Padre Paulo Eduardo Martins sobre educação infantil.

Vídeo extraído da página do Padre Paulo E. Martins.


Compartilhado originalmente no Facebook em 07/02/2017

Para ver mais sobre:

Palestra de Marcelo Monteiro sobre segurança no Brasil 200

Armas no Brasil – Câmera Record

“Somos os primeiros a ser tributados e os últimos a ser levados em consideração”

Um pedido de opinião.

Armas no Brasil – Câmera Record

Finalmente um documentário / reportagem investigativa isento(a), isto é, que tratou a questão das armas de fogo no Brasil de forma não tendenciosa:

  1. – O tráfico de armas para dentro do Brasil é muito grande e é facilitado pela imensa fronteira e sua inviabilidade de fiscalização;
  2. – Nossos policiais não possuem o equipamento necessário para enfrentar a criminalidade;
  3. – O monopólio de facto que ocorre no Brasil torna o armamento produzido no país de baixa qualidade.
  4. – Armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas.
  5. – O Estatuto do Desarmamento não cumpriu sua promessa de diminuir a criminalidade e os crimes violentos.
  6. – As políticas públicas brasileiras quanto às armas de fogo prejudicam a segurança pública, a criação de empregos e a competitividade do mercado.

Armas no Brasil – Câmera Record


O problema não são as armas: é a corrupção endêmica desta sociedade.

Inside the gangs of Rio De Janeiro – Sky News

Brazil’s Drug Gangs Are Prepared To Go To War With Bolsonaro (HBO) – VICE News

Defesa residencial: Espingarda 12ga em comparação a carabina e Pistola .

Defesa residencial: Espingarda 12ga em comparação a carabina e Pistola.

Ninjutsu – análise a partir da visão de um leigo.

Eu acompanho o canal de Marco Gimenez no Youtube já há algum tempo e recentemente surgiu uma discussão a partir de um teste de graduação dentro da escola Bujinkan. Ele afirma que o teste é fraudulento, os integrantes da escola afirmam que Marco não o compreendeu. Considerei interessante ver como dentro do meio marcial é possível ainda encontrar tanta divergência frente a opiniões contrárias e sectarismo em prol da própria escola e em detrimento a quem está fora.

Seguem os dois vídeos e logo em seguida meus comentários.

Sakki Test desvendado? Habilidade Ninja ou Maracutaia???

Respostas NINJA para haters mal educados!

Eu vi a discussão, tanto no Facebook, quanto aqui. Aguardei para escrever, pois esperava que alguém mencionasse, mas algo não foi mencionado esse tempo todo. A Bujinkan possui, dentre suas bases, o que chamam ”refinamento espiritual”.

1 – Há sim um conteúdo que (de certo modo) reflete a religiosidade xintoísta japonesa. Meditação, culto, honra etc. mesclam-se com a arte marcial. Eu não sei exatamente como estão abordando isso agora, mas quando me aproximei havia a clareza por parte dos instrutores de que era uma organização marcial e filosófica (não mística). Uma escola de luta e de pensamento.

2 – Sua informação está correta, a Bujinkan é a única organização com reconhecimento do governo japonês a atribuir a si própria a ”preservação da arte ninja”. Mas e o que isso significa? Equivale a aqui apresentar-se como curador de obra imaterial tombada ou algo do tipo.

3 – A Bujinkan é imensa, conta com escolas por todo o mundo. Ao apresentar algo contra seu líder, você afetou a credibilidade da escola como um todo. E como toda grande organização, seus integrantes são orientados a preservar a marca e a imagem da empresa.

4 – Em adendo, Masaaki Hatsumi chegou a esse posto todo por ser o último sucessor do Budo Taijutsu. Resumindo uma longa história, ele é o líder sucessor (SOKE) de 9 (sim, nove) escolas de artes marciais e as unificou sob um nome só. Daí seu grande prestígio, inclusive no meio internacional.

5 – Nomenclaturas:
SOKE – Líder sucessor.
SHIHAN – Mestre graduado líder local.
SHISHO – Mestre graduado, instrutor.
SENSEI – Professor, de um modo geral.
BUDO – ”Caminho do guerreiro”, a parte filosófica da coisa.
KOBUDO – Antiga arte da guerra (uso de armas)
KARATE – Luta com mãos nuas.

