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2019 – Neo-Tóquio?

31 anos se passaram…
A data limite profetizada chegou…
O ano está acabando e até agora cadê os moleques com telecinese? rsrsrs

Nesta postagem quero fazer menção às predições que o ”futuro” seria horrível, como era costume na segunda metade do século XX. Ainda sob a sombra da Guerra Fria, se recuperando das Grandes Guerras, com a paulatina rejeição dos pilares tradicionais por parte da juventude, o mundo enxergava o futuro como uma grande incógnita, normalmente sob uma perspectiva ruim. De ”Mad Max” a ”Matrix”; de ”Terminator” a ”Water World”; nosso futuro parecia condenado ao caos.

Pois bem, aqui estamos! Passou milênio, passou meteoro, passou profecia Maia e nossa maior preocupação é o pacote de internet… Rogo a meus parcos leitores mais pensamento positivo! Mais alegria!

Afinal, guerras e combates só são divertidos em filmes de ação.

AKIRA & the Masochism of Katsuhiro Otomo

O conflito entre Israel e Palestina

Perniciosamente espalhada pela mídia, a alarmante quantidade de desinformação e mentiras interpretada indelevelmente através de perspectivas religiosas* mantém um espesso véu de obscuridade sobre os olhos de nossa sociedade (brasileira) de analfabetos funcionais acerca desse conflito entre dois povos que legitimamente reivindicam o mesmo território.

Abaixo seguem vídeos educativos que bem resumem esse conflito que surgiu no século XX. Um problema muito difícil de ser resolvido, que ambos os lados sabem que não pode durar para sempre, mas cuja solução carece de recuos mútuos que não estão dispostos a ceder.

Que a Paz chegue àqueles povos e a Luz ilumine seus caminhos.
Que redescubram serem irmãos, separados por questões muito menores que a Vida e a Liberdade.

The Israel-Palestine conflict: a brief, simple history – Vox

Conflict in Israel and Palestine: Crash Course World History 223

  • Considero importante destacar que judeus / israelenses não são favoráveis à religião cristã, o que torna a defesa de Israel pelos católicos e evangélicos por motivos religiosos algo curioso.

Ver também: https://pedrofigueira.pro.br/2018/05/16/ate-quando/

Prática docente em ambiente EAD: material complementar – Parte 2

Fonte: http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/0402.html


A importância dos fóruns na Educação a Distância: algumas considerações
Anderson Cezar Lobato

Introdução

O último século foi muito rico em mudanças tecnológicas, mas o ensino, de forma geral, não conseguiu acompanhar essas mudanças (Couto, 2004), embora muitos se esforçassem para introduzi-las com sucesso nas escolas (Rodríguez, 2000; Carballo e Fernández, 2005; Orellana et al., 2004; Canales, 2005; Wu et al., 2001; Barnea e Dori, 2000).

Nos últimos 20 anos, uma das tecnologias que mais se destacou foi a internet com seu desenvolvimento expressivo, participando ativamente da vida de muitas pessoas (Medeiros, 2004). E, é claro, esse desenvolvimento chamou a atenção de educadores e pesquisadores da área de ensino, pois a informática e a internet, além de poder propiciar um ensino diferenciado e estar próximas à realidade de muitos (Veraszto et al., 2007; Iglesia, 1997; Veraszto, 2004), oferecem possivelmente mais recursos para a vivência educacional do que qualquer outra tecnologia já empregada no ensino.

No ensino a distância, correspondências, aparelhos de rádio e até mesmo televisão foram e são utilizados como meios de disseminar a educação. No entanto, a combinação informática/internet é o meio que possibilita ao professor e ao aluno maior interação e vivência educacional, aliando as vantagens do ensino a distância com a possibilidade de interação do ensino presencial. E, graças a essas vantagens, o ensino de graduação na modalidade a distância vem se firmando no Brasil nos últimos anos.

A regulamentação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no Decreto 2.494/98, em seu artigo 1°, fornece uma definição para a Educação a Distância (EAD) que atualmente é difícil de ser desassociada da internet:

a Educação a Distância é uma forma de ensino que possibilita a autoaprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados e veiculados pelos diversos meios de comunicação.

