
International University, USA.
Professora e Pesquisadora do PPGE, UNIVALI, SC.

RANGHETTI, Diva Spezia
Pedagoga, Mestre e Doutora em Educação: Currículo pela PUC/SP.
Professora e Pesquisadora da UNERJ.

Este artigo apresenta princípios norteadores para a organização de um design contemporâneo de currículo para o Ensino Superior. Tem como objetivo problematizar os atuais modelos de organização curricular ainda dominante na escola e, em particular, no ensino superior. Que princípios são fundamentais na organização de um design curricular para a contemporaneidade, ou seja, um currículo adequado à formação humana e profissional para atuar numa sociedade em que a complexidade, a incerteza e a individualidade constituem a trama sobre a qual se desenvolve a própria vida? De qualquer modo, indicaremos princípios que tem como foco uma formação como produtora de sentido, tanto no âmbito pessoal quanto
profissional, humano.

Texto completo: 6775-16457-1-SM


Fonte: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/6775

Síndrome de Estocolmo.

1º Seqüestrar a garota;
2º Submetê-la à tortura psicológica (possivelmente com alucinógenos);
3º Esperar pelo mindbreak;
Profit.

E todo mundo acha normal…
Por que não voltamos de uma vez à época do tacape? Era muito mais simples e objetivo.

Currículo no Ensino Superior e diretrizes curriculares nacionais – Parte 1

APRENDENDO COM OS ERROS E OS ACERTOS DO PASSADO:
Pontos essenciais para a definição de políticas públicas de educação superior
Simon Schwartzman

Texto completo: Aprendendo com os erros e os acertos


Fonte: www.schwartzman.org.br/simon/2010particular.pdf

Checkpoint!!! LT 151 Kg

Mensagem nº 338

“Que pena que os seres humanos não podem trocar entre si seus problemas. Todo mundo sabe exatamente como resolver o problema alheio.”

Olin Miller
Empresário, humorista, poeta e autor estadunidense.

Paradigmas da Educação Superior do século XXI no Brasil – Parte 8

PLANO NACIONAL DE METAS DA EDUCAÇÃO

Texto completo: plano-nacional-de-educacao-20 Metas


Fonte: IBGE, 2010

Oscar Figueiroa – A história do atleta que não desistiu

Paradigmas da Educação Superior do século XXI no Brasil – Parte 7

EDUCAÇÃO SUPERIOR NO SÉCULO XXI E A REFORMA UNIVERSITÁRIA BRASILEIRA
Arthur Roquete de Macedo, Ligia Maria Vettorato Trevisan, Péricles Trevisan, Caio Sperandeo de Macedo

Tomando como referência a evolução e as características do sistema brasileiro de educação superior discute-se neste artigo os fundamentos de uma efetiva reforma da educação superior. Procura-se mostrar que a adequação desse sistema para o enfrentamento dos desafios da sociedade do conhecimento, em um país como o Brasil, deve necessariamente resolver três questões: a modernização do sistema, o efetivo aprimoramento da qualidade da educação  brasileira em todos os níveis, graus e modalidades e a democratização do ensino promovendo a inclusão social.

Texto completo:  v13n47a02


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v13n47/v13n47a02.pdf