6 – Minha contribuição:
Creio que se as informações que apresentei agora tivessem sido elencadas, a discussão teria sido mais fértil: a Bujinkan preza muito por seu nome não apenas pelo lado comercial, mas também por representar oficialmente o Ninjutstu HISTÓRICO (patrimônio cultural japonês), também por sua FILOSOFIA (xintoísta) interna e também pela imagem do mestre (seu representante).

Houve maracutaia? Não sei. O que esperei que dissessem era: “O objetivo do SAKKI é detectar a intenção de ataque do oponente por seu KI (energia interna). Ao perceber que seus alunos não estavam conseguindo detectar, o SOKE percebeu que não havia intento maligno em sua espada. Ele mesmo não tinha intenção de matar em seu golpe. Portanto decidiu aumentar o uso de KI e fazer-se simular como um agressor real. O salto seria então um mero ato reflexo não intencional ao impor mais energia ao golpe. Aos olhos externos ele deveria ter dado nova oportunidade aos primeiros alunos, mas como é uma cerimônia tradicional, possui regras e etiqueta próprias, logo naquele momento não foi possível.”

Mas não vi nada disso partindo dos integrantes.
Lamento que não tenha havido um diálogo construtivo.
E lamento a Bujinkan ter manchado sua reputação dessa forma…


Editado: 15/06/2019

Esta é a melhor resposta contrária:

Sakki-Test: A polêmica do ninjutsu

Palestra de Marcelo Monteiro sobre segurança no Brasil 200

Atualizado em 06/08/2020

Não tenho vínculos políticos ou ideológicos com as organizações abaixo relacionadas.
Promovo o vídeo abaixo por seu teor factual.

https://www.youtube.com/watch?v=EzfEsAC7cTo

Produto/serviço vendido e o desejo de consumo

Editado em 29/12/2020: pequenas correções gramaticais e acréscimo ao final.

Fantasia Marcial: Estereótipos e histórias mal contadas | Núcleo Dharma

Concordo e gostaria de compartilhar uma experiência correlata:

Há alguns anos, convidado por um amigo, fui para um estúdio (Mo Gun) de Wing Chun. (Mo Gun em chinês, Dojo em japonês, estúdio em português) Sempre tendo desejado aprender artes marciais desde pequeno e agora já sendo dono de meu próprio nariz, aproveitei a oportunidade como adulto.

Lá chegando, minha primeira experiência foi bastante interessante, pois o local e o treinador tinham (têm) toda uma roupagem ultra-tradicionalista, com símbolos chineses, genealogia completa, fotos de um monte de orientais etc. A imagem era (é) exatamente o que um leigo espera ao adentrar pela primeira vez um local de treino: um portal de teletransporte para a China. E tal linhagem faz questão de se diferenciar dos demais estilos e escolas concorrentes tanto na estética quanto nos costumes e no comportamento esperado do praticante. Levam seu nome bem a sério.

Só que…

A ideologia apóia-se exatamente no discutido em outros vídeos do canal acima: ”no ouvir dizer”, ”na tradição oral”, ”na autoridade do mestre” etc. Como filósofo, a impossibilidade de questionar e aferir dados é um empecilho para abraçar uma idéia ou aceitar um argumento. Como halterofilista, tenho uma personalidade do tipo ”vai e faz”. Portanto um pensamento ou atividade que se sustenta em subterfúgios ou na abordagem indireta de um problema não me atrai. Então parei com poucos meses de treino (o que lá ”deve ser sempre chamado de prática, nunca de treino” – ”porque o mestre prefere assim”).

Disso posto, a experiência: certa vez, meu mestre (ou melhor ”facilitador, pois o mestre de verdade era o mestre dele e não ele mesmo”) estava falando de costumes chineses e repassando o melhor meio de abordagem de uma situação segundo a escola. Então eu o questionei, dizendo: “—’Tá, mas não estamos na China, nem somos chineses. Estamos no Brasil e somos brasileiros. Aqui a gente faz diferente.”.

