Grandes problemas na educação brasileira

Os atuais problemas da educação brasileira não surgiram há pouco. São fruto de décadas de degradação, conseqüência funesta de uma faceta do plano neomarxista pós-moderno gramsciano de controle social.

Conforme discorri amplamente em meus textos “A falácia sobre a Educação” e “Discussão e debate no país dos analfabetos“, o Analfabetismo funcional, a Militância ideológica e a Falsa produtividade acadêmica são tanto sintomas da decadência intelectual brasileira, quanto resultado de um projeto pedagógico fracassado.

Faz-me espécie que Paulo Freire, já mencionado no artigo reproduzido aqui como o patrono do fracasso educacional brasileiro, seja tão admirado por quem não estudou seguindo seu método, que mereça ser defendido judicialmente, ao ponto de ser proibido ao governo Federal ”atentar contra sua dignidade”.

Saiba mais: Justiça proíbe governo federal de “atentar contra dignidade” de Paulo Freire.

Geraldine [juíza] também afirma que, apesar da liberdade de manifestação do pensamento, há um limite para emitir opiniões. “Quando há abuso de direito pela expressão que ameace a dignidade, tem-se violação capaz de liquidar a finalidade da garantia constitucional, desfigurando-a”.

Ó raios, mas quem é que define qual é o limite para emitir opiniões? Mais uma vez torna-se claro que a forma mais fácil de saber quem quer mandar em você é saber quem não se pode criticar.

Trago ao debate, portanto, argumentos (consoantes a meus textos acima e outros desta página) que vejo serem úteis para a reflexão da situação da educação brasileira.

OS PROFESSORES DE HOJE SÃO ALUNOS NOTA 4.5 | FERNANDO CONRADO | Brasil Paralelo

As universidades brasileiras são as piores do mundo? | Brasil Paralelo

COMO A ESQUERDA ALICIA SEU FILHO | Pastor Rodrigo Mocellin

Veja também:

>> STF – Você Precisa Saber – Olavo de Carvalho | Pensamento e Política
>> https://www.youtube.com/watch?v=cTqkODcIUfM

>> Quem é Paulo Freire – Olavo de Carvalho | Pensamento e Política
>> https://www.youtube.com/watch?v=ETcB_wyY9kk
>> https://olavodecarvalho.org/viva-paulo-freire/

 

 

O uso intenso dos smartphones atrasa o amadurecimento de crianças e adolescentes

Compartilhado originalmente em 31/08/2017

Band Jornalismo 30/08/2017

O uso intenso dos smartphones atrasa o amadurecimento de crianças e adolescentes

Fonte: https://web.facebook.com/bandjornalismo/videos/702824093255679/

Em tempo:
LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.
Art. 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais:
I – a reprodução:
a) na imprensa diária ou periódica, de notícia ou de artigo informativo, publicado em diários ou periódicos, com a menção do nome do autor, se assinados, e da publicação de onde foram transcritos;

Apresentação do dossiê ”Diferenças e Educação — explorações conceituais entre o Brasil e a França”

Publicado originalmente em 03/03/2018.
Fonte: Revista Educação e Filosofia – UFU com Silvio Gallo. 23/02/2018

 

Adendo à falácia sobre a Educação

Em casa de ferreiro o espeto é de pau. Fiquei de fazer a revisão gramatical de meu primeiro artigo independente: ”A falácia sobre a educação”. E desde 2017 estava para fazê-la. Publiquei um monte de coisas depois, fiz até revisão de doutoramento. E cadê a revisão do meu artigo???

Com todo o atraso do mundo (que me é natural) eis aí:

Texto completo: Edição independente 001.1 – versão revisada e ampliada

Em 07 de março de 2018, tomei um táxi na porta da UERJ para vir para casa. Estava conversando com o taxista André Luiz Ferreira sobre o texto. Após explicar minha posição, ele me perguntou: “E quando a educação não vem de casa?”. Ou seja, e quando não há condições de os pais educarem seus filhos?

Temos hoje jovens que, como diria certo amigo professor (omiti seu nome para não prejudicá-lo), carecem até mesmo das mais rudimentares noções de civilidade. E os pais por vezes são ainda piores!