Para Moore (1996), a Educação a Distância é um método de instrução sem sincronia e atemporal em que as condutas docentes acontecem em momentos distintos da aprendizagem do aluno. Na EAD atual, a comunicação entre professor e aluno se dá principalmente via internet, por meio de e-mail. Essa forma de comunicação, em conjunto com o uso sistemático de recursos didáticos disponíveis na internet, tais como animações, simulações e vídeos, pode possibilitar ao aluno uma aprendizagem independente e flexível.

Uma habilidade importante e que é desenvolvida nos estudantes no ensino a distância é a capacidade de desvincular o ato de estudar de uma ação passiva, típico do ensino tradicional, mas que não é característico ou bem-vindo no ensino a distância, no qual é necessário o aluno ser um agente da sua própria aprendizagem.

Para Piconez (2007), a implantação do ensino a distância exige uma escolha cautelosa das ferramentas a serem usadas e das estratégias pedagógicas a serem desenvolvidas para que o aprendiz possa interagir com o conhecimento, ganhar autonomia e sobretudo saber problematizar e contextualizar o saber. Partindo desse princípio, a internet se mostra bastante amigável, fornecendo recursos suficientes para transformar o ensino não presencial, tais como bate-papo, vídeos, animações, simulações e fóruns de discussão on-line. Esses recursos ampliam as possibilidades de aquisição e interação com o conhecimento. Um recurso que merece destaque é o fórum de discussão, pois possibilita a troca, a construção e a produção de saberes entre os aprendizes.

Fórum de discussão on-line

O fórum de discussão on-line pode ser considerado parte importante de um ambiente virtual de aprendizagem (AVA), pois permite uma navegação hipertextual, agregando múltiplos recursos e ferramentas de comunicação em tempo real ou de maneira assíncrona (Bastos et al., 2005 e Mason, 1998); com uma proposta pedagógica, pode facilitar a organização e construção do conhecimento por parte do aprendiz.

Em um ambiente virtual de aprendizagem, além do fórum de discussão on-line, outros recursos fornecidos pela internet podem ser utilizados: bate-papo, correio eletrônico, vídeos, animações, simulações e web wiki. Este último recurso merece atenção muito especial, pois as informações nele contidas podem ser modificadas a qualquer momento e por qualquer usuário da internet.

Segundo Okada (apud Silva, 2006), o fórum é uma ferramenta de comunicação atemporal, representando espaço para debates no qual pode ocorrer o entrelaçamento de muitas vozes para construir e desconstruir pensamentos, para questionar e responder dúvidas, trilhando novos caminhos para a aprendizagem. Silva (2006) acredita que em um fórum de discussão on-line os participantes podem trocar opiniões e debater temas propostos. Na visão de Scherer (2009), o fórum é um espaço aberto para alunos e professores questionarem e se movimentarem na busca de entendimento mútuo.

Para Harasim (1995), os fóruns devem ser utilizados como estratégia de comunicação e diálogo, permitindo a produção do saber. O favorecimento do diálogo, a troca de opiniões e experiências, o debate de idéias, a construção de saberes e a possibilidade de reflexão sobre as mensagens postadas são quesitos fundamentais para a aprendizagem colaborativa, tão valorizada na Educação a Distância (Bruno, 2007; Bruno e Hessel, 2007).

Intervenção do professor nas discussões

O professor tem importante papel não só no ensino presencial como no ensino a distância, embora a forma de abordagem seja diferente nas duas modalidades. No ensino a distância, o professor necessita alterar a sua metodologia, pois utilizará os meios tecnológicos para preparar e ministrar aulas interativas, tendo em mente que os alunos são independentes para definir o próprio ritmo de estudo e, portanto, várias dúvidas deverão ser previstas. Nessa perspectiva, o professor (também conhecido como tutor, no ensino a distância) deve se conscientizar de que a sua função não é apenas informativa, servindo para esclarecer dúvidas de alunos, mas também orientadora, direcionando o estudante para a construção do saber e a aquisição do conhecimento. Para Belloni (2000), um professor de ensino a distância não deve apenas informar e orientar, mas também motivar a aprendizagem e ser aberto à crítica, pois isso facilitará o seu desenvolvimento profissional. Segundo Mill (2006), o professor deve estimular a autoconfiança e a autoria e encorajar o estudante a expor suas ideias, elogiando todas as participações.