Essa minha crítica sempre foi respeitada naquela escola, nunca fui posto de lado ou tratado de forma diferente. Pelo contrário, eu gostei e ainda gosto muito de lá (fui e ainda sou muito bem tratado). Mas minha própria natureza não se adequou aos ensinamentos e optei por sair. Com isso quero dizer que o problema não está na academia, no mestre ou no sistema. Muito menos no praticante, neste caso eu mesmo. O problema está na sintonia entre o que é passado e no que é esperado. No ensinamento e no anseio do aluno. No produto/serviço vendido e no desejo de consumo.

Não há exercício ruim, há exercícios que não servem para aquela pessoa. Não há arte marcial ruim, há arte que não funciona para aquela pessoa. Ou que não é boa para ela, especificamente. Por exemplo: o sujeito quer a vida toda ser boxeador, mas ele é um péssimo pugilista. Ocorre que ele é um ótimo nadador! Então ele tem duas opções: pode se dedicar muito a uma coisa que não lhe serve bem e obter resultados medíocres; ou pode se dedicar muito a algo para o qual tem dom e ser excelente naquilo.

Outro exemplo: o indivíduo quer muito praticar Muay Thai, um estilo desportivo baseado em golpeio. Mas o dom dele é para Jujutsu tradicional, um estilo não-desportivo baseado em imobilização, submissão e armas brancas.

As artes marciais são para todos, mas nem todos são para as artes marciais.
Os estilos são para todos, mas nem todos são para determinado estilo.

É a sintonia entre o aluno e o estilo, entre o praticante e a arte, entre a vontade e o dom que determina o sucesso de uma longa empreitada.

Samurai Spirit – Kobudo

With Nicholas Pettis.

Ameaças veladas e pacifismo

Vídeos para reflexão sobre o comportamento e posicionamento ”modelo” preconizado pelos meios de comunicação e pelo nosso governo.

“Somos os primeiros a ser tributados e os últimos a ser levados em consideração”

Editado em 26/02/2021: recolocado vídeo. Infelizmente o vídeo legendado em português foi removido. Por que será? ಠ_ಠ

Mark Robinson é um cidadão comum. Ele cresceu e viveu toda sua vida em Greensboro, na Carolina do Norte (EUA). Ele, talvez, nunca tenha estado no Brasil ou sequer saiba muito a respeito de nosso país. Mark, no entanto, descreve com precisão o drama do povo brasileiro arbitrariamente desarmado, feito refém dos assaltantes, sequestradores, estupradores, assassinos e meliantes de todo tipo. “Somos os primeiros a ser tributados, os últimos a ser levados em consideração, os primeiros a ser punidos sempre que ocorre um tiroteio” – disse Mark a uma poderosa minoria que, no conforto de seus carros blindados e do alto de suas mansões fortificadas, instrumentaliza a tragédia para expandir seu controle sobre a maioria: milhões de cidadãos de bem, trabalhadores, portadores de armas que nunca cometeram um crime. Mark se recusa a ser uma vítima, se recusa a entregar o controle de sua vida e seu destino nas mãos da minoria. Na tribuna da Câmara Municipal, ele plantou seus pés como uma âncora e bradou sua voz como um trovão, mostrando-se disposto a defender, com unhas e dentes, este que é um direito natural não concedido por nenhum governo, mas pelo próprio Criador aos homens: o direito à vida e à autodefesa. Que mais homens e mulheres se levantem nas tribunas do Brasil com o espírito de Mark Robinson. É necessário que a minoria volte a temer a maioria para que, assim, se cumpra a justiça e a vida dos justos floresça.

“Quando o governo teme o povo, ali há liberdade. Quando o povo teme o governo, ali há tirania.” [*]

Tradução: hsilver

Revisão: Yuri Mayal

[*] Autor desconhecido, apesar de a frase ser normalmente atribuída a Thomas Jefferson.

https://www.youtube.com/watch?v=wU9dRTxTqWU

“I AM THE MAJORITY!” Full Gun Rights Speech MUST WATCH | TWANGnBANG

Já prevendo que o vídeo pode ser removido de novo, formatei o discurso e sua tradução.

