A docência no Ensino Superior – Parte 2

Francisco Imbernón fala sobre caminhos para melhorar a formação continuada de professores
Professor da Universidade de Barcelona aponta como os gestores da Educação podem cuidar do aperfeiçoamento em serviço
Noêmia Lopes

Levantar propostas para melhorar os programas voltados à formação continuada de professores é o principal foco das pesquisas de Francisco Imbernón, doutor e mestre em Filosofia e Ciências da Educação e catedrático de Didática e Organização Educacional da Universidade de Barcelona, na Espanha. Em entrevista concedida por e-mail a GESTÃO ESCOLAR, ele defende que o salto de qualidade depende necessariamente de o trabalho em equipe se tornar de fato colaborativo. Cabe às administrações públicas – no caso do Brasil, as secretarias estaduais e municipais de Educação – oferecer apoio concreto às unidades escolares para que uma verdadeira revolução ocorra na atuação dos professores.

Texto completo: Francisco Imbernón fala sobre caminhos para melhorar a formação continuada de professores


Fonte: http://gestaoescolar.org.br/formacao/francisco-imbernon-fala-caminhos-melhorar-formacao-continuada-professores-636803.shtml

A docência no Ensino Superior – Parte 1

Educação: Pluralidade, Ética e Competência na formação profissionalizante continuada dos educadores

Mônica Heloisa Braga Vasques
Fabíola Cristina M. Caovilla Palipério

Diante das crises evidentes que o mundo moderno vem demonstrando neste início de século, em todos os âmbitos do saber e do fazer humanos, notadamente no da Educação atingindo conceitos de autonomia, emancipação e liberdade, cumpre-nos, mais uma vez, repensarmos e refletirmos sobre as novas competências para ensinar, novos entendimentos sobre ensinar e aprender,aprender a aprender e como apreender as novas formas de relação entre a ética e o agir pedagógico.

Texto completo: Educação Pluralidade, Ética e Competência


Fonte: http://www.hottopos.com/vdletras7/monica.htm

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 4

Indicadores de instituições e cursos

Acesso: http://portal.mec.gov.br/ultimas-noticias/212-educacao-superior-1690610854/17246-indicadores-de-instituicoes-e-cursos-estao-disponiveis

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 3

INOVAÇÃO CURRICULAR NO ENSINO SUPERIOR
Marcos Tarciso Masetto

Resumo

Este artigo procura debater a questão da Inovação Curricular aplicada ao Ensino Superior. Nosso objetivo é esclarecer o conceito de inovação, em geral usado numa polissemia de significados que se estendem de simples modismos a alterações profundas nos cursos de graduação. O uso equívoco do termo tem trazido muita confusão nas discussões das modificações no ensino superior, o que merece um estudo para que se conceitue melhor este termo “Inovação”. Nossa metodologia de pesquisa partiu da identificação de projetos de ensino superior que defendiam metas amplas e educacionais para a formação de seus profissionais e propunham diferenças significativas em suas organizações curriculares. Analisando-os e comparando com concepções de currículo e inovação educacional chegamos a elucidar a questão proposta. Como resultado, tivemos oportunidade de oferecer ao debate de nossos leitores uma concepção de inovação curricular como sendo a característica fundamental para se pensar, propor e implantar uma inovação nos cursos de raduação do ensino superior.

Texto completo: Inovação Curricular no Ensino Superior_Marcos Masetto


Fonte: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/6852

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 2

ENSINO: As abordagens do processo
Maria da Graça Nicoletti Mizukami

O Conhecimento humano, dependendo dos diferentes referencias, é explicado diversamente em sua gênese e desenvolvimento, o que condiciona conceitos diversos de homem, mundo, cultura, sociedade, educação, etc. Dentro de um mesmo referencial, é possível haver abordagens diversas, tendo em comum apenas os diferentes primados: ora do objeto, ora do sujeito, ora da interação de
ambos.

Diferentes posicionamentos pessoais deveriam derivar diferentes arranjos de situações ensino-aprendizagem e diferentes ações educativas em sala de aula, partindo-se do pressuposto de que a ação educativa exercida por professores em situações planejadas de ensino-aprendizagem é sempre intencional. Subjacente a esta ação, estaria presente – implícita ou explicitamente, de forma articulada ou não – um referencial teórico que compreendesse conceitos de homem, mundo, sociedade, cultura, conhecimento, etc…

O estudo acerca das diferentes linhas pedagógicas, tendências ou abordagens, no ensino brasileiro podem fornecer diretrizes à ação docente, mesmo considerando que a elaboração que cada professor faz delas é individual e intransferível.