Acredita-se que, para promover aulas virtuais interativas, principalmente utilizando os fóruns virtuais, o professor deve desenvolver pelo menos cinco habilidades básicas (Silva, 2001):

  1. Propor métodos de interação para que o estudante participe do diálogo com respostas dissertativas, demonstrando o seu conhecimento e não apenas participando com respostas curtas (“sim”, “não”).
  2. Permitir que o aluno fale e seja ouvido, valorizando a ação conjunta de professor e estudante na construção do saber.
  3. Possibilitar ao estudante a realização de conexões múltiplas do conhecimento adquirido com os conhecimentos prévios e o mundo que o cerca.
  4. Favorecer a cooperação entre os estudantes, valorizando a comunicação e a aquisição do conhecimento, que pode se construir de maneira mais efetiva pela troca de conhecimentos.
  5. Promover a expressão e o confronto de idéias, permitindo aos estudantes perceber que são necessárias diferenças e tolerâncias para a construção da democracia.

Segundo Tavares-Silva (2003, p. 120), o tutor deve promover circunstâncias nas quais os cursistas “possam se expressar num clima de liberdade e confiança e sejam capazes de exteriorizar seus pensamentos, suas emoções, suas sensações e utilizar diversas formas de linguagem”. Portanto, as intervenções também são variadas, podendo o tutor usar estratégias como abrir fórum esclarecendo objetivos e/ou questionamentos; responder indagações dos cursistas – feedback; promover reflexões quando notar que o cursista não chegou a uma reflexão crítica a respeito do tema que está em discussão etc.

Para Litwin (2001), há três dimensões de análise para a intervenção do tutor na educação a distância:

  • Tempo– o tutor deverá ser hábil e aproveitar todos os momentos de contato com o aluno, pois, ao contrário do docente, o tutor não sabe se o aluno assistirá à próxima tutoria ou se voltará a consultá-lo; por esse motivo, aumenta a responsabilidade em desenvolver bem a sua tarefa.
  • Oportunidade – em uma situação presencial, o docente tem consciência do retorno do aluno nas próximas aulas, possibilitando o desenvolvimento de atividades que busquem a construção do conhecimento de maneira gradual, permitindo ao aluno buscar informações em outras fontes. Já o tutor não tem essa certeza, tendo que concentrar todo o seu método em apenas um encontro ou até mesmo oferecer uma resposta específica e direta, pois esta pode ser a única oportunidade de contato entre aluno e tutor.
  • Risco – surge como consequência de privilegiar a dimensão tempo e de não aproveitar as oportunidades. O risco consiste em permitir que os alunos sigam com compreensão parcial, que pode se converter em uma construção errônea, sem que o tutor tenha a oportunidade de adverti-lo naquele momento ou em um novo encontro – que pode não ocorrer.

Dessa forma, acredita-se que o tutor deve intervir imediatamente sempre que julgar necessário, interagindo com o aprendiz, pois a sua participação na aprendizagem não pode ocorrer apenas nos momentos planejados nos materiais didáticos adotados, com o risco de o estudante desenvolver e guardar concepções equivocadas sobre o conteúdo (Gutiérrez, 1994; Gomes, 1999). O tutor deve ter a habilidade de localizar, analisar e resolver problemas, para possibilitar a construção do conhecimento pelo aprendiz, oferecendo a ele atividades interativas e individuais, evitando assim a sua passividade.

Considerações finais

Considero as tecnologias da informação e da comunicação (TICs) como ferramentas importantes no desenvolvimento de processos de ensino a distância, pois podem possibilitar mudanças significativas no ato de ensinar e de aprender. No entanto, a qualidade dos programas de Educação a Distância é vinculada à proposta pedagógica planejada pelos docentes. Assim sendo, deve-se considerar o perfil de conhecimento desejado, as finalidades, os objetivos e o público-alvo.

