Resistência antifascista

O original!

Ver também: FASCISTA, o que é isto? https://www.youtube.com/watch?v=p9K71TRrW0g


Tempos obscuros ora obscurecem vozes antagônicas ao status quo.

Durante décadas o mundo livre não apenas viu, mas também contribuiu, pagando ingresso ao torpe espetáculo que ora egressa do oriente e derruba de soslaio, por condutas oblíquas, valores e padrões morais de nossas tradições.

A transferência de parques industriais à mão-de-obra irrisoriamente módica chinesa, com fins de magnificar o lucro capitalista neoliberal, ironicamente deu àquela democracia popular poder econômico que hodiernamente supera boa parte dos países do mundo.

Mais de um bilhão de felizes e ditosos escravos de um partido fasci-comunista sustentam economicamente uma força armada cada vez mais ampliada e exaltada nas oficiais propagandas daquela maravilhosa nação.

Neste tempo de mundo globalizado, em que o poder hegemônico vermelho já se enraizou nas principais organizações internacionais, o ocidente se vê surpreendido por ver crescer a árvore que plantou e regou carinhosamente por longas e rápidas décadas.

E o que este desconhecido escritor tem a ver com isso? Exatamente o mesmo que você que tropeçou por estas linhas. Este meu weblog tem recebido rotineiramente visitas com IP da China após ter publicado foto crítica ao Partido Comunista Chinês. Meu Facebook privado ganhou um strike e a página nele referente a este sítio também tem apresentado um comportamento estranho.

É óbvio e claro e evidente que, mesmo em tempos obscurecidos, não estou sendo vigilantemente vigiado. Não há um agente humano observando e seguindo cada passo meu. Essas coisas são feitas por algoritmos, isto é, tecnologias de informação: computadores que são capazes de identificar, traçar, investigar, caçar e agir segundo o que forem programados para fazer muito mais rapidamente do que seres humanos conseguiriam. Programados, claro, segundo a amarela vontade comunista.

Como amarelo e vermelho dá laranja, somos espremidos virtualmente em um suco estragado e tangivelmente em um bolo solado. Nossos congressistas desejam amordaçar-nos, seja por obrigar uso de máscaras (fisicamente e simbolicamente cobrindo nossas bocas), seja por cercear as redes sociais. O grande escape da população frente às mídias tradicionais, as redes permitiram que não mais a comunicação fosse feita unidirecionalmente, dando voz a todos que quiserem ser ouvidos. O controle da informação se perdeu. Difuso se tornou o conhecimento. E aterrorizados ficaram aqueles que antes decidiam o que era verdade e o que era mentira.

E com as novas normas propostas querem devolver a esses antigos e arcaicos arautos da verdade, bastiões da imparcialidade, a credibilidade de dizer o que é falso (ou na palavra da moda: fake). O cítrico laranjal deixa de ser de partidos políticos (e outras formas de crime organizado) e passa a ser de todos nós. Tornamos-nos paulatinamente as próximas laranjas a serem espremidas pelo comunismo chinês.

Primeiro eles controlam o que não podemos falar, depois o que devemos falar e finalmente se podemos ou não falar. As grandes corporações assim como alguns Estados soberanos já encontram suas fileiras intelectuais e governamentais infestadas pela praga marxista (e pela peste chinesa). De subornos a assassinatos, nada é moralmente repreensível se isso levar ao controle sócio-político e econômico de todo o mundo por parte do Partido.

”Dê poder a um homem e verá sua verdadeira face” diz o ditado. Deram a um país inteiro. Se tivessem estudado história, saberiam que a China sempre foi, por séculos e séculos, a vanguarda da civilização. Do papel à pólvora, sempre detiveram as mais avançadas tecnologias, os maiores exércitos, as maiores naus. A Europa, subúrbio do mundo, desenvolveu-se para descobrir o ”caminho para as índias”, exatamente para não depender das rotas da seda e especiarias. Os chineses sabiam da existência da América muito antes dos europeus, mas não lhes era lucrativo.

Eles são agressivos nos negócios e na política. É de sua história. E não contar que eles se reergueriam em vultosa monta foi um crasso erro agravado por desconsiderarem o perigo comunista. O fim da guerra fria no ocidente e a vitória da direita parece-me ter feito cegos os olhos para a esquerda do resto do mundo. Um resto agora muito maior, mais violento, mais poderoso e mais perigoso do que o anterior.

Bastaram os protestos em Hong Kong se tornarem nocivos à política de Xi Jinping que o mundo inteiro recebeu a ordem: “fique em casa”. E bilhões de aquiescentes de todas as cores acataram a ordem na maior prova de engenharia social e de controle de massa da história da humanidade.

”Chame os outros do que você é.” O escarcéu pró-democracia ANTIFA é aplaudido pela imprensa que quer definir o que é fake news. A senhorinha com a bíblia na mão e que reclama da corrupção é a retrógrada autoritária antidemocrata fascista. E todos agimos como se tudo estivesse bem, como se as instituições estivessem bem, como se a liberdade estivesse a salvo.

Estranhos tempos obscuros em que, vidas negras, importam.


Eu já sei de antemão que serei criticado por racismo. Usar a semântica de ”enegrecer” e ”denegrir” é racista, fascista, supremacistabranquista. Porém, metaforicamente dizer que a esquerda deseja tornar as vidas negras, tolhendo liberdades e valores, importando mais uma coisa ruim da China, e fazer o jogo de palavras com o nome do movimento terrorista de esquerda Black Lives Matter aliado aos ANTIFAS, é um exercício da minha liberdade de escrita e expressão, algo que para mim não tem preço. Muito gostaria que outros também não deixassem calar suas vozes frente à censura. Ao menos enquanto temos tempo.

Além disso, você se importou que eu chamei os chineses de ”amarelos”? Gotcha.


Para saber mais:

Homenagem ao Soldado Mário Kozel Filho, morto em 1968 defendendo a nação contra terroristas.

COMUNISMO, FASCISMO E LIBERALISMO: ADVERSÁRIOS OU IRMÃOS? – Brasil Paralelo

O Mundo Segundo Xi Jinping 2018 Documentário