Mark Robinson’s speech at Greensboro’s City Council

My name is Mark Robinson.
I live that’s right here in Greensboro, lived in Greensboro all my life.
I didn’t have time to write a fancy speech.
I didn’t have time to, you know, I’d have the… the resource of a English teacher to sit down and write a speech with at school today and be, you know, brought over here or practice, or anything.
What I really came down here for is this, uh, I’ve heard a whole lot of people in here talking tonight about this group and that group, domestic violence and blacks, these minorities, in that minority.
What I want to know is when are you all going to start standing up for the majority?
And here’s who the majority is: I’m the majority.
I’m a law-abiding citizen who’s never shot anybody, never committed a serious crime, never committed a felony.
I’ve never done anything like that, but it seems like every time we have one of these shootings nobody wants to blame, put the blame where it goes, which is at the shooter’s feet.
You want to put it at my feet.
You want to turn around and restrict my right, constitutional right to, spelled out in black and white.
You want to restrict my right to buy a firearm and protect myself from some of the very people you’re talking about in here tonight.
It’s ridiculous.
I don’t think Rod Sterling could come up with a better script.
It does not make any sense the law-abiding citizens of this community and many communities around this country.
We’re the first ones taxed, and the last ones considered, and the first ones punished when things like this happens, because our rights are the ones that are being taken away.
That’s the reason why I came down here.
Today gun show or no gun show, NRA or no NRA, I’m here to stand up for the law-abiding citizens of this Community.
Because I’m gonna tell you that what’s gonna happen: you can take the guns away from us all.
Uou want to, you all write a law, I follow the law.
I’ll bring my guns down here, I’ll turn them in.
But here’s what’s gonna happen: the creeps and the bloods on the other side of town, they’re not going to turn their guns in.
They’re going to hold on to them.
And what’s going to happen when you have to send the police down there to go take them?
The police can barely enforce the law as it is.
It’s what I see: we demonize the police, criminalize and and vilify the police and we make the criminals in the victims.
And we’re talking about restricting guns.
How are you going to do that?
How are you going to do that when the police department’s already hamstrung?
You’re not going to be able to go down here and take these guns from these criminals, so the criminals are going to hold on to their guns.
They’re still going to have them, they’re still going to break in my house, and they’re still going to shoot me with them.
And guess who’s going to be the one that suffers?
It’s going to be me.
Well, I’m here to tell you tonight it is not going to happen without a fight, and when I say fight I don’t mean shots fired, I don’t mean fist thrown.
I mean I’m going to come down here to this city council and raise hell just like these loonies from the left do until you listen to the majority of the people in this city and I am the majority.
The majority of the people in this city are law-abiding and they follow the law and they want their constitutional right to be able to bear, to bear arms.
They want to be able to gun, go to the gun show and buy a hunting rifle or sporting a sport rifle, their own ”military-grade weapons” showed up, sold at the gun show.
An AR15 is not a military-grade weapon.
Anybody would go into combat with an AR15 is a fool.
It’s a semiautomatic 22 rifle.
You’d be killed in 15 minutes in combat with that thing.
So we need to dispel all these myths and we need to drop all this, all this division that we got going on here, because the bottom line is when that second amendment was written, whether the framers liked it or not, they wrote it for everybody and I am everybody.
And the law-abiding citizens of this city are everybody, and we want our rights, and we want to keep our rights, and by God we’re going to keep them come hell or high water.

