Mensagem nº 186

“Se meus inimigos pararem de dizer mentiras sobre mim, eu paro de dizer verdades sobre eles.”

Adlai Ewing Stevenson II
* 05/02/1900 + 14/07/1965
Político e estadista estadunidense.

Citação original em várias versões foi aplicada durante a campanha política de 1952.

Mensagem nº 185

“A vida feliz consiste na tranqüilidade da mente.”

Marcus Tullius Cicero
*Arpino, 03/01/106 AEC. + Formia, 07/12/43 AEC.
Filósofo, orador, escritor, advogado e político romano.

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Mensagem nº 184

“O mediador entre a cabeça e as mãos deve ser o coração!”

Metrópolis, 1927 (Fritz Lang & Thea von Harbou)

Mensagem nº 183

“Ninguém é mais desesperançosamente escravizado do que aqueles que falsamente acreditam ser livres.”

Johann Wolfgang von Goethe
*Frankfurt am Main, 28/08/1749 + Weimar, 22/03/1832
Escritor e pensador alemão.

Mensagem nº 182

Dedique um tempo do seu dia à reflexão e à meditação.

Mensagem nº 181

“Cada pessoa é fruto das oportunidades que teve e das escolhas que fez.”

Antônio Carlos Gomes da Costa
* Belo Horizonte, 26/06/1949 + Belo Horizonte, 03/03/2011
Professor brasileiro

Mensagem nº 180

“Aos homens, assim como aos pássaros, o mundo oferece mil lugares para pousar, mas apenas um ninho.”

Oliver Wendell Holmes
*29/08/1809 +07/10/1894
Físico, poeta, professor e escritor estadunidense

Mensagem nº 179

“A solução só visita quem está pronto para ela.”

Luiz Antônio Gasparetto
Psicoterapeuta e escritor brasileiro

Mensagem nº 178

“Se não há justiça para o povo, que não haja paz para o governo.”

Emiliano Zapata Salazar
*San Miguel Anenecuilco, 08/08/1879 + Chinameca, 10/04/1919
Fazendeiro mexicano

Mensagem nº 177

O que é o amor?

Numa sala de aula, havia várias crianças quando uma delas perguntou à professora: “Professora, o que é o amor?”

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta no pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse: – Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

A primeira criança disse:
– Eu trouxe esta flor; não é linda?

A segunda criança falou:
– Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção!

A terceira criança completou:
– Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:
– Meu bem, por que você nada trouxe?

E a criança timidamente respondeu:
– Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve e colorida. Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu à criança, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor em nossos corações.

~ Eliane de Araujoh (adapt.)