Seguindo a argumentação de meu artigo, advém a pergunta: ”Caberia ao Estado educar as crianças quando seus pais não podem ou até mesmo não querem educá-las?”.

Finalmente, após tantos anos, tenho a resposta: sim. O Estado pode sim interferir na educação e na proteção da criança, mesmo contra a vontade de seus pais. A função do Estado é proteger os direitos e as liberdades do indivíduo, não de um ou outro grupo social, incluindo a própria família.

Se o comportamento familiar é prejudicial, nocivo ou perigoso à criança, o Estado pode e deve sim interferir contra a vontade dos pais. Nisto se fundamenta a defesa da criança contra o aborto, a violência doméstica, o abuso sexual, a mutilação religiosa e qualquer outro fato que fira sua integridade, bem como lhe retire o livre-arbítrio, a livre escolha, o direito de decidir sobre si, seu corpo e sua própria vida.

Como a criança e o jovem ainda estão com suas personalidades em formação, precisam de tutela, pois não têm maturidade para decidir muitas coisas sozinhos. Cabe ao Estado, se necessário, impedir que haja abusos por parte da família dela, quando de ações contrárias à moral e aos bons costumes. Bem como cabe ao Estado suprir a educação das noções básicas de civilidade e respeito, qualidades bem quistas na formação de seus cidadãos.

Exemplo de escola japonesa:

 

Dia do professor.

Há professores que ensinam para profissões. E há os que ensinam para a vida.

A religião marxista e o papado Lulopetista no país de Paulo Freire

Esta postagem é uma promoção de meu último texto!
Nesta terceira parte, levanto hipóteses sobre os motivos que levam alguém a defender a esquerda no Brasil.

Leia em: Discussão e debate no país dos analfabetos: Parte 3 de 3

O mau caráter coletivo brasileiro e sua ignorância específica

Esta postagem é uma promoção de meu último texto!
Nesta segunda parte, analiso a conjuntura sociocultural brasileira e explico alguns conceitos sobre argumentação.

Leia em: Discussão e debate no país dos analfabetos: Parte 2 de 3

Fonte: https://www.flickr.com/photos/markcarey/2310361322/

A ignorância coletiva brasileira

Esta postagem é uma promoção de meu último texto!
Nesta primeira parte, analiso o problema do analfabetismo funcional juntamente com a manipulação falaciosa de dados estatísticos pelo governo.

Leia em: Discussão e debate no país dos analfabetos: Parte 1 de 3

A importância dos super-heróis na contemporaneidade.

Editado em 22/09/2020: reposto vídeo.
Editado em 05/12/2020: adicionada transcrição adaptada.

É inegável a presença das histórias em quadrinhos na cultura contemporânea. Elas fazem parte da formação de crianças e jovens em boa parte do mundo. Introdução ao gosto pela leitura, leveza e entretenimento. Estes dois trechos que selecionei nos vídeos abaixo trazem uma reflexão sobre a influência de personagens fictícios sobre a construção da moral no público infanto-juvenil.

Também é um alerta sobre a responsabilidade dos roteiristas frente aos jovens. As conseqüências e os impactos das histórias que criam contribuem em muito para moldar a perspectiva de seus leitores quanto ao mundo real. O mundo fantástico e colorido é atraente, e também é uma lente através da qual se pode ver melhor ou deturpar a realidade.

Quando criadores de conteúdo com tamanho alcance são cooptados a promover narrativas ideológicas deletérias à formação moral da juventude, os estragos são difíceis de reparar. Afinal, não são os heróis (super ou não) os modelos a seguir?

“Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades…”
(Que originalmente foi dita por um político estadunidense… Mas esta é uma outra história! |:^D)

A religião dos super-heróis | Prof. Nelmar Nepomuceno

A ideologia dos Super heróis | Prof. Nelmar Nepomuceno

Transcrição adaptada:

Os super-heróis dos quadrinhos são de longe os personagens favoritos de crianças e jovens em todo o mundo desde a época de nossos pais e avós. Esses personagens fantásticos influenciam enormemente aquele público ainda em fase decisiva de formação da personalidade, tanto que muitos adultos e até mesmo anciões de hoje em dia continuam demonstrando comportamento de fãs de seus heróis favoritos.