Discurso de Mark Robinson no Conselho Municipal de Greensboro

Meu nome é Mark Robinson.
Eu moro bem aqui em Greensboro, vivi em Greensboro toda a minha vida.
Não tive tempo de escrever um discurso chique.
Eu não tinha tempo para, você sabe, eu teria o… recurso de um professor de inglês para sentar e escrever um discurso com a escola hoje e ser, você sabe, trazido aqui ou praticar, ou qualquer coisa.
O que eu realmente vim aqui é isso, uh, eu ouvi um monte de gente aqui falando esta noite sobre este e aquele grupo, violência doméstica e negros, essas minorias, naquela minoria.
O que eu quero saber é quando vocês vão começar a se levantar pela maioria? E aqui está quem é a maioria: eu sou a maioria.
Sou um cidadão respeitador da lei que nunca atirou em ninguém, nunca cometeu um crime grave, nunca cometeu um crime.
Nunca fiz nada parecido, mas parece que toda vez que temos um tiroteio ninguém quer culpar, botar a culpa para onde está, que está nos pés do atirador.
Vocês querem colocá-la nos meus pés.
Você quer dar meia-volta e restringir meu direito, direito constitucional, escrito em preto e branco.
Você quer restringir meu direito de comprar uma arma de fogo e me proteger de algumas dessas mesmas pessoas de quem vocês estão falando aqui esta noite.
É ridículo.
Eu não acho que Rod Sterling poderia vir com um roteiro melhor.
Não faz nenhum sentido para os cidadãos cumpridores da lei desta comunidade e de muitas comunidades em todo o país.
Somos os primeiros a serem tributados, e os últimos a serem considerados, e os primeiros a serem punidos quando acontecem coisas assim, porque nossos direitos são os que estão sendo tirados.
Essa é a razão pela qual vim aqui.
Hoje com exibição de armas ou sem exibição de armas, NRA ou sem NRA, estou aqui para defender os cidadãos cumpridores da lei desta comunidade.
Porque vou te dizer o que vai acontecer: vocês podem tirar as armas de todos nós.
Vocês querem, vocês todos escrevem uma lei, eu sigo a lei.
Vou trazer minhas armas aqui, vou entregá-las.
Mas aqui está o que vai acontecer: os nojentos e os sanguinários do outro lado da cidade, eles não vão entregar suas armas.
Eles vão continuar com elas.
E o que vai acontecer quando você tiver que mandar a polícia lá para ir buscá-las? A polícia mal consegue fazer cumprir a lei tal como está.
É o que vejo: demonizamos a polícia, criminalizamos e difamamos a polícia e tornamos os criminosos nas vítimas.
E estamos falando sobre restrição de armas.
Como você irá fazer isso? Como você vai fazer isso quando o departamento de polícia já está paralisado? Você não vai poder descer ali e pegar essas armas desses criminosos, então os criminosos vão ficar com as armas deles.
Eles ainda vão tê-las, ainda vão invadir minha casa e vão atirar em mim com elas.
E adivinha quem vai sofrer? Vai ser eu.
Bem, estou aqui para vos dizer esta noite que isso não vai acontecer sem luta, e quando digo luta, não me refiro a tiros disparados, não quero dizer briga de punhos.
Quer dizer, eu vou vir aqui para este conselho municipal e levantar o inferno assim como esses malucos da esquerda fazem até que vocês ouçam a maioria das pessoas nesta cidade e eu sou a maioria.
A maioria das pessoas nesta cidade é cumpridora da lei e segue a lei e deseja que o seu direito constitucional de ser capaz de portar, de portar armas.
Eles querem poder atirar, ir à feira de armas e comprar um rifle de caça ou usar um rifle esportivo, suas próprias “armas de nível militar” mostradas e vendidas na feira de armas.
Um AR15 não é uma arma de nível militar.
Qualquer um que entraria em combate com um AR15 é um tolo.
É um rifle 22 semi-automático.
Você seria morto em 15 minutos em combate com aquela coisa.
Portanto, precisamos dissipar todos esses mitos e abandonar tudo isso, toda essa divisão que temos aqui, porque o ponto principal é que quando a segunda emenda foi escrita, quer os autores gostem ou não, eles escreveram para todo mundo e eu sou todo mundo.
E os cidadãos cumpridores da lei desta cidade são todos, e nós queremos nossos direitos, e queremos mantê-los, e por Deus vamos mantê-los seja no inferno, seja em águas altas.

Porte de armas no Brasil – Ação Nacional – 15/03/2018 (RedeSéculo21)

A situação está tão feia que até os padres são a favor!

Porte de armas no Brasil – Ação Nacional – 15/03/2018 | (RedeSéculo21)