É importante destacar também que a utilização das tecnologias da informação e da comunicação não pode se limitar à maneira diferenciada de apresentar os conteúdos, pois, dessa forma, a abordagem pode não ser suficiente para motivar os estudantes a aprender. Sendo assim, faz-se necessário o desenvolvimento de um ambiente favorável à aprendizagem significativa do aluno, no qual a vontade e disposição em aprender aflorem. Nesse sentido, os fóruns de discussão apresentam-se como contribuição e como importante ferramenta de interação em educação a distância.

Assim, o professor precisa abrir mão da atitude de detentor do saber e transmissor de conhecimentos para orientar as atividades do aluno como um facilitador da aprendizagem, incentivando-o a buscar o conhecimento, independente de estar nos materiais oferecidos pelo curso ou em outros relacionados ou não a ele. “O mediador assume papel de incentivador do diálogo, de provocador de reflexões e de organizador da troca de ideias, em vez de detentor do conhecimento ou de instrutor” (SILVA et al, 2009).

As maiores dificuldades apresentadas por tutores e alunos estão associadas, invariavelmente, ao desconhecimento técnico e à falta de planejamento e à forma de abordagem. Segundo Valente (1999), é responsabilidade do professor saber desafiar e cultivar o interesse do aluno em continuar a sua caminhada em busca de novos conceitos e estratégias de uso para esses conceitos, incentivando que os alunos aprendam uns com os outros, trabalhando em grupo.

Acredito que o fórum on-line deve ser utilizado como instrumento mediador entre professores e alunos e entre os próprios alunos em sua busca pela aprendizagem. A presença constante do professor/tutor é muito importante para criar um ambiente de interação e aprendizagem colaborativa, pois a tutoria é essencial para supervisionar e orientar o processo de ensino-aprendizagem.

Várias indagações são pertinentes no que se refere à educação a distância e suas ferramentas, como os fóruns por exemplo. Na busca por respostas, vale lembrar que a formação continuada do professor é importante para que ele se atualize constantemente e esteja aberto a mudanças em sua forma de trabalho, desenvolvendo as competências necessárias para atuar na profissão.

Prática docente em ambiente EAD: material complementar – Parte 1

O USO DO FÓRUM NA EAD:
contribuições pedagógicas
Sarah Karine da Silva Duarte

O propósito desta pesquisa é compreender como a ferramenta fórum pode contribuir no processo de ensino e de aprendizagem em cursos na modalidade a distância. Buscou-se analisar os papéis do professor, enquanto mediador pedagógico, e do aluno, sujeito da sua própria aprendizagem, neste espaço de interação que o fórum propicia. Além disso, procurou-se identificar as características e possibilidades desta ferramenta, sugerindo-se alternativas relevantes de utilização do fórum na Educação a Distância (EAD). O percurso metodológico adotado, de caráter qualitativo e exploratório, desenvolveu-se através de uma pesquisa de campo junto a alunos e professores que fizeram uso do fórum em cursos na modalidade a distância de uma mesma instituição de ensino superior que atua em EAD. O levantamento de dados se deu através de questionários semi-estruturados, cuja análise e interpretação foram realizadas com base na Análise Textual Discursiva, de Moraes e Galiazzi (2007). Nas condições em que a EAD se desenvolve, a interatividade, possibilitada pelas ferramentas de comunicação, adquire fundamental relevância para a transformação das práticas educacionais. Nesse sentido, a análise dos dados mostra que o fórum pode representar na virtualidade a sala de aula presencial à medida que oportuniza a relação pedagógica entre os participantes do curso on-line. Ao interagir no fórum com o objetivo de construir o conhecimento, ou mesmo uma Comunidade Virtual de Aprendizagem, é necessário que aluno e professor assumam novos papéis no processo de ensino e de aprendizagem.