Texto completo: ABORDAGENS-DO-PROCESSO


Fonte: http://nead.uesc.br/arquivos/Biologia/mod4bloco4/ep4/ABORDAGENS-DO-PROCESSO.pdf

Abordagens do processo de ensinar e inteligências múltiplas – Parte 1

INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
Luiz Carlos Panisset Travassos

Faz-se necessário uma visão do pensamento humano mais ampla e mais abrangente daquelas aceitas pelos estudos cognitivos tradicionais, sendo inegável a influência da Teoria de Jean Piaget que vê todo pensamento humano como uma luta pelo ideal do pensamento científico.Tomamos a decisão de escrever o presente artigo a respeito das “Inteligências Múltiplas”, para enfatizar um número desconhecido de capacidades humanas diferenciadas, variando desde a inteligência musical até a inteligência envolvida no entendimento de si mesmo e as implicações educacionais de tais descobertas.

Apresentaremos um background da teoria, definindo “inteligência”, métodos de pesquisa, com uma visão da paisagem cognitiva, relacionando inteligência à criatividade, ao gênio, à prodigiosidade, à perícia e outras realizações mentais desejáveis.Uma consideração séria de ampla variedade de inteligências humanas que conduzem a uma nova visão de educação, sendo que a melhor maneira de compreender cada inteligência é concebendoas como interrelacionadas, com possibilidade de existência de diferentes perfis intelectuais em diferentes grupos; resgatando portanto um novo papel para o educador.

Texto completo: 50010205


Fonte: http://www.redalyc.org/pdf/500/50010205.pdf
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228
Volume 1 – Número 2 – 2001

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 5

O ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO: NOVAS CONFIGURAÇÕES E VELHOS DESAFIOS
Antônio Joaquim Severino

O trabalho apresenta, de uma perspectiva filosófico-educacional, uma análise e reflexão sobre a situação atual do ensino superior público no Brasil, mostrando não só o amplo e contínuo processo, conduzido pelo Estado, de sua reconfiguração organizacional e administrativa mas também a ambígua política educacional que subjaz a esse processo. Para tanto, retoma as formulações legais e descreve algumas iniciativas governamentais que vêm buscando implementar uma permanente reforma universitária com vistas à adequação do ensino superior nacional às consígnias do modelo societário capitalista neoliberal, implementado pela elite brasileira, neste quadrante da história do país. Explicita-se então o dilema fundamental vivido pela sociedade brasileira, representado pelo confronto entre uma educação baseada na teoria do capital humano e uma educação inspirada na teoria da emancipação humana. A educação superior pública é atingida em cheio por essa intencionalidade ideológica, levando-se em conta sua importância no processo de construção da vida social, seja no âmbito do trabalho, da sociabilidade e da cultura, o que torna ainda mais difícil a construção, pelas universidades públicas, de seu projeto político-educacional, tarefa a que se entregam numa postura de luta contra-ideológica.

Texto completo: n31a06


Fonte: http://www.scielo.br/pdf/er/n31/n31a06

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 4

Indicadores de instituições e cursos da Educação Superior no Brasil

Acesso: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17246

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 3

Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Filosofia, História, Geografia, Serviço Social, Comunicação Social, Ciências Sociais, Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia

Texto completo: CES0492


Fonte: http://portal.mec.gov.br/mais-educacao/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/12991-diretrizes-curriculares-cursos-de-graduacao

Políticas públicas nacionais no Ensino Superior e PDI – Parte 2

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES
Colônia – Império – Primeira República
Tânia Regina Broeitti Mendonça

Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde o século XVI. No Brasil, só teve início a criação de instituições de ensino superior a partir dos meados do século XIX. Só no próximo século, em 1920 é que foi criada a Universidade no Brasil.

Em relação aos espanhóis, os portugueses tomaram atitudes diferentes no que se refere à implantação das universidades no Brasil e em terras colonizadas por eles. Encontramos em estudos realizados fatores de relevância que contribuíram para o lento avanço das universidades, desde o período da Colônia até a Primeira República. Demonstrando dentro das questões de ordem política-religiosa, a preocupação de estabelecer um ensino que atendesse aos interesses da elite colonial portuguesa, filhos de portugueses nascidos no Brasil.

Texto completo:pedu07


Fonte: http://cac-php.unioeste.br/projetos/gpps/midia/seminario2/poster/educacao/pedu07.pdf