Por cima do meu cadáver.

Basta trocar a geografia, e “Al Gore” por Macron…

Toda vez que nossa pátria se encontra diante do perigo, um instinto parece surgir nos seus melhores, aqueles que a entendem de verdade.

Quando a independência estremece na sombra fria de um perigo verdadeiro, são sempre os patriotas que primeiro ouvem o chamado.

Quando a perda de liberdade paira sobre nós, como agora, o alarme soa primeiro nos corações da vanguarda da independência.

O cheiro de fumaça no céu […] é sempre sentido primeiro pelos homens do campo, que saem de suas casas simples para encontrar o fogo e a luta.

Porque eles sabem que uma substância sagrada reside naquele pedaço de madeira e no aço azulado – algo que garante para o homem comum a mais incomum independência.

Quando mãos ordinárias podem possuir um instrumento tão extraordinário, isso simboliza a plena medida de dignidade humana e liberdade.

É por isso que aquelas cinco palavras nos trazem um chamado irresistível, e nós nos reunimos.

Então, enquanto nos preparamos […] este ano para derrotar as forças da discórdia que tomariam a nossa independência, quero dizer as palavras de luta para que todos ao alcance da minha voz possam ouvir e prestar atenção:

POR CIMA DO MEU CADÁVER

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