Tal quais os primeiros heróis da antigüidade clássica, os super-heróis contemporâneos desempenham importante papel na formação moral das novas gerações. Através de seu carisma e seu apelo fantástico, eles influenciam seus fãs a fazerem a opção pelo bem, a enfrentarem o mal, a socorrer os mais fracos, a corrigir as injustiças, a buscar o melhor que há dentro de cada um.

Quando o assunto é religião, os super-heróis nos ensinam uma importante lição: por mais que cada um tenha a sua fé, sua crença, em nada isso os impede de trabalharem juntos para combater o mal e tornar o mundo um lugar melhor. Também não perdem seus preciosos tempos tentando afirmar sua religião sobre as dos outros, nem denegrindo ou fazendo desacreditar a religião dos demais.

Uns apenas seguem suas vidas pelos caminhos aprendidos em sua formação religiosa. Outros, devotos que são, buscam em suas práticas, em sua fé, a força de que necessitam para cumprir seus propósitos. Nessa senda, todos compartilham a crença de que nenhuma religião é mais importante que a opção pelo bem, nenhuma religião é mais sagrada do que o combate ao mal, e que a formação moral e ética segundo uma tradição religiosa, seja ela qual for, é o primeiro passo na trajetória que pode levar alguém a ser de fato um herói.

Com poderes capazes de transformar o mundo e uma total entrega no combate ao mal em defesa dos mais fracos e vulneráveis, os super-heróis dos quadrinhos, com suas lutas coreografadas, suas roupas coloridas e sua identidade visual, chamam a atenção de crianças e jovens, inspiram consumo e influenciam pensamentos e atitudes especialmente naqueles em fase tão decisiva de formação da personalidade.

Através de seu carisma e seu apelo fantástico, eles influenciam seus fãs a fazerem a opção pelo bem, a enfrentar o mal, a socorrer os mais fracos, corrigindo as injustiças e buscando o melhor que há dentro de cada um.

Assim como quanto à religião, os super-heróis nos ensinam uma importante lição com relação à política: todos reconhecem que existem problemas no mundo e, com base em seus pontos de vista, procuram fazer o melhor para solucioná-los.

Sua luta é contra os males que assolam a humanidade, não contra quem enxerga soluções diferentes para os problemas comuns. Não apregoando culpas pelas mazelas do mundo, mas sim fazendo cada um a sua parte para superá-las.

Eles não salvam o mundo escondendo-se atrás de uma tela, espalhando ofensas, semeando a discórdia. Eles dão suas faces a bater e enfrentam os seus desafios com valor e com honra.

A grande lição que aprendemos sobre política com esses personagens é que, depende da forma como você enfrenta os problemas que enxerga no mundo, se você é de fato um herói ou um covarde vilão.


Ah, sim… A seguir, uma das cenas da minha infância:

A Injustiça Nunca se Torna Justiça – Mestre Ancião [HD]
https://www.youtube.com/watch?v=jh08qn3H9wY

Tira de novo agora! O mesmo golpe não funciona duas vezes em um cavaleiro!

Por que a beleza importa? – Roger Scruton

Why Beauty Matters? (Por que a beleza importa?) Roger Scruton
https://www.youtube.com/watch?v=bHw4MMEnmpc

Produzido pela BBC, este programa apresenta o filósofo Roger Scruton num provocante ensaio sobre a importância da beleza nas artes e nas nossas vidas.
Scruton argumenta que no século XX, a arte, a arquitectura e a música viraram as costas à beleza, fazendo um culto à fealdade e levando-nos a um deserto espiritual.
Usando o pensamento de importantes filósofos, Platão e Kant, e conversando com os artistas Michael Craig-Martin e Alexander Stoddart, Scruton analisa onde a arte correu mal e apresenta sua apaixonada proposta para restaurar a beleza à sua posição tradicional no centro da nossa civilização.