Texto completo: 7885-27370-1-PB7885-27370-1-PB


Fonte: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/graduacao/article/view/7885

Competências para a docência on-line – Parte 1

COMPETÊNCIAS PARA A DOCÊNCIA ONLINE: IMPLICAÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DE PROFESSORES-TUTORES DO FGV ONLINE
Edméa Oliveira dos Santos
Leonel Tractenberg
Máira Pereira

Este artigo discute o conceito de competência, tratado como combinação de conhecimentos, de saber-fazer, de experiências e comportamentos que se exerce em um contexto preciso, situando-o no caso FGV Online – programa de ensino a distância da Fundação Getúlio Vargas. A identificação de gaps de competências na cena da educação online, no caso estudado, contribui para refletir sobre as ações para formação inicial e continuada dos professores tutores desse programa.

Texto completo: 149tcb4


Fonte: http://www.abed.org.br/congresso2005/por/pdf/149tcb4.pdf

A importância dos super-heróis na contemporaneidade.

É inegável a presença das histórias em quadrinhos na cultura contemporânea. Elas fazem parte da formação de crianças e jovens em boa parte do mundo. Introdução ao gosto pela leitura, leveza e entretenimento. Estes dois trechos que selecionei nos vídeos abaixo trazem uma reflexão sobre a influência de personagens fictícios sobre a construção da moral no público infanto-juvenil.

Também é um alerta sobre a responsabilidade dos roteiristas frente aos jovens. As conseqüências e os impactos das histórias que criam contribuem em muito para moldar a perspectiva de seus leitores quanto ao mundo real. O mundo fantástico e colorido é atraente, e também é uma lente através da qual se pode ver melhor ou deturpar a realidade.

Quando criadores de conteúdo com tamanho alcance são cooptados a promover narrativas ideológicas deletérias à formação moral da juventude, os estragos são difíceis de reparar. Afinal, não são os heróis (super ou não) os modelos a seguir?

“Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades…”
(Que originalmente foi dita por um político estadunidense… Mas esta é uma outra história! |:^D)

A religião dos super-heróis

A ideologia dos Super heróis


Ah, sim… A seguir, uma das cenas da minha infância:

A Injustiça Nunca se Torna Justiça – Mestre Ancião [HD]

Formação do professor para a prática em EAD – Parte 1

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR NA MODALIDADE À DISTÂNCIA:
(des)construindo metanarrativas e metáforas
Oreste Preti

A discussão sobre a formação do professor ganha novos contornos, hoje, ao ser associada à modalidade de educação a distância. Por quê? Inicialmente, nos propomos analisar práticas discursivas hegemônicas de mudanças na ação pedagógica e de (re)significação da mesma em relação à formação do professor, ao gerenciamento da escola e ao uso das novas tecnologias. Neste movimento inserem-se as propostas de formação e treinamento a distância, em expansão acelerada a partir do final da década de 90. O que nos propomos, num segundo momento, é analisar, no percurso da experiência do Núcleo de Educação Aberta e a Distância (Nead) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na formação de professores, algumas “práticas” consideradas como explicativas da sua consolidação, no sentido de (res)significarmos discursos sobre a formação do professor.

Texto completo: 915-973-1-PB


Fonte: http://rbep.inep.gov.br/index.php/rbep/article/view/915/890

Plano de aula e a prática docente em EAD – Parte 1

AVALIAÇÃO NA EAD: ESTAMOS PREPARADOS PARA AVALIAR?
Enilton Ferreira Rocha

Este artigo contextualiza a avaliação formal e apresenta um paralelo entre esse sistema e a avaliação na EaD, destacando as singularidades desse novo modelo educacional, que configuram as dificuldades em avaliar a aprendizagem em processo de ensino mediado tecnologicamente. Discute a necessidade de revisão de conceitos e concepções sedimentados, na busca de alternativas que se ajustem aos pressupostos teóricos de aprender e ensinar a distância. Convida o leitor para a reflexão sobre as novas dimensões da avaliação na educação a distância, com destaque para a importância das metodologias ativas e os pressupostos andragógicos no processo de revisão de conceitos, políticas e procedimentos que se aproximem das particularidades da educação a distância.

Texto completo: Avaliacao_na_EaD_Enilton_Rocha


Fonte: http://www.abed.org.br/arquivos/Avaliacao_na_EaD_Enilton_Rocha.pdf